PSOL apaga texto que acusava Lula de tirar verba da educação de site

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Um artigo que constava no site do PSOL de São Paulo com o título Governo Lula tirou 32,9 bilhões da educação foi tirado do ar e não consta mais na página nesta sexta-feira (7). O texto havia sido publicado em março de 2009, antes do fim do segundo governo de Lula (PT), e fazia críticas à continuidade da Desvinculação das Receitas da União (DRU) na gestão petista. Criada em 1994 com o nome de Fundo Social de Emergência (FSE), a DRU foi instituída para estabilizar a economia logo após o Plano Real e, na prática, permite que o governo aplique os recursos destinados a áreas como educação, saúde e previdência social em qualquer despesa considerada prioritária e na formação de superavit primário. A DRU está em vigor até o fim de 2023. Na época do artigo publicado pelo PSOL, estava em discussão no Congresso a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 277, de 2008, que retirava a vigência da DRU sobre recursos da educação de forma gradual. A retirada até chegou a acontecer, mas a desvinculação voltou a valer sobre os recursos da educação com a promulgação da Emenda Constitucional 93, de 2016. No texto excluído do site do PSOL paulista, a sigla dizia que dados sistematizados por Salomão Ximenes, membro da associação Ação Educativa, apontavam que os “números atualizados pelo IGP-DI mostraram que a educação perdeu 32 bilhões e 909 milhões de reais com a continuidade da DRU no governo Lula”. O texto era assinado pelo então secretário geral da sigla, Luiz Araújo. Em outro ponto do artigo, o partido que faz parte da coligação de Lula declarou que “no final de 2006 foi aprovada a Emenda Constitucional n° 53 e criado o Fundeb” mas que, entre 2007 e 2008, “já dentro da vigência do Fundeb, quando os recursos teoricamente deveriam ter aumentado e a sangria provocada pela DRU deveria ter diminuído, o que se verificou foi a sua intensificação”. PÁGINA DESAPARECEU Em consulta ao site Wayback Machine, que reúne versões anteriores de páginas da internet, é possível constatar que o endereço do artigo no site do PSOL de São Paulo aparecia como disponível até o fim da noite desta quinta (6). Na manhã desta sexta, no entanto, ao tentar acessar o texto, o site retorna com a mensagem “página não encontrada”.

Após auditoria em 560 boletins de urna, TCU não encontra nenhum dado incorreto

O Tribunal de Contas da União não encontrou nenhuma inconsistência de dados nas 560 urnas auditadas. O TCU fez a conferência do processo de votos para os cargos de senador, governador e presidente da República. A auditoria começou no domingo, 2, ao fim da votação, e a fiscalização foi feita por 15 equipes, que conferiram os boletins de urnas coletados e enviados pelos 54 auditores do TCU que estavam nos Estados. Todo o processo terminou na segunda-feira, 3, e apresentou resultado satisfatório. No relatório da conclusão da auditoria, o ministro do TCU Bruno Dantas parabenizou o trabalho desenvolvido pela equipe e afirmou que a fiscalização foi um sucesso, evidenciando, mais uma vez, a transparência do sistema eleitoral brasileiro. Inicialmente, o tribunal iria checar 540 boletins de urna, mas 20 boletins foram colhidos a mais pelos auditores nos Estados. O TCU ainda vai checar 4.161 boletins de urnas impressos. Esses serão enviados pelos Correios ao tribunal. O objetivo também é atestar a veracidade dos dados divulgados pelo TSE no primeiro turno das eleições. O resultado dessa checagem maior deve ficar pronta em novembro.

Negros tiveram mais sucesso nas eleições de 2022 em partidos de direita

Negro direita

A maioria absoluta dos negros que devem ocupar vagas na Câmara Federal a partir de 2023 são de partidos considerados de “direita”. Os números evidenciam a mentira esquerdista em relação à representatividade. Aliás, o partido com a maior bancada de afrodescendentes é o PL, partido de Jair Bolsonaro. Dos 135 deputados negros que devem assumir vaga na Câmara Federal no ano que vem, 25 são do PL. O Republicanos, partido da base do presidente, elegeu 20 deputados. O União Brasil terá 17. O PT, partido que costuma levantar a bandeira da representatividade, ocupa o quarto lugar. São apenas 16.

Elon Musk deve comprar Twitter por US$ 44 bilhões

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O bilionário Elon Musk retomou proposta de cerca de US$ 44 bilhões pela compra da rede social Twitter. Musk havia desistido da compra, mas enviou carta confidencial entregue à rede social em que volta atrás da decisão. Empresário e empresa enfrentam uma intensa batalha judicial depois de ter assinado o contrato de compra em abril e desistido do negócio. Musk alegou que foi enganado sobre o número de usuários e de contas robotizadas. A rede social tenta quer que Musk pague uma multa de US$ 1 bilhão pela desistência da negociação. Após a possível retomada, os papéis da rede disparavam mais de 13% no mercado financeiro. O bilionário e o Twitter ainda não se pronunciaram oficialmente. Acionistas da Big Tech avaliam a proposta e estão dispostos a aceitá-la, enquanto outros líderes da empresa ainda estão céticos e suspeitam que a nova oferta possa ser uma estratégia ou manobra judicial.

