
BRASÍLIA, 16 de outubro de 2026 — O escândalo dos descontos indevidos no INSS virou um problema político para Lula porque pessoas de sua família apareceram no centro de decisões da CPMI. Frei Chico, irmão do presidente e vice-presidente do Sindnapi, teve a convocação rejeitada por 19 votos a 11. O sindicato foi citado nas apurações sobre cobranças a aposentados. Senado Federal
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Outro foco foi Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha. A CPMI aprovou a quebra de seus sigilos dentro de um pacote de 87 requerimentos. A base governista tentou anular a votação. Depois, o STF via Flávio Dino suspendeu efeitos de quebras aprovadas em bloco por falta de fundamentação individualizada.
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No fim dos trabalhos, o relatório de Alfredo Gaspar propôs o indiciamento de 216 pessoas, incluindo Lulinha, mas foi rejeitado por 19 votos a 12. Na mesma data, Carlos Fávaro deixou o Ministério da Agricultura e voltou ao Senado para participar da votação, após sua suplente indicar voto favorável ao texto.
Lula afirma que seu governo descobriu a fraude no INSS. Já governistas sustentam que mudanças e falhas anteriores ajudaram a criar as condições para o esquema. Entretanto, o desgaste envolve familiares e decisões políticas tomadas durante a CPMI.
Veja a votação sobre Frei Chico no Senado
Veja o resultado final da CPMI no Senado










