Polícia prende suspeitos de invasão à creche em Igarapé do Meio

A Polícia Militar prendeu suspeitos de invasão à creche Dinorá na Vila Ubiratan, no município de Igarapé do Meio, interior do estado, nesta segunda (10). Após depoimento do vigilante da creche invadida, que não reconheceu o primeiro homem detido por policiais militares de folga, o grupamento seguiu em campo e conseguiu a prisão de um segundo suspeito. O homem, de 25 anos, foi capturado no bairro onde morava e levado à delegacia do município. O primeiro detido seguiu preso, pois confessou a intenção de cometer crimes na cidade.
Polícia prende adolescentes que anunciaram massacre em escola

A Polícia Militar apreendeu dois adolescentes que anunciaram promover um massacre à escola municipal Raimundo Rocha, localizada em São José de Ribamar, Região Metropolitana de São Luís. As ameaças haviam sido foram postadas por meio de redes sociais, através de perfil fake, e foram através das publicações que a polícia identificou os menores e localizou materiais utilizados por eles via celular. Após apreensão, os jovens, acompanhados pelos responsáveis, foram encaminhados à Delegacia Especial de Polícia Civil de São José de Ribamar. Devido às ameaças, a Secretaria Municipal de Educação comunicou a suspensão das aulas por dois dias (segunda e terça) na escola Raimundo Rocha.
Prefeitura de Ribamar suspende aulas devido ameaça de ataques

A Prefeitura de São José de Ribamar, por meio da Secretaria Municipal de Educação, decidiu nesta segunda (10) pela suspensão das aulas por dois dias: 10 e 11 de abril. O motivo se deve às ameaças de um ataque às escolas na cidade: João Paulo II, Leonel Brizola, Raimundo Rocha Leal Jr., Floriano, Eugênio Barros e Miritiua. O suposto ataque estaria marcado para acontecer no dia 20 deste mês, de acordo com o autor de publicações nas redes sociais. O criminoso, que criou um perfil fake para fazer as ameaças, alega ser aluno do 8º ano do Ensino Fundamental da Escola Municipal Raimundo Rocha Leal Júnior. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por São José de Ribamar (@prefeiturasjr)
O que tem levado jovens a massacres em escolas como o ocorrido em SC

O ataque que matou 4 crianças em Blumenau (SC) nesta quarta-feira (4) está longe de ser um fenômeno isolado. O jovem de 25 anos confessou que o massacre era parte de um desafio online e que haveria outros. Ele fez uma postagem nas redes sociais após o ocorrido para comprovar que cumpriu o desafio. Aparentemente, um certo ressentimento social e indiferença com valores morais ajuda a explicar o problema, o que o constante patrulhamento ideológico aprofunda e instrumentaliza. Imediatamente após o massacre, o ex-deputado Jean Wyllys culpou os evangélicos pelo ocorrido, aproveitando-se do sofrimento das famílias para reduzir o problema ao seu mundo de disputas narrativas. De acordo com a polícia, o ataque ocorrido em Blumenau se insere no período crítico de 14 dias após massacres em escolas, que é quando surgem potenciais imitadores. Pelas semelhanças no uso de arma branca, especialistas dizem que o atentado imita o massacre de outra creche, em Saudades, também em Santa Catarina, em 2021. Há poucas semanas, uma ativista trans entrou em uma escola cristã, em Nashville, matando seis pessoas, entre crianças e adultos. A designer gráfica Haudrey Hale, que se dizia homem e passou a se chamar Aiden Hale, foi a responsável pelo massacre. Ela pedia aos colegas que a chamassem pelos pronomes masculinos. Imediatamente, ativistas trans acusaram a escola de provocar o massacre, ou seja, as vítimas. Há menos de uma semana, em Inhumas, Goiás, estudantes começaram a escrever ameaças na parede do banheiro de uma escola. Nas redes sociais, estudantes combinavam ataques também em Iporá e Campos Verdes.
Dom Bosco nega boatos de ataques e reforça medidas preventivas

Após casos recentes de ataques em escolas brasileiras que geraram grande repercussão no país, o Colégio Dom Bosco emitiu um aviso desmentindo boatos acerca de uma suposta violência programada para esta terça (4). Na oportunidade, a instituição de ensino destacou que um grupo estava espalhando nas redes sociais e também via WhatsApp e ressaltou que medidas preventivas foram tomadas. Em nota, a direção da escola negou a ação de violência. Veja:
Tarcísio de Freitas sofre atentado a tiros em São Paulo

