Prefeito Eduardo Braide reinaugura escola histórica em São Luís

SÃO LUÍS, 19 de junho de 2023 – No último fim de semana, o prefeito Eduardo Braide entregou à comunidade do bairro São Cristóvão a Unidade de Educação Básica (U.E.B.) Felipe Condurú, que passou por uma reforma completa. A escola, uma das mais antigas da rede municipal de ensino de São Luís, não recebia melhorias desde 2018. Fundada em 1959, a instituição comemora 64 anos de existência. A cerimônia de reinauguração foi marcada por um momento importante para a comunidade e bairros adjacentes. O prefeito destacou a relevância da escola e pediu que todos cuidassem do novo ambiente entregue. Ele ressaltou a importância da educação e a responsabilidade de proporcionar um espaço de qualidade e dignidade aos estudantes. A reforma da U.E.B. Felipe Condurú faz parte do programa Escola Nova e abrangeu diversas melhorias, como a reforma de 10 salas de aula, a climatização de todas as dependências, a revitalização da quadra esportiva, da biblioteca, da sala de recursos, além de melhorias na cozinha, refeitório, direção escolar, secretaria, coordenação pedagógica, sala dos professores, sala da supervisão, arquivo, copa, depósito e pátio. A escola atende atualmente 649 estudantes do Ensino Fundamental, do 1º ao 9º ano, nos turnos matutino e vespertino. A reforma foi realizada com recursos próprios do município, demonstrando o compromisso da gestão do prefeito Eduardo Braide em reestruturar a educação em São Luís e proporcionar bem-estar e segurança aos estudantes. Além disso, o prefeito anunciou que, após as férias escolares, serão distribuídos novos uniformes e computadores aos alunos. Durante a cerimônia, foram prestadas homenagens à ex-professora da U.E.B., Assir Alves, autora do hino da escola, que foi cantado pelos educadores da unidade. A professora, emocionada, expressou sua felicidade ao ver a escola reformada e o hino ainda sendo executado pelos alunos. A aluna Agatha Luiza, do sétimo ano, também prestou uma homenagem ao prefeito cantando uma música junto com ele. A entrega da U.E.B. Felipe Condurú é mais uma das ações realizadas pelo programa Escola Nova, que tem transformado a educação em São Luís. O programa inclui a construção e melhoria de escolas, quadras de esportes e creches em toda a cidade. Já foram entregues 10 quadras esportivas totalmente requalificadas e mais de 150 escolas municipais foram reconstruídas. Além disso, estão em andamento a construção de sete creches de tempo integral.
Controle de preços: o verme que não morre

O economista Ludwig von Mises constata que a história econômica é um longo registro de políticas governamentais que fracassaram por ignorar as leis econômicas. Se pelo menos isso servisse para não repeti-las…. mas não parece ser o caso, especialmente quando se trata de controle de preços. São 4 mil anos de exemplos de escassez, desarranjos produtivos e caos social desde os tabelamentos impostos por Hamurabi, na Babilônia. A funesta lista apresenta-se diante da humanidade como a pintura aterrorizante de Goya que retrata Saturno devorando um de seus filhos: não poderia ser ignorada. A divindade romana do tempo devora insaciavelmente tudo o que é vindouro, saturando-se perpetuamente de anos passados. Analogamente, o controle de preços acumula uma história cada vez mais extensa de selvageria e penúria sem nunca cessar. Seus proponentes contam com o apoio das massas condicionadas ao mea culpa coletivo, cuja conduta imediatista as faz compensar a falta de iniciativa individual com apoio sumário a políticas demagógicas. O discurso de luta de classes, por sua vez, torna impossível eliminar o verme anticapitalista que atormenta suas consciências sociais, dentre cujas crias encontra-se o controle de preços. Tal como os vermes literais pululam num corpo biológico corrompido, os vermes das políticas públicas infestam o corpo social em decadência. A tragédia que se abateu sobre o Litoral Norte de São Paulo não foi somente natural, mas resultante também de uma forma de controle estatal: a regulação das construções. Soa contra-intuitivo, mas é a carestia regulatória que força os