Direita ganha reforço de peso nas eleições de São Luís em 2024

SÃO LUÍS, 28 de junho de 2023 – O historiador e advogado Diogo Gualhardo Neves anunciou nesta semana sua filiação ao partido NOVO. Considerado um dos quadros mais capacitados da emergente direita maranhense, Neves também afirmou que pretende disputar as eleições municipais do ano que vem na capital maranhense. “Após pedidos de familiares e apoiadores, decidi voltar à vida partidária”, disse em suas redes sociais. CURRÍCULO E IDEIAS Formado em Direito e História, Gualhardo ainda sustenta os títulos de Mestre e Doutor em Ciências Sociais pela Universidade Federal do Maranhão. Ele também é sócio-efetivo do Instituto Histórico e Geográfico do Maranhão. Questionado sobre que tipo de contribuição pode dar ao debate político na capital maranhense, Gualhardo afirmou que São Luís precisa de uma guinada nas discussões políticas. “Infelizmente a política na cidade está resumida ao aspecto eleitoral. O que importa é quem tem mais liderança, melhor desempenho em eleição e só. Há um distanciamento, uma espécie de abandono, das discussões e pautas sobre a vida cotidiana na cidade. Se fala de transporte para ganhar voto, mas não se apresenta solução. Se fala em saúde para atrair a atenção do eleitor ao mesmo tempo em que nenhuma saída é mostrada. Nós vamos quebrar esse círculo vicioso”, disse. A CASA DA DIREITA Com o partido do ex-presidente Jair Bolsonaro, o PL, sitiado pelo deputado federal Josimar de Maranhãozinho, o NOVO tem avançado nas pautas conservadoras no estado e atraído a simpatia de políticos e simpatizantes de centro-direita e direita. Segundo o presidente do NOVO no Maranhão, Leonardo Mendonça, a intenção é tornar o partido “a casa da direita maranhense”. A filiação de Diogo Gualhardo qualifica ainda mais os quadros do partido no estado. Antes dele, o NOVO já celebrou a entrada do segundo colocado nas eleições estaduais de 2022 no Maranhão, o médico, e ex-prefeito de São Pedro dos Crentes no Maranhão, Lahesio Bonfim. Lahesio é hoje o maior nome da oposição no Maranhão e deve lidera-la na disputa das eleições de 2026.

