DESEMPREGO

Brasil tem pior 1º semestre para empregos desde a pandemia

Andre Reis
Compartilhe
empregos brasil
Brasil gerou 921.640 empregos no 1º semestre de 2026. Esse é o pior resultado para o período desde 2020, quando a pandemia fechou mais de 1 milhão de vagas.

BRASIL, 30 de julho de 2026  O Brasil gerou 921.640 empregos formais no primeiro semestre de 2026. Esse é o pior resultado para o período desde 2020, quando a pandemia fechou mais de 1 milhão de vagas. Os dados são do Ministério do Trabalho e Emprego e foram divulgados nesta quarta (29).

O número representa uma queda de 25% em relação ao mesmo período de 2025. Naquele ano, o país tinha criado 1,23 milhão de postos com carteira assinada. O governo explica que a comparação com anos anteriores sofre influência da mudança na metodologia do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados).

Apesar da desaceleração, o estoque total de empregos formais continuou subindo. Em junho, o Brasil chegou a 48,03 milhões de trabalhadores com carteira assinada. Esse número é maior que os 47,88 milhões de maio e os 47,07 milhões de junho de 2025.

Somente em junho, o saldo foi de 145.160 vagas. Esse resultado veio de 2,22 milhões de admissões contra 2,07 milhões de demissões. O número é 10,4% menor que o de junho de 2025, quando foram abertas cerca de 162 mil vagas. Além disso, foi o pior junho desde 2020.

O ministro do Trabalho, Luiz Marinho, atribuiu a desaceleração à política de juros altos e às incertezas no comércio internacional. O Banco Central mantém a taxa Selic em 14,25% ao ano, mesmo após três cortes seguidos.

A autoridade monetária afirma que acompanha o mercado de trabalho porque o nível de emprego afeta a inflação. Segundo o Copom, o desemprego segue baixo e os salários reais crescem acima da produtividade.

Por isso, os juros elevados fazem parte da estratégia para desacelerar a economia e controlar os preços.

Compartilhe
0 0 votos
Classificação da notícias
Inscrever-se
Notificar de
guest
1 Comentário
mais antigos
mais recentes Mais votado
Feedbacks embutidos
Ver todos os comentários
Carlos Barroso

Márcio Jerry: o mais novo ditador e oligarca do Maranhão

         O presidente estadual do PcdoB, no Maranhão, o deputado federal Márcio, ‘comandou com mão de ferro’, na quarta-feira (29), uma reunião que defenestrou por completo o líder sindical e ex-presidente do Simproesemma, Odair José.

Utilizando da máxima “o estado sou eu” e “farinha pouca, primeiro o meu pirão”, Jerry, armado da foice e do martelo, decapitou Odair José proibindo a sua candidatura a suplência ao Senado e também ao cargo de deputado federal.

Após a decapitação de Odair José, Jerry impôs a sua esposa Joslene Rodrigues para a primeira suplência da candidata ao Senado pelo PT, Eliziane Gama.

É bom relembrar que o mais novo oligarca tupiniquim já impôs D. Joslene Rodrigues a cargos de primeiro escalão nos Governo Carlos e Flávio Dino.  

Esse é o perfil do coroné Márcio Jerry, “tudo para a minha família”. Já tentou presentear o maninho com a Prefeitura de Colinas e a maninha com a presidência da Câmara de Vereadores também de Colinas.

E, o candidato ao Governo do Maranhão Felipe Camarão (PT) só o silêncio sepulcral, “Tudo pode para meus aliados. Nada de familismo”.    

Gostaríamos de usar cookies para melhorar sua experiência.

Visite nossa página de consentimento de cookies para gerenciar suas preferências.

Conheça nossa política de privacidade.

1
0
Adoraria saber sua opinião, comente.x