Em assembleia geral, empresas afastam presidente do SET

Em assembleia geral extraordinária realizada na manhã desta sexta-feira (27), um grupo de empresários associados ao Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros de São Luís (SET) decidiu afastar cautelarmente o presidente (interventor) da entidade, José Gilson Caldas Neto, por 30 dias. Além do afastamento, os filiados deliberaram pela instauração de um processo disciplinar para apurar as supostas irregularidades cometidas no exercício do cargo pelo gestor e empresário, sócio-proprietário da Ratrans (antiga Gonçalves). Para administrar o SET, a assembleia geral determinou a formação de uma junta governativa, que responderá por todos os atos do sindicato durante o período de afastamento de Gilsinho, como o empresário é mais conhecido. O presidente ficará fora do cargo até a conclusão do processo disciplinar, cujo objetivo será investigar as irregularidades apontadas no Processo de Apuração Disciplinar a ser instaurando contra o mesmo Uma vez concluída a investigação, está poderá culminar, inclusive, com a expulsão do mesmo do SET, a depender das irregularidades que forem constatadas. Imbróglio sucessório Gilson Neto assumiu a presidência do SET há cerca de dois anos, na condição de interventor, por decisão do Tribunal Regional do Trabalho (TRT-MA), após uma divergência interna, levada a julgamento da corte trabalhista por um dos sócios devido à falta de consenso sobre a eleição de uma nova diretoria. Como o imbróglio sucessório jamais foi resolvido, ele se mantém no posto desde então, de forma precária, mas já começava a se articular para tentar conquistar um mandato por via eleitoral.
Eduardo Braide vence Duarte no 1º debate do segundo turno

O debate realizado pela Band na noite desta quarte (25) escancarou as táticas de campanha usadas pelos candidatos Eduardo Braide (Podemos) e Duarte Jr (Republicanos) no segundo turno. Enquanto Braide fazia a opção pelo debate sobre a cidade, Duarte partia para acusações requentadas das eleições de 2016. Antes de mais, cabe um elogio a Band que conseguiu apresentar uma fórmula de debate que deixou os candidatos livres para o debate. A condução da jornalista Daniela Bandeira também foi espetacular. Tanto Duarte como Braide tiveram a chance, de uma forma imparcial e dentro de regras claras, de exporem suas ideias. A novidade no debate ficou no segundo bloco e ápice do debate de ontem. Os dois candidatos tiveram 15 minutos para usar livremente. O ponto baixo do debate foi o bloco em que especialistas perguntavam a um candidato e o outro respondia. As perguntas foram abstratas demais. Mas, a atuação pífia dos especialistas no primeiro bloco não comprometeu, uma vez que os candidatos pouca, ou nenhuma importância, deram a elas. Durante o debate o que se viu foi um Duarte Jr obcecado pelo confronto. Usou 80% do seu tempo para requentar os ataques desferidos a Braide em 2016 e os outros 20% para falar sobre a cidade. Já Eduardo Braide demonstrou incômodo no início dos debates com as provocações do adversário, mas em seguida conseguiu controlar os ânimos e dominou quase todo o segundo bloco. Braide fez, pelo menos, 10 perguntas sobre peculiaridades da cidade que ficaram sem resposta por Duarte no segundo bloco. Na mais vexatória delas, ele questionou o adversário sobre detalhes do programa São Luís em Obras (de autoria do prefeito Edivaldo Holanda Jr). Duarte não respondeu. Questões sobre a zona rural e acessibilidade também foram desprezadas por Duarte, que usava cada segundo do seu tempo para atacar Braide. Em certa altura do debate ficou claro que Duarte, pelo menos por conta do seu comportamento, acredita na tese de que xingar, debochar e atacar Braide será o suficiente para sua vitória. Já Braide segue tentando, fracassadamente, levar o debate para o campo das propostas. Se o adversário não quer, não haverá tal debate. Pela tentativa de tentar qualificar o debate, por ter demonstrado mais conhecimento sobre números e a situação de São Luís e por não ter se amedrontado e reagido aos ataques, Eduardo Braide venceu o primeiro debate contra Duarte Jr.
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Braide e o respeito ao próximo que Duarte não mostrou

O deputado federal Eduardo Braide (Podemos) tomou nesta terça-feira, 24, uma decisão que todos esperaram ter sido tomada pelo seu adversário, Duarte Júnior (Republicanos), no primeiro turno. Ao saber que sua vice, Professora Esmênia Miranda, testou positivo para a CoVID-19, Braide decidiu também se submeter ao teste e suspender toda a sua agenda, até que o resultado seja divulgado. Braide tomou a decisão em respeito ao povo de São Luís, que corria risco de contaminação com o andamento da campanha. A postura de Braide é totalmente diferente da que Duarte Júnior é acusado de ter tomado no primeiro turno; o deputado republicano teria continuado a campanha mesmo depois de saber que estava com CoVId-19. Duarte Júnior circulou sem máscara e, segundo o Lacen, já contaminado pela CoVID-19, ás vésperas do primeiro turno Pelo menos esta é a informação do laboratório Central do governo do Estado (Lacen), que divulgou o exame de Duarte, negado por ele. (Saiba mais aqui e aqui) A argumentação de Duarte o torna o único cidadão do mundo a ter testado positivo para CoVID-19 e estar totalmente curado apenas oito dias depois. Ele alega ter pego a doença apenas no dia 11 de novembro; e já no dia 19 estava de volta às ruas. De qualquer forma, a postura de Eduardo Braide e a de Duarte Júnior diante do próximo também deve ser levado em conta na hora do voto. É simples assim…
CNJ arquiva fake news de Eliziane Gama contra juíza de Coroatá