Economia ou Comédia: Ana Paula Lobato quer tirar Campos Neto do Banco Central

SÃO LUÍS, 26 de junho de 2023 – Ao longo de sua trajetória política a simpática senadora Ana Paula Lobato (PSB) nunca demonstrou publicamente conhecimentos mínimos sobre economia básica. O que, de certo, não significa que não os possua. Cumpriu bem o papel de importante liderança local na Baixa Maranhense, a região mais miserável do Maranhão, e saiu-se bem como companheira do deputado estadual e ex-presidente da Assembleia, Othelino Neto. Recentemente ela protocolou um pedido de exoneração do presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto. DOIS LADOS DE MOEDAS DIFERENTES Pois bem, aparentemente bastaram alguns meses para que a senadora desse um salto em sua atuação e, de liderança secundária regional, envergasse autoridade para questionar a política monetária do presidente do Banco Central, o economista Roberto Campos Neto. Campos Neto é membro de uma linhagem de economistas, sendo neto do lendário Roberto Campos. Tem passagens pelas mais diversas instituições financeiras internacionais e recebeu, ao longo de seu mandato como presidente do Banco Central, diversos prêmios concedidos, em grande parte, por outros membros de bancos centrais do mundo. Já Ana Paula Lobato, que protocolou o pedido de exoneração de Campos Neto da presidência do Banco Central no Conselho Monetário Nacional na última sexta (23), sustenta um diploma de enfermagem e um vazio absoluto no currículo de cargo, ocupação de função e/ou declaração sobre qualquer aspecto de macroeconomia, microeconomia e/ou educação financeira em todos os seus 40 anos de vida. ATESTADO ASSINADO O documento de pedido de exoneração de Campos Neto possui três páginas. E, acreditem, em uma boa parte dele tem como base indicadores positivos da política monetária comandada por… Campos Neto. O documento assinado pela senadora atinge seu auge entre o 10º e 13º parágrafo da peça, Ana Paula Lobato apresenta e elogia os resultados da política monetária nacional como justificativa para a demissão do homem que toca a política econômica do país nos últimos quatro anos. Diz o documento bisonho de Ana Paula Lobato: Recentemente, o economista Robin Brooks, presidente do Instituto de Finanças Internacionais, declarou que o Brasil está se tornando um país com estabilidade externa e moeda forte, porquanto se verifica um crescente e persistente superávit comercial frente aos outros países da região, especialmente Argentina e México. Também recentemente, a Standard and Poor’s, uma das três maiores agências de avaliação de riscos do mundo, aumentou a nota do Brasil, o que não ocorria havia quatro anos e ainda sinalizou que pode continuar melhorando a classificação do nosso país. Registre-se, por sua relevância, a consistente queda que vem tendo a inflação, atingindo patamares inferiores aos do Primeiro Mundo. Pode parecer mentira, mas a senadora maranhense teve a coragem de pedir o afastamento de Campos Neto enaltecendo os bons resultados da política monetária do próprio Campos Neto. E isso lançando mão na conversa fiada de “elevada taxa de juros” que anda fazendo a cabeça de gente leiga Brasil à fora. Para quem se deu ao trabalho de ler o mínimo sobre política monetária, o que não parece ser o caso de Ana Paula Lobato, a elevação da taxa de juros é a principal arma de combate à inflação. O fenômeno inflacionário atual é um fenômeno planetário. E as medidas monetárias aplicadas por Campos Neto ainda durante a pandemia não foram apenas elogiadas por seus pares em outros bancos centrais do mundo, mas copiadas. Ainda no mês passado, para ficar em exemplo recente, o Banco Central dos EUA elevou sua taxa de juros e foi prontamente acompanhado pelo Banco Central Europeu. Mantendo uma tendência de alta nos últimos anos. Mas, talvez estejam todos certos e lá em alguma de suas aulas de enfermagem, tenha aprendo algumas teorias econômicas desconhecidas por economistas do mundo inteiro. No mais, dois dias após o pedido de exoneração apresentado pela senadora, o Boletim Focus, divulgado hoje (26), diminuiu a estimativa inflacionária do Brasil em 2023 e aumentou a expectativa do PIB. De um lado os fatos e vastos relatórios de quem entende, do outro as três páginas de Ana Paula Lobato. ANA PAULA NO BANCO CENTRAL JÁ! O fato é que talvez estejam todos errados em todo lugar ao mesmo tempo e o pedido da senadora/enfermeira Ana Paula Lobato deva ser levado em consideração. Quem sabe, não é? Quem sabe? O presidente Lula poderia ir além e indicar a senadora para ocupar o cargo. O Brasil pode estar presenciando o nascimento de um prodígio na economia e não se dá conta disso. Quem sabe o nosso primeiro Prêmio Nobel recebido por um brasileiro não seja conquistado, na economia, pela Pinheirense? Basta ter fé. Na falta de conhecimento e propriedade, é preciso apenas ter fé. De resto, a postura de Ana Paula Lobato serve para evidenciar a completa inexistência de oposição no Senado. Duvido muito que algum senador ou deputado tenha a coragem de pedir à senadora Ana Paula Lobato uma explanação simples, coisa de 5 minutos, entre a relação que existe entre política monetária, taxa de juros e inflação.