União Brasil libera diretórios e filiados para apoios no segundo turno

luciano bivar

O presidente nacional do União Brasil, Luciano Bivar, anunciou na noite desta quarta (5 de outubro) que o partido adotará neutralidade no segundo turno das eleições presidenciais, e que liberou seus diretórios e filiados para apoiarem qualquer um dos candidatos. “Em um partido tão grande, é natural que haja posições divergentes. Por isso, em respeito à democracia interpartidária, a direção do União Brasil decide liberar seus diretórios e filiados que sigam seus próprios caminhos, com responsabilidade, no segundo turno das eleições presidenciais e estaduais”, disse Bivar. No primeiro turno, o União lançou a candidatura da senadora pelo Mato Grosso do Sul, Soraya Thronicke, que obteve 0,51% dos votos válidos e encerrou a campanha na quinta colocação. Nas disputas estaduais, o partido ainda disputa o governo em quatro estados: Alagoas (com Rodrigo Cunha), Amazonas (com Wilson Lima), Bahia (com ACM Neto), e Rondônia (com Marcos Rocha).

Codevasf trabalha com a Polícia Federal contra máfia das licitações

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A Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf) está colaborando com investigação da Polícia Federal sobre fraudes em licitações por empresas. Um funcionário da empresa foi afastado e a gerência no estado trabalha diretamente com a PF na apuração das denúncias. A operação Odoacro, deflagrado dia 29 de setembro), identificou uma organização suspeita de atuar em fraudes licitatórias e no desvio de recursos públicos envolvendo verbas federais. Na documentação da investigação, a PF destacou que o empresário Eduardo José Barros Costa, sócio oculto da Construservice, é o chefe da quadrilha. Conhecido no Maranhão como Eduardo Imperador, o empresário já é figura costumeira em denúncias de fraudes desta natureza nos últimos 10 anos. Eduardo Imperador chegou a ser preso na primeira fase da operação e depois foi solto. Segundo os advogados do empresário, “tudo o que há nos autos do inquérito policial em curso é fruto apenas do início da investigação e da visão unilateral da Polícia e do Ministério Público sobre os fatos”. Eles disseram ainda que Costa “nunca sequer foi notificado para falar, apresentar documentos e/ou quaisquer outras manifestações defensivas”. Confira a nota da empresa: Em atenção a notícias veiculadas nesta terça-feira (04/10) sobre ações de autoridades policiais no Maranhão, a Codevasf informa que colabora com o trabalho da Justiça e que o processo judicial correspondente encontra-se sob segredo de Justiça. Assim que foi comunicada sobre o caso pelas autoridades, a Companhia prontamente afastou de suas funções o profissional associado aos temas sob investigação. A Empresa possui sólida estrutura de governança implantada; indícios de conduta ilegal ou antiética por parte de seus funcionários são apurados, em quaisquer casos. Atenciosamente,Assessoria de Comunicação | Codevasf

New York Times: “Ficou claro que Bolsonaro estava certo”

Jair Bolsonaro

O primeiro turno das eleições brasileiras neste domingo (2) repercutiu internacionalmente. A eleição foi classificada como “duelo de titãs” pelos principais jornais do mundo, em referência à disputa acirrada entre Jair Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O norte-americano The New York Times chegou a apontar que Bolsonaro “estava claramente certo” em desconfiar das pesquisas de intenção de voto. De acordo com o jornal, ainda que tenha ficado em segundo numericamente, foi o candidato à reeleição quem teve a melhor performance nas urnas. “Durante meses, pesquisadores e analistas disseram que o presidente Jair Bolsonaro estava condenado. Ele estava atrás por uma margem ampla e inabalável na disputa presidencial de alto risco do Brasil (…) e as pesquisas sugeriam que poderia até perder no primeiro turno”, diz trecho do veículo. “Os analistas subestimaram a força de candidatos conservadores em todo o país”, aponta outro trecho, tendo em vista o grande número de parlamentares conservadores, da base de Bolsonaro, eleitos para o Congresso. Já em relação a Lula, o veículo disse que ele está tentando realizar um “espantoso renascimento político que há poucos anos parecia impensável”. Da mesma forma os jornais argentinos La Nacion e Clarin apontaram erros significativos nas pesquisas eleitorais. O espanhol El País também afirmou que Bolsonaro contrariou os levantamentos. “Durante meses, Bolsonaro criticou pesquisas que o punham consistentemente 10 a 15 pontos atrás de Lula. Seus fiéis diziam que ele estava sendo subestimado tal como em 2018, e assim o foi. No momento da verdade, seu apoio real foi maior do que o previsto”, afirmou o veículo. O Wall Street Journal, dos Estados Unidos, foi mais contido em sua análise, mas destacou que “Bolsonaro se saiu bem melhor do que o previsto nas principais pesquisas”.

Crimes dos institutos de pesquisa são caso de prisão, diz Yglésio

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A fraude nacional protagonizada por uma quadrilha de institutos de pesquisa repercutiu no Maranhão. O deputado estadual Yglésio Moyses usou suas redes sociais para afirmar que o caso é de prisão. As pesquisas anteriores à eleição chegaram a mostrar uma diferença de até 18 pontos percentuais entre Lula (PT) e Jair Bolsonaro (PL). Disse Yglésio em suas redes sociais:

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