A campanha difamatória da senadora Eliziane Gama (Cidadania) contra a juíza Anelise Nogueira Reginato foi encerrada pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Em decisão sumária, o conselho decidiu pelo arquivamento de denúncia da parlamentar que acusava a magistrada de “mandar prender” pastor na cidade. A senadora comunista registrou denúncia no Conselho Nacional de Justiça (CNJ) em que acusava a magistrada Anelise Nogueira Reginato de “atentado à liberdade religiosa” por sua conduta no caso. As investigações do conselho apontaram para a completa ausência de provas na denúncia. No dia 11 de novembro um desentendimento entre o pastor Natanel Santos e a juíza Anelise Nogueira Reginato resultou na condução do pastor até a delegacia da cidade para assinatura de Termo Circunstanciado de Ocorrência. Natanael, ao contrário do que noticiou Eliziane nos dias seguintes, não fora preso a pedido da juíza. Aliás, tanto o pastor quanto a juíza, em depoimento à autoridade policial da cidade, contaram a mesma versão para o início do caso: o som estava alto demais e a juíza solicitou, enquanto cidadã, ao pastor que o abaixasse. As versões se contradizem nos momentos posteriores. Anelise afirma que Natanel voltou a aumentar o som, ele nega. Foi quando Anelise fez o que qualquer pessoa faz neste tipo de ocorrência: acionou a autoridade policial. Os policiais destacados para atender a ocorrência conduziram Natanael até a delegacia que se prontificou a comparecer na manhã seguinte para esclarecer o acontecimento. POLITIZAÇÃO E ARQUIVAMENTO Acontece que a senadora Eliziane Gama já no dia seguinte começou a noticiar em suas redes sociais que Natanael havia sido preso a pedido da magistrada. Além disso, a parlamentar alardeou que iria formalizar uma denúncia no CNJ por intolerância religiosa. Mesmo que o próprio Natanael afirmasse em seu depoimento que realmente estava com o som elevado em um primeiro momento. A decisão da corregedora nacional do CNJ, Maria Thereza de Assis Moura, tomou como base documentação da delegacia de polícia de Coroatá. Segundo a corregedora, em nenhum momento se pode observar qualquer tentativa de Anelise de fazer sua posição de magistrada. Sendo que ela só foi identificada enquanto tal no dia seguinte ao episódio em depoimento. A decisão da corregedora ainda evidencia o fato de que ao acionar a autoridade policial, a juíza agiu como “cidadã comum” com base no artigo 69 da lei 9.099/95. “A autoridade policial que tomar conhecimento da ocorrência lavrará termo circunstanciado e o encaminhará imediatamente ao Juizado, com o autor do fato e a vítima, providenciando-se as requisições dos exames periciais necessários”.
Nova pesquisa mostra Braide com 51,28% e Duarte com 33,58%

O Instituto DataM divulgou neste domingo (22), a primeira pesquisa de intenção de votos no segundo turno da eleição para a Prefeitura de São Luís, entre os candidatos Eduardo Braide (Podemos) e Duarte Júnior (Republicano) Veja os números da pesquisa estimulada: Eduardo Braide (Podemos) – 51,28%Duarte Júnior (Republicano) – 33,58%Nào sabem/Não responderam – 8,18%Nenhum/Nulo – 6,96% Se considerados apenas os votos válidos, Braide chega a 60,4% das intenções de votos. Expectativa de vitória – Segundo a pesquisa DataM, 62,88% dos entrevistados acreditam na vitória de Eduardo Braide no segundo turno. 23,81% disseram que Duarte Júnior vence e 12,94% não sabem/não responderam. Pesquisa – O levantamento do Instituto DataM foi feito entre os dias 16 e 19 de novembro e ouviu 800 pessoas. A pesquisa está registrada sob número MA-1140/2020. A margem de erro de 4 pontos para mais ou para menos e intervalo de confiança de 95%.
Edivaldo Holanda Jr se torna maior que Flávio Dino

Nos últimos dias o número de denúncias por abuso de autoridade no blog se multiplica. São dezenas de funcionários de repartições estaduais que afirmam estarem sendo chantageadas em seus locais de trabalho. Ou apoiam e integram a campanha do candidato do governo, ou sofrerão as consequências. O secretário de educação, Felipe Camarão, em uma citação garimpada na internet, chegou a dizer que a neutralidade no pleito representará uma passagem ao inferno. Enquanto Flávio Dino tiraniza, chantageia e coloca seus cães, como Felipe Camarão, na caça de quem aceita escravizar seu voto, Edivaldo Holanda Jr adotou um tom de serenidade na eleição. Enquanto Flávio abandonou o estado pela eleição, Edivaldo vive o ponto mais alto de sua gestão. O latido alto de Flávio Dino e de seus cães deixa escancarada sua mesquinharia e pequenez. O silêncio de Edivaldo Holanda Jr atesta o gigantismo de um estadista. Mesmo que faça alguma opção nos próximos dias, ninguém espera que o prefeito vista o manto da tirania e aterrorize os funcionários da prefeitura como está fazendo o governador com os funcionários do estado. A eleição de 2020 tornou Edivaldo Holanda Jr maior que Flávio Dino. E toda a classe política já tem essa impressão, inclusive os aliados mais de próximos do governador.