O progressismo não produz progresso

progressismo

Uma análise franca e objetiva da ideologia progressista mostra que, enquanto movimento político e ideológico, o progressismo não se aproxima de absolutamente nada que possa ser chamado de progresso, por razões tão contundentes quanto óbvias. Na verdade, chega a ser irônico que o progressismo tenha esse nome. Não é sem razão ou motivo que muitos usuários de redes sociais passaram a chamar os progressistas de regressistas. De fato, o progressismo está tão distante do autêntico progresso quanto está da racionalidade, do bom senso, da ética, da biologia e da verdadeira medicina. Na verdade, sua plataforma político-ideológica está na contramão de tudo aquilo que é edificante, coeso, construtivo e moralmente salutar. Consequentemente, é impossível que o progressismo produza qualquer coisa diferente daquilo que tem produzido até o presente momento — tirania, totalitarismo ideológico, coletivos histéricos e agressivos, parasitismo institucionalizado e expansão dos poderes de repressão do estado. Existem muitos motivos pelos quais o progressismo não produz progresso. Progressistas certamente vão alegar que a culpa da falta de resultados é, na realidade, de conservadores e reacionários, que não permitem a eles agirem de forma mais plena na sociedade. Realmente, muitos conservadores e reacionários agem como barreiras de restrição contra as bestialidades e os excessos progressistas. Se assim não fosse, a indústria farmacêutica estaria aplicando vacinas obrigatórias em todas as pessoas semanalmente, nenhum bebê seria identificado pelo seu gênero biológico, pronomes neutros seriam obrigatórios em todas as escolas e a indústria médica estaria entupindo crianças com hormônios de forma ininterrupta tão logo elas aprendessem a andar, sem a necessidade de consentimento dos pais e com a total aprovação do governo. A ideologia progressista certamente produz muitas coisas. O progresso da sociedade, no entanto, não está entre elas. O que o progressismo mais produz, irremediavelmente, são coisas nefastas, como contendas, divisão social, uma militância histérica e encolerizada, extrema irracionalidade, a precedência das emoções sobre a razão e ignorância generalizada. O progressismo não produz progresso, primariamente, por três razões principais: Trata-se de uma ideologia baseada na divisão sempre crescente da sociedade em grupos distintos, conflitantes e incompatíveis. Não há nenhum desejo real de resolver tais conflitos, apenas de instigá-los. Plataforma econômica nula, que nega os benefícios do livre mercado, em defesa da intervenção e do monopólio estatal sobre tudo. Indubitavelmente, o progressismo deriva sua força do seu ímpeto de dividir a sociedade em um número sempre crescente de classes e grupos distintos. Todos esses grupos tem como inimigo comum o homem branco “cisgênero heteronormativo” (como os progressistas chamam o homem comum); mas está se tornando cada vez mais corriqueiro que grupos que estão debaixo do guarda-chuva progressista, por alguma razão, acabem brigando entre si. Para citar um exemplo, os conflitos entre feministas e mulheres trans (que são homens biológicos) estão aumentando substancialmente. No mês de fevereiro deste ano, na Escócia, Nicola Murray — uma mulher que supervisiona e administra um abrigo para mulheres vítimas de violência doméstica — entrou na mira da polícia, simplesmente por se posicionar, pacificamente, contra a invasão cada vez maior de mulheres trans em espaços antes destinados exclusivamente a mulheres biológicas. Ela foi acusada de ser intolerante e de difundir discurso de ódio.

Duarte Junior tenta lacrar e leva puxão de orelha do presidente da CPI

Duarte Junior na CPMI

BRASÍLIA, 22 de junho de 2023 – O presidente da CPMI do 8 de Janeiro, Arthur Maia (União), chamou a atenção do deputado federal Duarte Junior (PSB). Segundo Maia, Duarte atua para “chamar a atenção da mídia” na CPMI. O fato aconteceu durante o depoimento de Silvinei Vasques, ex-chefe da Polícia Rodoviária Federal (PRF). Duarte acusou Vasques de mentir durante seu depoimento e exigiu a prisão do depoente. Instado por Maia a justificar o pedido de prisão, o deputado tergiversou e não apontou quais seriam as mentiras que justificariam a prisão: “O que não pode é não ter regras, não ter procedimento, não ter forma, não pode é que aqueles que descumprem a lei lá fora, que atentam contra a democracia lá fora, aqui dentro da Casa, que atentaram contra o patrimônio público, venham aqui brincar com o regimento dessa Casa, brincar com a nossa cara”, disse. Percebendo a tentativa do deputado de usar a CPMI como palanque pessoal, Maia partiu para cima e criticou a intenção de autoprover-se de Duarte. “Vossa Excelência está fazendo um discurso político. Vossa Excelência alegou no começo, como vantagem para si próprio, o fato de que estava trazendo uma série de elementos para justificar. O tempo da sua excelência era para fazer uma questão de ordem, está fazendo um depoimento político e não vou permitir”, falou.

