Lula propõe integrar economia do Brasil a da Venezuela e Argentina

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O ex-presidente Lula (PT) defendeu a integração da economia do Brasil aos demais países da América Latina por meio da criação de uma moeda única para os países da região. “Vamos criar uma moeda na América Latina”, disse em discurso no Congresso Eleitoral do PSOL. A defesa da moeda única latino-americana não foi um fato isolado. O economista Gabriel Galípolo, ex-presidente do banco Fator, que tem ajudado a fazer o programa de governo de Lula, defende a ideia. Recentemente ele, e o também petista Fernando Haddad, assinaram artigo juntos em que defendem a moeda única. A proposta colocaria o Brasil em uma condição de fiador de economias em colapso, como Argentina e Venezuela.

Esquerda sofre derrota histórica e perde maioria no Congresso argentino

bandeira argentina

O governo esquerdista do presidente Alberto Fernández sofreu uma derrota histórica nas eleições legislativas realizadas na argentina. A imprensa divulgou números prévios que já apontavam recuo da grande maioria dos parlamentares no Senado. O governo detinha 40 cadeiras na casa legislativa, das 72 disponíveis, agora passa a ter 35. O recuo expressivo é consequência do péssimo governo. Desde a redemocratização do país, em 1983, é a primeira vez que o peronismo perde a maioria no Senado argentino. A alta rejeição é um dos exemplos da queda da esquerda no país.   A votação realizada em meio ao mandato presidencial é vista como o “resumo” sobre o atual governo e uma projeção das eleições presidências de 2023. Na Câmara, a coalização governista “Frente de Todos” perdeu dois parlamentares. Com a perda de força, Fernández afirmou que seu partido aprenderia com os erros. “Obviamente não fizemos bem algumas coisas porque as pessoas não nos acompanharam como gostaríamos”, declarou o presidente da Argentina.

Pobreza alcança quase metade da população da Argentina

Isolamento extremo teria sido um dos motivos para colapso social e econômico Segundo dados oficiais divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística e Censos (Indec) da Argentina, a pobreza atingiu 42% da população no segundo semestre de 2020 devido a três anos de recessão e o extremo isolamento durante a pandemia do coronavírus. Além do levantamento do Indec divulgar que 10,5% das pessoas vivem em condições de indigência ou extrema pobreza, a entidade também divulgou o índice de argentinos que eram pobres no término de 2019: 35,5%. Entretanto, esse percentual aumentou para 40,9% na primeira metade de 2020 e, a partir do segundo semestre, subiu para 42%.

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