pobres a viver clandestinamente nas encostas dos morros. Além disso, se não houvesse clandestinidade, um mercado de empreendimentos imobiliários especializados surgiria para atender à demanda por casas seguras e baratas nestes locais. Para tanto, valer-se-iam de chumbamentos, grampeamento do solo e outras técnicas que protegeriam também os arredores dos morros. Mas como, infelizmente, a corrosão institucional do país resultou na corrosão do solo, deixando milhares de pessoas desabrigadas e desabastecidas, não tardou para que o verme do controle de preços ressurgisse em meio à putrefação civilizacional. O deputado federal Nikolas Ferreira propôs a criminalização da elevação de preços durante emergências e calamidades sem justa causa (como se fosse injusto um comerciante tentar reduzir os próprios riscos concatenando oferta e demanda daquilo que já é sua propriedade). O resultado deste despautério seria desastroso para a população atingida, já que preços artificialmente baixos resultam invariavelmente no esgotamento da oferta do produto. Os preços numa economia não refletem o valor subjetivo atribuído ao bem ofertado em si, mas à unidade marginal ofertada, que é aquela adicional após toda a oferta pregressa ser considerada. É por isso que a raridade afeta o valor e, consequentemente, o preço. Um litro de água é mais útil que um litro de whisky, mas é vendido a um preço bem menor devido à abundância. Quando um choque externo de oferta, como um desastre natural, reduz a disponibilidade de um bem na economia, seu preço sobe de forma a refletir a escassez. O sistema de preços tem a função de transmitir informações econômicas que racionalizam a tomada de decisão dos agentes, de forma tal que a carestia da água durante uma calamidade adverte os consumidores para que economizem ao mesmo tempo em que atrai e viabiliza aumento de oferta. Impedir a subida de preços não vai mudar o fato de que há água de menos. Ao contrário, piorará a escassez incentivando o desperdício do recurso e inviabilizando oportunidades de lucro àqueles que quisessem suprir a região afetada. Logicamente, o valor atribuído à água aumentará, incentivando assim o surgimento de um bem-vindo mercado negro, instituição que evitou que os romanos morressem de fome quando Diocleciano impôs congelamento de preços no Século III d. C. É inútil acreditar que a água chegará barata à população necessitada, pois ela será rapidamente varrida do mercado por especuladores que atuam no mercado negro. Sem eles, porém, a situação seria ainda pior já que a demanda artificialmente alta resultaria no consumo imediato por parte dos compradores mais rápidos sem incentivo à reposição do item. Quando os preços flutuam livremente, é natural que a carestia da água também atraia ações caritativas para abastecer os mais pobres. Estas, contudo, são dificultadas quando o controle de preços afugenta a oferta local e mercadores são substituídos por fiscais estatais pagos com o dinheiro arrancado da mesma população que sofre os efeitos da calamidade. O monge dominicano do século XVI Martin de Azpilicueta, grande expoente da economia escolástica, argumenta que se controlar os preços é péssimo em condições normais, é ainda pior durante emergências. Foi o que aconteceu na Pensilvânia durante a Guerra Revolucionária Americana (1775-1783), quando artigos imprescindíveis ao Exército foram tabelados acarretando o desabastecimento das forças de George Washington. Na ocasião, o Congresso Continental reconheceu o erro pronunciando que “já foi descoberto pela experiência que limitações impostas aos preços das mercadorias não apenas são ineficazes para o objetivo proposto, como também são igualmente geradoras de consequências extremamente maléficas.” Algumas vezes, o efeito da interferência estatal é ainda mais duradouro. O congelamento de preços no Egito Ptolomaico, adotado para minimizar flutuações na oferta, resultou no colapso agrícola da sociedade. O romance “Os Noivos”, de Alessandro Manzoni, excelente recomendação do meu amigo Paulo Briguet, relata os efeitos da Guerra dos Trinta Anos e de outras duas grandes pragas que se abateram sobre a