
BRASÍLIA, 18 de agosto de 2026 — O custeio administrativo da União somou R$ 33,3 bilhões no 1º semestre de 2026, durante o 3º mandato do presidente Lula (PT). Em valores corrigidos pela inflação, a despesa subiu 10,7% ante os R$ 30,1 bilhões registrados no mesmo período de 2025.
É o maior valor para um 1º semestre desde 2016, quando o custeio totalizou R$ 34,9 bilhões. Os dados são do Tesouro Nacional.
O custeio administrativo reúne as despesas necessárias para manter a estrutura federal em funcionamento e não inclui investimentos. Entram no cálculo contratações temporárias, manutenção, contas de água e energia elétrica, serviços terceirizados, combustíveis, diárias, passagens e aluguéis.
Os serviços de apoio lideraram as despesas, com R$ 16,7 bilhões no 1º semestre de 2026. A categoria inclui terceirização, limpeza e conservação. O valor subiu 13,3% ante o mesmo período de 2025.
Também entraram no cálculo gastos com tecnologia da informação (R$ 4,5 bilhões), combustíveis (R$ 2,6 bilhões) e aluguel e conservação de imóveis (R$ 2,6 bilhões).