Candidato do Republicanos ao Governo de São Paulo, Tarcísio de Freitas sofreu um atentado na manhã desta segunda (17 de outubro) em São Paulo. O ex-ministro visitava instalações de um centro universitário que foi metralhado. O atentado aconteceu em Paraisópolis. Vídeos mostram uma intensa troca de tiros entre seguranças do candidato, policiais e criminosos. É possível ouvir estampidos de armas de diversos calibres. Um dos atiradores, que guiava uma moto, foi morto durante o confronto. Na sexta (14 de outubro), um homem foi preso por ter disparado contra o muro de uma igreja evangélica uma hora antes de um evento com a primeira-dama, Michelle Bolsonaro, e a ex-ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, em Fortaleza, no Ceará. Ele confessou que o ato visava amedrontar a população e sabotar o evento. Em 2018, Jair Bolsonaro foi vítima de uma facada durante evento eleitoral em Juiz de Fora, em Minas Gerais. Apesar de todos estes episódios, setores da imprensa ainda insistem em creditar a Bolsonaro e seus aliados a responsabilidade por uma fantasiosa escalada de violência política no Brasil.
Petistas culpam Jair Bolsonaro por atentado contra Cristina Kirchner

Apoiadores e simpatizantes do ex-presidente Lula (PT) tentam imputar a Jair Bolsonaro (PL) a responsabilidade pelo atentado contra Cristina Kirchner. Ela foi alvo de um ataque por Fernando Andrés Sabag Montiel, de 35 anos. O fato de ter nascido no Brasil está sendo utilizado como justificativa de participação no grupo político do presidente. Contudo, o criminoso nasceu no Brasil, mas é filho de pai chileno e mãe argentina. Além disso, ele vive no país vizinho desde 1993 e não tem qualquer ligação política com o país. Após o episódio, perfis de apoiadores do ex-presidente Lula começaram a espalhar notícias falsas, ao tentar ligar o suspeito ao presidente Jair Bolsonaro (PL). A deputada Talíria Petrone (PSOL-RJ), chegou a dizer que o brasileiro havia atirado na cabeça da vice-presidente Cristina Kirchner, o que não é verdade. A parlamentar apagou a publicação. O jornalista petista Lucas Rohan, também publicou a fake news em seu perfil do Twitter, mas diferente da deputada Talíria Petrone, ele não removeu o conteúdo. Sabag Montiel é registrado como motorista de aplicativo na Argentina e, em 2021, foi preso com uma faca enquanto dirigia um carro sem placa no ano passado. Segundo o jornal argentino, Clarín, o brasileiro tem várias tatuagens com símbolos nazistas e acessava perfis de grupos extremistas nas redes sociais. Ainda conforme o Clarín, Sabag Montiel usava o codinome “Salim” nas redes sociais e era seguidor de grupos como “Comunismo Satânico”, “Ciências Ocultas Herméticas” e “Coach Antipsicopata”. Contudo, não informação nenhuma que comprove que Sabag Montiel, é apoiador do presidente Jair Bolsonaro. Não há registros e nem notícias de encontros ou ligações do criminoso com Jair Bolsonaro ou apoiadores. Desta forma, toda notícia que o liga ao presidente é falsa.
Rádio que iria entrevistar Lahesio Bonfim sofre atentado em Caxias

É cada vez mais evidente o incômodo das forças politicas tradicionais do Maranhão contra o ex-prefeito de São Pedro dos Crentes, Lahesio Bonfim. Após a onda de notícias falsas que visam desacreditar o candidato nos últimos dias, Lahesio Bonfim (PSC) foi alvo de um atentado neste sábado. Marginais incendiaram a instalação elétrica da rádio Veneza, em Caxias. A intenção era impedir que Bonfim falasse aos moradores da cidade. Bonfim mostrou nas redes sociais o momento em que o incêndio destruiu o sistema elétrico da rádio. Durante o vídeo, ele afirmou que vai continuar levando “a mensagem da esperança”. “(…) Isso não vai me parar. Nós vamos continuar levando a mensagem da esperança contra esse Governo que acabou com o nosso estado, deixou na miséria, na fome e na pobreza”, disse. A prática é comum em cidades do interior durante eleições municipais. No entanto, atos de violência e intimidação desta natureza não eram registrados em campanhas para governo há décadas. O candidato do PSC disse que a ação criminosa visa censurar seu projeto político e afirmou que não vai desistir da disputa governamental. “A esperança tem nome: é Lahesio Bonfim. Vocês podem fazer o que bem quiserem com a energia, mas não vão me calar de jeito de nenhum. Porque o Maranhão tem jeito sim. É Lahésio Bonfim”, concluiu.