Lombardia no século XVII: a peste bubônica e o controle de preços. Este foi pior. Atraiu mendigos que se concentraram em Milão atrás de pão barato, mas nada obtiveram. Mercadores de regiões com superávit não vieram. A desnutrição reduziu a imunidade dos indigentes e os lazaretos (hospitais onde os doentes eram quarentenados) ficaram superlotados. O autor escreve que para prever as consequências das políticas populistas, basta inverter o efeito que seus proponentes propagandeiam. Lamentavelmente, defensores do controle de preços são aqueles que parecem preocupados com os desvalidos enquanto seus oponentes soam mais como mercenários contratados por comerciantes inescrupulosos. Apenas recordem que toda a estrutura industrial e comercial que nos separa da barbárie e da subsistência foi construída por empresários e comerciantes guiados
A pesquisa fajuta EPO sobre o cenário político em São Luís

REDE DE MENTIRAS: O Maranhão ganhou mais um instituo de pesquisa. Trata-se do EPO (Estratégia Pesquisas de Opinião), que divulgou uma pesquisa de caráter duvidoso sobre o ambiente político. Por que duvidosa? Pelo simples fato de praticar o esporte preferido dos institutos de pesquisa: impor delírios como se estes fossem dados da realidade. FOREST GUMP: Com todo respeito à vereadora Fátima Araújo (PCdoB), mas divulgar uma pesquisa em que a parlamentar ocupa o posto de mais influente da Câmara Municipal é acreditar que o consumidor de pesquisas é burro. Pior que isso: Fátima Araújo possui quase o triplo de impressões sobre sua influência na Câmara do que o presidente da Casa, Paulo Victor (PCdoB). A lista dos vereadores mais atuantes é a seguinte: Fátima Araújo (4,2%), Marquinhos (3,8%), Andrey Monteiro (3%), Nato Júnior (2,4%), Marcial Lima (1,8%), Beto Castro (1,6%), Daniel Oliveira (1,6%), Astro de Ogum (1,6%), Paulo Victor (1,6%) e Raimundo Penha (1,4%). A TEORIA DE TUDO: Uma gota de retranca na realidade aqui e outra acolá em um enorme oceano de delírios. Esta é a análise da pesquisa do tal EPO. Em relação aos vereadores, uma análise rápida da exposição, articulação e prestígio político dos parlamentares da Câmara de São Luís mostra ser IMPOSSÍVEL a liderança de Fátima Araújo no quesito atuação. Fátima Araújo não está no núcleo político da casa, não protagoniza discussões, não lidera, não faz oposição e nem defesa da gestão municipal, não apresentou projetos de apelo popular e muito menos envolveu-se em situações de grande ressonância social nos últimos meses. Os números da pesquisa são desconexos de qualquer relação MÍNIMA com a realidade. É óbvio que a situação não pode ser uma mentira escancarada ou, talvez, tratar-se apenas de um erro metodológico. Contudo, se a seriedade e rigor científico fossem parâmetros do tal instituto, uma aberração desta natureza não seria publicada como o foi. OS FANTASMAS SE DIVERTEM: As eleições de 2022 trouxeram um dado da realidade dificultoso para o ex-prefeito Edivaldo Holanda Jr: em uma disputa com outros políticos sem atuação na cidade, ele conseguiu terminar em 4º lugar. O desempenho de Edivaldo, de certa forma, liquidou as pretensões políticas futuras do ex-prefeito. Contudo, para o EPO, nada aconteceu em 2022 que pudesse abalar Holanda. Na pesquisa divulgada pelo instituto, o ex-pedetista aparece em 3º lugar das intenções e teve um crescimento de quase 50% em relação ao eleitorado da capital em uma eleição majoritária. O EPO iniciou sua jornada divulgando uma pesquisa que traz diversas inconsistências. O CULTO: No mais, é decepcionante constatar a corrida para analisar a tal pesquisa e usar seus números fajutos para prever alguma coisa. Em tempos de clamor pela ciência, é bom ouvir os conselhos de Karl Popper. O filósofo dizia que não se busca nas coisas que sustentam uma tese a meta de sua validação, mas naquelas que a desabonam, que a negam. Este foi chamado de o “princípio da falseabilidade”. Se uma parte, ou várias partes, está errada, a tese/estudo/teoria não serve. Usar a pesquisa EPO como ponto de partida para qualquer análise política é como ter na fábrica do Papai Noel o parâmetro para a oferta de presentes no Natal. É isso.
