
BRASÍLIA, 23 de agosto de 2026 — O presidente da Colômbia, Abelardo de la Espriella, encerrou os programas jornalísticos da mídia estatal. A decisão cancelou os noticiários de 20 emissoras de rádio. O objetivo é reduzir gastos públicos e eliminar a propaganda política no setor.
A nova gestão substituiu o jornalismo por uma programação musical. As músicas são transmitidas de Bogotá. O Ministério da Tecnologia da Colômbia justificou a medida.
Segundo a pasta, a estrutura jornalística consumia 90% dos recursos do sistema público de comunicação. O governo também afirmou que a rede funcionava como “aparato de propaganda” do governo anterior, de Gustavo Petro.
Organizações de imprensa criticaram a mudança. A Fundação para a Liberdade de Imprensa alertou que moradores de áreas rurais perderão acesso à informação.
Enquanto isso, o Brasil segue no caminho oposto. O governo Lula mantém a Empresa Brasil de Comunicação (EBC) com orçamentos recordes. Críticos apontam que a estatal serve como cabide de empregos para aliados políticos. Os salários são altos e a audiência é baixa. O pagador de impostos financia a estrutura.
Além disso, a EBC divulga a pauta oficial do Palácio do Planalto. Por isso, especialistas veem a medida como um lado negativo da mídia controlada pelo Estado.