Ex-trans processa hospital ter sido induzida a mudar de sexo aos 13 anos

MULHER PROCESSA HOSPITAL 1

EUA, 22 de junho de 2023 – A norte-americana, Kayla Lovdahl, está movendo um processo contra médicos e um hospital que realizaram a remoção de seus seios quando ela tinha apenas 13 anos de idade, sob a alegação de que ela era um homem trans. A notícia foi divulgada pelo The New York Times. Kayla Lovdahl, também conhecida como Layla Jane, afirma ter sido pressionada a “acalmar a crença equivocada de que era transgênero” aos 11 anos de idade, após ter sido exposta a influenciadores online. Ela abriu um processo no Tribunal Estadual da Califórnia contra os Hospitais da Fundação Kaiser e quatro médicos. A mulher relata que foi avaliada pelos médicos por apenas 75 minutos quando tinha 12 anos e que, em seguida, foi recomendado o tratamento que mudou sua vida permanentemente. De acordo com seus representantes legais, os médicos basicamente deram a Kayla uma prescrição médica e permitiram que suas emoções e sentimentos infantis e ingênuos ditasse o suposto “tratamento” que ela receberia. Kayla diz que seus pais buscaram ajuda profissional quando ela afirmou ser um menino, e os médicos confirmaram essa ideia porque estavam interessados em lucrar com a cirurgia de transição. Um ano antes da remoção dos seios, aos 13 anos, Kayla, erroneamente diagnosticada como trans, afirma que já estava tomando bloqueadores hormonais e testosterona sem uma avaliação psicológica adequada. Kayla alega ainda que os médicos disseram à sua família que “é melhor ter um filho vivo do que uma filha morta”. Ela iniciou sua destransição aos 17 anos e afirma que os médicos foram negligentes. Kayla Lovdahl também menciona ter sido vítima de “abuso médico ideológico e com fins lucrativos”.

Ataques contra escolas aumentam 300% no primeiro ano de Lula

Ataques contra escolas

BRASIL, 20 de junho de 2023 – Apesar de toda a verborragia do ministro da Justiça Flávio Dino, que tenta relacionar ataques contra escolas e internet, há em um curso um fenômeno incômodo para o atual Governo Federal: o aumento no número de ataques contra escola na gestão do presidente Lula já atingiu em 5 meses 60% do número total de ataques na gestão de Jair Bolsonaro. Enquanto no primeiro ano de Bolsonaro foi registrado apenas um ataque, com Lula já são três faltando ainda 7 meses para o fim do ano. Um aumento real de 300%. Nos quatro anos de governo do ex-presidente Jair Bolsonaro foram registrados cinco ataques. Suzano (2019), Saudades (2021), Barreiras (2022), Sobral (2022) e Aracruz (2022). No governo Lula já são três ataques em menos de apenas meses: São Paulo, Blumenau e agora Cambé. A RAZÃO DO AUMENTO DE ATAQUES CONTRA ESCOLAS Ao longo dos meses o ministro Flávio Dino tem feito um esforço enorme para ligar os ataques ao que ele chama de profusão do discurso de ódio na internet. Acontece que a internet continuar a mesma do governo passado quando foi registrada uma média de 1.3 ataques por ano. No primeiro ano da atual gestão, que ainda tem 7 meses para terminar, essa média já chegou a 3 ataques e pode aumentar mais. Por sua trajetória política, caso fosse Flávio Dino opositor ao atual governo, é provável que ele culpasse a gestão Lula pelos ataques. IMPUNIDADE Frequentemente aliados e entusiastas do atual governo costumam culpar a garantia do direito à posse de armas como responsável pelo aumento no número de ataques. Contudo, a retomada de políticas que facilitem o acesso a armamento por civis foi iniciada na gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro. Na atual gestão, ainda durante o governo de transição, Flávio Dino fez questão de anunciar em várias ocasiões que o acesso seria dificultado. A comparação entre os ataques durante toda a gestão de Bolsonaro com apenas os cinco primeiros meses de Lula mostra uma ruptura entre o discurso de Flávio Dino e arealidade. Por outro lado, policiais e especialistas em segurança pública já percebem um aumento nos números da criminalidade. Opositores do atual governo culpam a crescente sensação de impunidade, supostamente trazida com o novo governo, como justificativa para o aumento do número de crimes contra a pessoa.

