Bandidagem não tem mais medo de assassinar policiais no MA

Israel Silva Nonato Filho

Após sete anos de Flávio Dino, situações que pareciam impossíveis poucos anos atrás começam a tornar-se frequentes. Além da polícia ser proibida de entrar em alguns locais do estado, agora bandidos matam policiais em via pública sem nenhum tipo de cerimônia. Neste sábado (16) o subtenente Israel Silva Nonato Filho, da Polícia Militar, foi morto com um tiro na cabeça em um lava-jato no Coroado, em São Luís. O policial executado por dois homens em uma moto enquanto conversava. Não houve chance de reação. Após matarem Israel, os bandidos levaram pertences da vítima e fugiram. A Assembleia emitiu uma nota lamentando o ocorrido. Esse é o legado de Flávio Dino e Jefferson Portela na segurança pública: enquanto cidadãos de bem são obrigados a morar em bairros sequestrados pelo tráfico e policiais são executados em via pública, o governador ganha prêmios por tratar bem os presidiários no estado.

Assassino de Diogo Sarney é condenado a 16 anos de prisão

Raimundo Claudio Diniz

O assassino do publicitário Diogo Adriano Costa Campos foi condenado a 16 anos de prisão. Raimundo Cláudio Diniz, conhecido como Louro, executou a vítima no dia 16 de junho de 2020, em São Luís. Louro não terá o direito de recorrer da decisão dos jurados em liberdade, pois já cumpre pena de 12 anos e seis meses de prisão referente ao roubo e receptação do carro usado no dia do assassinato. O assassino foi denunciado pelo Ministério Público do Maranhão por homicídio qualificado por motivo fútil e mediante recurso que reduziu a possibilidade de defesa da vítima. O julgamento aconteceu na 4ª Vara do Tribunal do Júri, situado no Fórum Desembargador Sarney Costa. Na sentença, o juiz disse que o crime foi premeditado. A Polícia Civil observou imagens de câmeras de segurança e conseguiu identificar que um carro vermelho, de placa PTJ-2844, estava envolvido no homicídio do publicitário e era conduzido pelo criminoso. O acusado confirmou que estava dirigindo o veículo vermelho, com outras duas pessoas, quando se envolveu com uma briga de trânsito com o publicitário. Após uma discussão, ele sacou uma arma de fogo e deu um tiro que acertou o pescoço de Diogo Costa. O publicitário não resistiu aos ferimentos e morreu no local.

Homem é morto após pedir que traficantes diminuíssem barulho

FOTOGRAFO NITEROI

O fotógrafo Thiago Freitas de Souza, de 32 anos, foi assassinado após pedir a traficantes que diminuíssem o barulho no local para que sua filha pudesse dormir. O caso aconteceu neste sábado (15), na comunidade do Santo Cristo, no Fonseca, em Niterói, Rio de Janeiro. Segundo relatos, a garota de 5 anos estava acordando o tempo todo devido a zuada na vizinhança. De acordo com testemunhas, Thiago saiu por volta das 6h e foi alvejado na cabeça em sua casa. No hospital, a esposa confirmou a versão aos policiais, alegando que ouviu o disparo e, ao sair do domicílio, encontrou o profissional da fotografia caído no quintal. A vítima chegou a ser submetida a uma cirurgia de emergência, porém não resistiu às complicações. A Delegacia de Homicídios de Niterói, São Gonçalo e Itaboraí (DHNSG) está investigando o assassinato. Conforme a polícia, a favela Santo Cristo vive uma briga intensa de facções.

Flávio Dino relaciona morte do menino Henry a Jair Bolsonaro

Flavio Dino coletiva

No início de sua entrevista coletiva na manhã de ontem, para tratar das medidas anti-Covid, o governador Flávio Dino (PCdoB) relacionou indiretamente os assassinos do menino Henry ao presidente Jair Bolsonaro. A introdução citando a morte da criança foi sucedida por críticas a “políticos que fazem apologia da morte” e depois aos números da pandemia no país. Em suas redes sociais o governador já se referiu ao presidente Jair Bolsonaro nesses termos. Assumindo, inclusive, a versão de que há no Brasil um genocídio da população comandado pelo presidente Jair Bolsonaro. A relação tem seu ponto alto no momento 20:40 do vídeo. Em que o comunista relaciona o assassinato de uma criança com a política e políticos. Todas as correlações foram feitas sem citar o presidente diretamente, o que poderia lhe causar problemas maiores. Após as citações, o governador maranhense assumiu que a menção ao caso da morte de Henry tinha ligação com o resto do Brasil.   “A alusão a este fato, além do apelo, está diretamente conectada com o momento que o Brasil atravessa em que nós não podemos banalizar o que está ocorrendo.” Veja o trecho em que o governador assume que sua “introdução citando a morte do menino” tem relações políticas.

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