Notícia sobre empréstimo no BNDES por Gusttavo Lima é falsa

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A empresa de investimentos One7, ligada ao fundo que comprou shows do cantor Gusttavo Lima, não pegou R$ 320 milhões emprestados com o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social). A informação falsa está sendo repassada nas redes sociais e reproduzida por sites de esquerda. O nome do fundo que detém os direitos do show do cantor é o Four Seven. A One7, acusada de pegar o empréstimo, é um cotista e entrou no negócio apenas em agosto de 2021 com apenas R$ 20 milhões. Valor muito abaixo dos R$ 320 anunciados pela imprensa. Além de Lima, o fundo ainda existem outros 6 artistas cujos shows estão nas mãos do fundo. A notícia foi montada porque a One7, além de investir no fundo Four Seven, também é cotista no fundo de incentivo a pequenas e médias empresas chamado FIC FIDC XP Brasil MPME. Em 2020, o BNDES abriu chamada pública para selecionar fundos deste tipo. Doze foram escolhidos em uma pré-seleção, entre eles o XP Brasil MPME, integrado pela One7, sendo que dez serão efetivamente contratados pelo banco. O fundo terá um aporte de R$ 320 milhões do BNDES. O dinheiro será emprestado a pequenas e médias empresas de todo o país, e não ao cantor como foi noticiado. Ou seja: os dois negócios são completamente diferentes e a entrada da empresa no fundo ligado a Lima, além de ser com quantia que não representa 10% do aporte no fundo XP Brasil MPME, ainda aconteceu com um intervalo de 1 ano. A notícia é falsa.

PT minimiza gastos do BNDES em Cuba, Venezuela e outros países

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Em ano eleitoral, o PT tenta explicar o desperdício de dinheiro dos pagadores de impostos por meio de empreiteiras enquadradas na Operação Lava Jato. Para desempenhar essa tarefa, o partido escalou Miriam Belchior, ministra do Planejamento, Orçamento e Gestão do Brasil no governo Dilma Rousseff. “No caso de empréstimos para outros países, são financiamentos para empresas brasileiras realizarem obras no exterior”, explicou Miriam. “Não é financiamento direto para outros países, a gente não empresta para eles e pronto. A gente só empresta se as nossas empresas forem realizar as obras, que é a modalidade chamada exportação dos serviços de engenharia.” A ex-ministra não mencionou no artigo publicado no site do PT que as empresas foram as que a Lava Jato descobriu, como Odebrecht, Camargo Corrêa, entre outras. O esquema revelou que as companhias pagaram propinas milionárias para o PT, MDB e o PP durante as gestões Lula e Dilma. A dívida de Cuba e da Venezuela com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) é de R$ 3,5 bilhões (US$ 680 milhões). Durante os governos do PT, empréstimos concedidos pelo BNDES para financiamento de obras nos dois países atingiram R$ 11 bilhões (US$ 2 bilhões). O presidente do BNDES, Gustavo Montezano, disse no início do ano que o banco convivia com seguidos calotes dos países parceiros do petismo nesses negócios. Em uma entrevista, Montezano revelou que Cuba lastreou a dívida a charutos. “Não só nós fizemos tudo certo para as grandes empresas nacionais, sem qualquer irregularidade, como a iniciativa deu frutos positivos para a economia brasileira e para o emprego no Brasil”, disse Miriam, no artigo.

Roseana fala sobre empréstimos e reage à incoerência de Dino

dino x roseana

Após o governador do Maranhão, Flávio Dino (PSB), ter reclamado do pagamento de R$ 294 milhões referentes a empréstimo contraído por Roseana Sarney com o Bank of América, a ex-governadora reagiu. No twitter, Roseana Sarney (MDB) lembrou que os empréstimos contraídos em sua gestão renderam R$ 3 bilhões em caixa à Dino ao entrar no governo, mencionando que o socialista “quer fazer demagogia na saída”. “Após 7 anos de governo, faltando pouco mais de 2 meses para entregar o cargo, ainda está reclamando por ter que cumprir com suas obrigações? Se achava ruim, por que não devolveu o dinheiro que encontrou em caixa? Se aproveitou dele até o final, e quer fazer demagogia na saída?”, questionou. A ex-governadora também mencionou que Flávio Dino recebeu o governo com as finanças organizadas, um plano de obras e programas sociais aprovado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, entre outros. “Sua Excelência recebe o governo com as finanças totalmente organizadas, mais de 3 bilhões de reais para gastar, um plano de obras e programas sociais aprovado pelo BNDES, funcionalismo e fornecedores sem um centavo de atraso”, completou.

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