Flávio Dino volta a usar tragédias em escolas para defender censura

Flavio Dino ataques escolas

BRASÍLIA, 19 de junho de 2023 – Flávio Dino (PSB), voltou a usar ataques a escolas como pretexto para instituir censura e controle da internet. A nova investida do ministro aconteceu ainda na manhã desta segunda (19 de junho) após o assassinato de uma estudante em Cambé, no Paraná. “O que nós vimos hoje, em larga medida no Brasil, é exatamente apologia à violência, que está hoje na palma da mão da nossa juventude, pelos smartphones, tablets e pela proliferação irresponsável de mensagens de violência e ódio na internet, derrubando, às vezes, os esforços das famílias.”, disse o ministro. Desde que Flávio Dino assumiu o ministro da Justiça e Segurança Pública, o Brasil passa por uma onda de ataques a escolas que preocupa a população. Como medida para evitar os ataques, o ministro aposta em mecanismos de controle das redes sociais. MUDANÇA DE DISCURSO Até poucas semanas atrás, o ministro culpava a proliferação de grupos neonazistas como uma das razões para a onda de ataques. Nesta segunda, o ministro mudou o tom e começou a atacar fantasmagóricos “mensagens de violência e ódio na internet”. Ao contrário do grande volume de declarações após os casos, as ações do ministério são inexistentes até agora. O ziguezague no discurso também demonstra que há a possibilidade real de que o ministro sequer saiba as razões dos ataques em plena crise durante sua gestão.

Ex-deputado Deltan Dallagnol parte para os Estados Unidos após cassação

Deltan Dallagnol

CURITIBA, 19 de junho de 2023 – Após ter seu mandato cassado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o ex-deputado federal Deltan Dallagnol (Podemos-PR) embarcou em uma viagem para Chicago, nos Estados Unidos, na noite deste domingo. Dallagnol compartilhou um registro em seu perfil no Instagram, posando ao lado do telão de embarque no Aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, às 22h21, e já chegou à cidade americana na manhã desta segunda-feira. Na legenda da foto, ele escreveu “Novas aventuras”, sem compartilhar detalhes sobre a motivação da viagem. A assessoria de Dallagnol informou que o ex-parlamentar viajou aos Estados Unidos para palestrar em um evento cristão organizado pela Acton University, que arcará com as despesas. A previsão é de que ele retorne após o dia 25, até o final do mês de junho. Na semana passada, o deputado federal Pastor Marco Feliciano (PL-SP) aconselhou Dallagnol a buscar asilo político em um país com uma democracia plena, destacando que ele possui documentos suficientes para justificar o pedido. Feliciano expressou preocupação com a possibilidade de que seu mandato seja apenas o primeiro de uma série de retaliações, afirmando que já tomaram sua posição e que seu patrimônio também está em risco. Deltan Dallagnol perdeu o mandato com base na Lei da Ficha Limpa, uma decisão dos magistrados que consideraram que o ex-parlamentar deixou o Ministério Público para evitar punições relacionadas à operação Lava-Jato. Essa cassação levanta debates sobre a aplicação e a interpretação da lei, além de levantar dúvidas sobre a integridade do sistema judiciário brasileiro. Em consequência da decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Carlos Hauly (Podemos-PR) assumiu a cadeira na última terça-feira. Durante sua posse, o suplente fez um discurso na tribuna, alegando que sua presença em plenário foi uma intervenção divina. A mudança no cenário político reforça a controvérsia em torno da cassação de Dallagnol e levanta questionamentos sobre os critérios utilizados na sucessão de cargos políticos. A viagem de Deltan Dallagnol para os Estados Unidos representa um novo capítulo em sua trajetória, repleto de incertezas e questionamentos sobre o sistema judicial brasileiro. Enquanto ele se prepara para participar de um evento internacional, os debates em torno de sua cassação e as repercussões políticas do caso continuam a desenrolar-se no Brasil.

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