Lista dos Arraiais de São Luís 2023

SÃO LUÍS, 17 de junho de 2023 – O período junino de 2023 chegou, e o Blog do Linhares traz a Lista dos Arraiais de São Luís que contém dos principais pontos para brincar o São João na ilha de São Luís. Consulte nosso blog para conferir a lista completa dos principais arraiais, com nome, período e localizador, e prepare-se para viver momentos inesquecíveis nesse período junino de 2023. Para os amantes da tradição e da cultura maranhense, o “Arraial do Assembleia” é parada obrigatória. Entre os dias 15 e 18 de junho. A casa do povo se transforma em um verdadeiro cenário encantado, repleto de danças folclóricas, brincadeiras e personagens cativantes do nosso rico folclore. Venha se encantar com a magia desse arraial! Se a sua energia é inesgotável e você quer dançar a noite toda, não pode perder o “Arraial da Cidade”. Esse arraial, que acontece durante quase todo o período já é conhecido por reunir os verdadeiros guerreiros da diversão, que só param quando o sol nasce. Com barracas de comidas típicas para manter a energia lá em cima e muito forró do início ao fim, a festa está garantida. Mas não para por aí! A Lista dos Arraiais de São Luís traz ainda muitos outros arraiais incríveis, espalhados por toda a cidade. É a oportunidade perfeita para mergulhar na cultura junina, experimentar comidas típicas deliciosas e se divertir ao som do autêntico forró pé de serra. Então, marque na sua agenda, prepare o chapéu de palha e curta o melhor do São João com a Lista dos Arraiais de São Luís. A festa está só começando! 1. Arraial da Assembleia – Local: Avenida Jerônimo de Albuquerque, Cohafuma – Horário: 19 horas – Período: 15 a 18 de junho LOCALIZAÇÃO/GPS: https://abrir.link/ZUFtc 2. Arraial da Cidade: – Local: Praça Maria Aragão – Horário: 19h às 23h em 14/06, 15/06 – 18h às 22h em 16/06 – 18h às 01h em 17/06 – 18h às 22h em 18/06 LOCALIZAÇÃO/GPS: https://abrir.link/dTmhg 3. Arraial Santo Antônio de Pádua – Local: Largo da Igreja Matriz, Cohajap – Horário: 21h – Período: Não especificado LOCALIZAÇÃO/GPS: https://abrir.link/dnBSB 4. Arraial do Rio Anil Shopping – Local: Avenida São Luís Rei França, Jardim Eldorado – Horário: 18h – Período: 16/06, 17/06 e 18/06 LOCALIZAÇÃO/GPS: https://abrir.link/HV1NR 5. Arraial do Sagrado Coração de Jesus – Local: Casa Sagrado Coração, Cantinho do Céu – Período: Realizado no dia 10 de junho LOCALIZAÇÃO/GPS: https://abrir.link/CtSqX 6. Arraial da Apecf – Associação do Pessoal da Caixa Econômica Federal no Maranhão – Local: Rua José Luís Nova da Costa, Calhau – Período: Realizado nos dias 9 e 10 de junho LOCALIZAÇÃO/GPS: https://abrir.link/38iFZ 7. Balaio de Sotaques 2023 – SESC Turismo – Local: Praça Pantheon, Deodoro e Av. São Carlos, Jardim Paulista – Olho D’Água – Horário: 19h30 às 23h00 – Período: 15 a 18 de junho LOCALIZAÇÃO/GPS: https://abrir.link/mSi8O 