
BRASÍLIA, 22 de agosto de 2026 — As eleições de outubro vão renovar 54 das 81 cadeiras do Senado. Isso representa dois terços da Casa. Dos senadores que ocupam essas vagas hoje, 13 não concorrem a nenhum cargo. Outros nove disputam postos diferentes ou participam como suplentes. Nesse caso, pelo menos 22 cadeiras terão novos titulares a partir de 2027.
Esse número pode crescer. Isso porque outros 32 senadores tentam a reeleição. Se alguns perderem, a renovação será ainda maior.
Entre os que concorrem a outros cargos está Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Ele é candidato à Presidência. Marcos Rogério (PL-RO) tenta o governo de Rondônia. Izalci Lucas (PL-DF) e Roberta Acioly (Republicanos-RR) buscam uma vaga na Câmara dos Deputados. Mara Gabrilli (PSD-SP) concorre à Assembleia Legislativa de São Paulo.
Quatro senadores participam como candidatos a primeiro suplente. Nelsinho Trad (PSD-MS) vai na chapa de Reinaldo Azambuja. Jader Barbalho (MDB-PA) acompanha o filho Helder Barbalho. Daniella Ribeiro (PP-PB) está com Nabor Wanderley. Dra. Eudócia (PSDB-AL), que já é suplente, concorre novamente à suplência na chapa de Marina JHC.
Três estados terão duas novas cadeiras, sem chance de reeleição. São Paulo, Paraná e Rio Grande do Sul vão trocar todos os seus senadores. Em SP, Mara Gabrilli e Giordano não se reelegem. No Paraná, saem Oriovisto Guimarães e Flávio Arns. No RS, deixam as vagas Paulo Paim e Luis Carlos Heinze. Assim, seis mandatos terão novos donos em 2027.
O total de novos senadores, porém, só será conhecido após as urnas. Dependerá do desempenho dos 32 que buscam a recondução.







