
SÃO LUÍS, 09 de fevereiro de 2026 – O deputado federal Duarte Junior (PSB) declarou neste domingo (8) que poderá recorrer à condução coercitiva para assegurar o depoimento de Edson Araújo (PSB) à CPMI do INSS, marcado para segunda (9), em Brasília.
A medida, segundo ele, será adotada caso o parlamentar não compareça, após negativa de habeas corpus pelo Supremo Tribunal Federal.
Em publicação na rede social X, Duarte comentou a expectativa para a oitiva e informou que a decisão do STF obriga o comparecimento do colega de partido. Além disso, destacou que a comissão considera o depoimento necessário para o andamento das apurações conduzidas pela CPMI.
Edson Araújo deve prestar esclarecimentos sobre movimentações financeiras classificadas como atípicas em sua conta pessoal. Dados obtidos por meio de quebra de sigilo apontam o recebimento de R$ 54,9 milhões em um único mês, em junho de 2024, além de repasses que totalizam R$ 18,5 milhões no segundo semestre de 2025.
Segundo Duarte, o deputado alegou doença e apresentou pedido de habeas corpus para não comparecer à CPMI, mas o recurso foi negado. Mesmo assim, ele voltou a citar problemas de saúde e não compareceu à junta médica do Senado, previamente agendada para avaliar a condição informada.







