
SÃO LUÍS, 21 de maio de 2026 — O ex-vereador de São Luís, Aires do Espírito Santo Ribeiro Neto, conhecido como Ribeiro Neto, se pronunciou por meio de comentário em rede social e negou as acusações feitas pela esposa, a advogada Ingrid Graziella Galeno Campos.
Segundo ele, não houve agressão de sua parte e, ao contrário do que foi relatado, ele teria sido a vítima de agressões, afirmando possuir vídeos de câmeras de segurança de sua residência.
“Não há provas do que foi dito pela denunciante, e a ordem dos fatores está alterada, o primeiro boletim de ocorrência foi feito por mim, quando ela saiu de casa após me agredir (como as câmeras do circuito interno do condomínio irão comprovar), onde a mesma disse que eu iria me arrepender de pedir a separação pelos motivos que ainda serão expostos! Estou muito tranquilo e certo do trabalho da Polícia! Até o momento não me pronunciei pq acredito que essa espetacularização só atrapalha. Mas vai chegar o momento que vou falar com provas!”, escreveu.

Ingrid Campos, por sua vez, registrou denúncia contra o ex-vereador relatando uma série de crimes, incluindo cárcere privado, lesão corporal, ameaça de morte, injúria e estupro.
No relato, ela afirma ter sido agredida no dia 7 de maio, no bairro Itapiracó, ao chegar em casa com a filha de quatro anos, quando teria sido atacada dentro do veículo, puxada pelo braço e derrubada, além de ter o celular tomado.
Ela relata ainda que foi levada para atendimento médico na Policlínica do Cohatrac e, posteriormente, afirma ter sido conduzida a um motel, onde teria ocorrido violência sexual.
Ingrid também afirma que, no dia seguinte, teria sido impedida de sair de casa, de usar celulares e computadores, além de restrições de contato com familiares, configurando cárcere privado, segundo a denúncia.
De acordo com o relato, familiares tentaram contato sem sucesso até o dia 10 de maio, quando um parente conseguiu acesso à residência e a retirou do local com a filha.
Ela afirma ainda que teve celulares e outros aparelhos retidos, além de relatar episódios de ameaças, incluindo a presença de arma de fogo e intimidações verbais.
Diante da situação, Ingrid procurou a Delegacia da Mulher de São José de Ribamar para registrar a denúncia e solicitar medidas protetivas e a devolução de seus pertences.
O caso está sob investigação da Polícia Civil.