8. São João da Aerca (Associação Esportiva Recreativa Carajás) – Local: Rua do Bico, Turu – Horário: Às 19h – Data: Dia 16 de julho LOCALIZAÇÃO/GPS: https://abrir.link/Gx29L 9. Arraial Santo Antônio – Local: Praça Antônio Lobo, em frente à escola Modelo, centro – Horário: 19h às 23h – Período: 22 de junho a 1 de julho LOCALIZAÇÃO/GPS: https://abrir.link/9F0AS 10. São João dos Bancários – “Arraial de Lutas 2023” – Local: Sede Recreativa do Sindicato dos Bancários, Turu – Horário: 19h às 00h – Período: Dois dias – 17 e 24 de junho LOCALIZAÇÃO/GPS: https://abrir.link/Ds2ev 11. Arraial do São Luís Shopping – Local: Avenida professor Carlos Cunha, Jaracaty – Horário: 19h às 20h – Período: 16 e 17 de junho, 23, 24 e 29 de junho LOCALIZAÇÃO/GPS: https://abrir.link/7coBr 12. São Ouro da AABB (Arraial da Associação Atlética do Banco do Brasil) – Local: Av. dos Holandeses, Calhau – Horário: 20h às 23h – Período: 16 a 17 de junho LOCALIZAÇÃO/GPS: https://abrir.link/Bn51t 13. Pátio Norte Shopping – Local: Estrada de São José de Ribamar – Horário: 18h30 às 20h – Período: 16/06 e 17/06, 23/06, 24/06 e 29/06 LOCALIZAÇÃO/GPS: https://abrir.link/p5F3f 14. Arraial da Câmara Municipal de São Luís – Local: Pátio da Câmara Municipal – Horário: 17h às 22h – Período: 17 de junho LOCALIZAÇÃO/GPS: https://abrir.link/8CC8j 15. Arraial dos Vinhas – Local: Praça do Letrado – Horário: A partir de 17h – Período: 17 a 18 de junho LOCALIZAÇÃO/GPS: https://abrir.link/tWf7Z 16. Arraiá da Padroeira – Local: Paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro – Avenida 3, Cohab-Anil II – Horário: Não divulgado – Período: 18 a 27 de junho LOCALIZAÇÃO/GPS: https://abrir.link/Jt2LS 17. Centro Cultural Vale Maranhão – Local: Avenida Henrique Leal, Centro – Horário: 19h – Período: Todo o mês de junho LOCALIZAÇÃO/GPS: https://abrir.link/TG8cD 18. Arraial da Liberdade: – Local: Viva Liberdade – Horário: 19h às 00h – Período: 8 dias – Dias: 09-11/06, 16-18/06, 23-24/06 LOCALIZAÇÃO/GPS: https://abrir.link/aXAS7 19. Arraial do Ceprama: – Local: Rua São Pantaleão, 1212 – Madre Deus – Centro – Horário: 19h às 00h – Período: 8 dias – Dias: 08-11/06, 15-18/06 LOCALIZAÇÃO/GPS: https://abrir.link/LPxwq 20. Arraial da Vila Palmeira: – Local: Parque Folclórico – Parque da Vila Palmeira, Av. Projetada – Horário: 19h às 00h – Período: 12 dias – Dias: 08-11/06, 15-18/06, 22-25/06 LOCALIZAÇÃO/GPS: https://abrir.link/BNztf 21. Arraial do Cohatrac: – Local: Praça Nossa Senhora de Nazaré – Rua 02 – Cohatrac II – Horário: 19h às 00h – Período: 12 dias – Dias: 08-11/06, 15-18/06, 22-25/06 LOCALIZAÇÃO/GPS: https://abrir.link/nl5Ex 22. Arraial do Anjo da Guarda: – Local: Praça da Ressureição – Horário: 19h às 00h – Período: 8 dias – Dias: 15-18/06, 22-25/06 LOCALIZAÇÃO/GPS: https://abrir.link/Oj1GP 23. Arraial da Praça da Fé: – Local: Casa do Maranhão – Rua Portugal – Praia Grande
