FORÇA-TAREFA

Operação da PF mira abuso sexual infantil em 27 estados

Andre Reis
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Operação PF
Operação cumpre 159 mandados de busca e 16 prisões preventivas, com apoio de 15 países em esforço conjunto contra crimes sexuais contra crianças e adolescentes.

MARANHÃO, 28 de abril de 2026  A Polícia Federal deflagrou a Operação Nacional Proteção Integral IV nesta terça (28). A ação ocorre em todos os estados do país. O objetivo é combater crimes de abuso sexual contra crianças e adolescentes.

A operação acontece de forma simultânea em outros 15 países. Trata-se de uma mobilização internacional contra crimes transnacionais desse tipo.

No Brasil, as autoridades cumprem 159 mandados de busca e apreensão. Além disso, há 16 mandados de prisão preventiva em andamento. Participam da ação 503 policiais federais. Somam-se a eles 243 policiais civis de diversos estados.

Entre os estados envolvidos estão Bahia, Distrito Federal e Espírito Santo. Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul também integram a lista. Ademais, Pará, Paraná, Pernambuco e Piauí participam da operação. Por fim, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, São Paulo e Tocantins completam os estados citados.

A ação integra a Operação Internacional Aliados pela Infância VI. Essa operação reúne forças de segurança de vários países. Já houve cumprimento de mandados em nações como Argentina, Colômbia e Espanha. França, México, Paraguai, Peru e Uruguai também estão entre os países.

Segundo a Polícia Federal, a operação foca crimes que violam a dignidade sexual. Crianças e adolescentes são as vítimas dessas práticas. Muitos desses crimes ocorrem no ambiente digital. Isso acontece dentro do contexto do Maio Laranja.

De acordo com a PF, somente em 2026 já foram cumpridos pelo menos 450 mandados. Esses mandados são de prisão de foragidos por crimes sexuais. As capturas ocorrem por meio dos chamados Grupos de Capturas.

A Polícia Federal orienta pais e responsáveis a acompanharem o uso da internet. Crianças e adolescentes devem ter supervisão dos adultos. A recomendação inclui diálogo aberto sobre segurança digital. Além disso, os menores devem comunicar situações suspeitas.

A corporação destacou uma questão sobre terminologia. O termo “pornografia” ainda está previsto na legislação brasileira. No entanto, a comunidade internacional adota outras expressões. Os termos usados são abuso sexual de crianças e adolescentes.

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