Eliziane protege ex-ministro que falsificou documentos do dia 8/1

BRASÍLIA, 15 de junho de 2023 – Relatora da CPMI que investiga os ataques do dia 8 de janeiro, a senadora maranhense Eliziane Gama está protegendo o ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), Gonçalves Dias, acusado de falsificar relatório de inteligência enviados ao Congresso Nacional. Eliziane tem manobrado para impedir a convocação de Gonçalves Dias e assume a postura sob a justificativa de que “ainda não é o momento”. O QUE DIZ A SENADORA “Temos uma caminhada, uma ordem de calendário e neste momento não cabe ouvi-los [Gonçalves Dias e Dino], até porque na linha temporal eles são atores que se referem exatamente ao período do 8 de janeiro”, disse Eliziane ao site Poder360. A justificativa da senadora esbarra em si mesma. Uma vez que as suspeitas sobre Gonçalves Dias recaem sobre o fato de omissão ainda nos dias que antecederam os ataques. DOCUMENTOS FALSIFICADOS Ocorre que o ex-ministro comprovadamente falsificou um conjunto de documentos da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) sobre o 8 de Janeiro entregues ao Supremo Tribunal Federal e exibidos na Comissão Mista de Controle das Atividades de Inteligência (CCAI) do Congresso Nacional. A comparação relatórios mostra que o Gabinete de Segurança Institucional (GSI), comandado por Gonçalves Dias, adulterou o primeiro relatório de inteligência enviado ao Congresso e retirou do documento os registros que mostram que ele tinha conhecimento dos riscos de tumulto e de invasão aos prédios do Congresso, Planalto e STF. O primeiro documento entregue aos deputados não traz os onze alertas que o ministro recebeu no próprio telefone celular entre 6 e 8 de janeiro sobre a movimentação dos golpistas. Os mesmos alertas constam de uma outra versão do mesmo documento, enviada pela própria Abin à mesma comissão, só que em 8 de maio. Dias já não era mais chefe do GSI, agora comandando pelo general Marco Antonio Amaro dos Santos. O Congresso, por requisição da própria CCAI, recebeu a primeira versão dos documentos logo depois dos atos golpistas. A segunda foi entregue por ordem do ministro Alexandre de Moraes, em resposta a um pedido da Procuradoria-Geral da República. As adulterações promovidas pelo GSI sob o comando de Dias revelam que agentes do governo identificaram o “risco de ações violentas contra edifícios públicos e autoridades” antes dos atos do dia 8 de janeiro. Além de falsificar os documentos, Dias ainda negou em depoimento à Polícia Federal ter recebido alertas da Abin sobre os riscos de invasão e ataques aos edifícios-sede dos Três Poderes. Diante da gravidade dos fatos, a única justificativa para o adiamento do depoimento de Dias na CPMI do 8 de Janeiro é a de que a senadora opera para proteger Gonçalves Dias e dar-lhe tempo para encontrar uma saída para o problema.
Os erros de Tarcísio ao financiar adversários

Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por José Linhares Jr (@joselinharesjr)
A esquerda morreu

A esquerda política foi morrendo em etapas e depois morreu de uma só vez: Assistir de perto a morte da esquerda Passei 30 anos procurando a esquerda política. Como Winston Smith em 1984, fui movido pela noção idealista de que certamente deveria existir uma alternativa revolucionária. Na graduação (1988 a 1992), frequentei a faculdade mais à esquerda que pude encontrar, Swarthmore. Quando George HW Bush lançou sua guerra no Iraque, havia cerca de vinte de nós que se uniram para se opor a ela. Desse grupo, apenas cerca de cinco estavam comprometidos com a organização política real para acabar com a guerra. Não havia professores abertamente marxistas. Em 1990, viajei para a América Central, onde a esquerda havia sido devastada por décadas de governo autoritário e genocídio absoluto. Trabalhei em uma cooperativa de gado sandinista na única história de sucesso deixada na região, a Nicarágua. Encontrei principalmente machismo, não alguma teoria política transcendente de base. Agora a Nicarágua sob os sandinistas regrediu ao autoritarismo brutal que uma vez tentou derrubar. Nos anos 2000, eu queria ir para a faculdade de direito para estudar Teoria Crítica do Direito, mas restavam apenas dois professores no país que ainda trabalhavam nessa área e estavam prestes a se aposentar. A conferência anual sobre Teoria Crítica do Direito nos EUA havia parado de se reunir e não havia periódicos produzindo bons trabalhos sobre o tema. Escrevi sobre isso há algum tempo no meu Substack. Fiz um mestrado em políticas públicas na UC Berkeley de 2010 a 2012 e descobri que o espírito revolucionário deixou aquele lugar na década de 1960. Minhas aulas de políticas públicas eram repletas de professores desenhando gráficos no quadro-negro mostrando como o salário mínimo e os sindicatos eram ineficientes. Os poucos professores esquerdistas que ainda restavam na UC Berkeley estavam no departamento de Geografia e todos falavam uma linguagem codificada que é impossível de entender de fora (portanto, nenhuma revolução viria deles). Eu fiz meu Ph.D. de 2014 a 2019 no departamento de economia política mais radical que encontrei. Restavam alguns professores marxistas, mas eles se concentravam principalmente em projetos históricos. Os professores mais novos estavam escrevendo meditações pós-modernas sobre tempo e espaço (portanto, nenhuma revolução viria deles) e críticas intermináveis ao neoliberalismo (que funciona como uma espécie de plano de emprego permanente para a esquerda que nunca ameaça as estruturas de poder existentes). Minha busca de três décadas pela esquerda política revelou uma série de cidades fantasmas. Como Winston Smith, descobri que a Irmandade existe apenas como uma ideia, não como um movimento político realmente existente.
Tarcísio dá R$ 300 milhões para militância LGBT

SÃO PAULO, 13 de junho de 2023 – Por anos a militância iconoclasta LGBT militou pela posse do palacete Franco de Mello, localizado na avenida Paulista, em São Paulo. Avaliado em cerca de R$ 200 milhões, a posse do casarão foi negada por Alckmin e Dória. Contudo, no governo de Tarcísio de Freitas (Republicanos), que se apresenta conservador, a posse do casarão foi concedida ao movimento que tem como bandeiras a abolição da família e o ataque ao cristianismo. Eleito por cristãos, Tarcísio dá R$ 300 milhões para militância LGBT. Enquanto entidades e empresas que pretendem ter sedes na avenida Paulista (um dos endereços mais caros do Brasil) desembolsam milhões de reais em recursos próprios, a militância exigiu por anos que o pagador de impostos paulista custeasse o mimo. Apresentado ainda em 2014 durante o governo de Geraldo Alckmin, o projeto pretende instalar um centro de cultura LGBTQ no palacete Joaquim Franco de Mello, na avenida Paulista, região central da capital. Geraldo Alckmin e João Doria, antecessores de Tarcísio, não cederam ao projeto da militância LGBT. Com o autoproclamado “conservador”, a justificativa foi de “trazer para o estado um debate voltado à inclusão de todas as orientações, identidades e expressões de gênero, com mais inclusão e equidade”. R$ 300 MILHÕES PARA O ADVERSÁRIOS Tarcísio foi eleito com o voto massivo de cristãos e conservadores do interior do estado, Tarcísio foi massacrado na capital do estado, lugar dominado pela esquerda. Apesar disso, o governador não vê problema em inflar, inda mais, a já capilarizada militância LGBTQ que tem, entre várias de suas propostas, a destruição de várias bandeiras do eleitor do próprio Tarcísio. A aquisição de um palacete para a militância esquerdista irá custar R$ 200 milhões aos pagadores de impostos. A reforma do lugar sairá por mais R$ 60 milhões. Além disso, também foram concedidos “incentivos” para a ampliação de um “museu LGBT” na Praça da República e mais recursos para a Parada Gay. Em seus primeiros cinco meses de mandato, Tarcísio de Freitas inundou os cofres da militância LGBT, um braço forte do comunismo no país, em mais de R$ 300 milhões.