Flávio Dino foi 4º político mais popular do Brasil na internet em 2020

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O governador maranhense Flávio Dino (PCdoB) é o quarto político mais popular do Brasil na nas plataformas Facebook, Instagram, Twitter, YouTube, Wikipedia e Google. Elaborado pela consultoria Quaest, o ranking avalia o desempenho de 13 personalidades da política nacional e é liderado com folga pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido). Dino só é superado, além de Bolsonaro, pelo apresentador Luciano Huck e pelo ex-presidente Lula. Foram superados pelo comunista o ex-candidato à Prefeitura de São Paulo Guilherme Boulos (PSOL), os ex-presidenciáveis Fernando Haddad (PT), Ciro Gomes (PDT), João Amoêdo (Novo), Alvaro Dias (Pode) e Marina Silva (Rede), o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e o deputado federal Alessandro Molon (PSB-RJ). Bolsonaro lidera com folga o posto de político mais popular na internet há anos seguido de longe por Huck. Apesar de colocado atrás de Lula, Flávio Dino ficou muito próximo do ex-presidente. Outro nome de peso da política nacional que deve protagonizar as eleições de 2022, o governador João Doria também foi superado por Flávio Dino. Para a elaboração do IPD (Índice de Popularidade Digital) foram monitoradas: fama (número de seguidores), engajamento (comentários e curtidas por postagem), mobilização (compartilhamento das postagens), valência (reações positivas e negativas às postagens), presença (número de redes sociais em que a pessoa está ativa) e interesse (volume de buscas no Google, Youtube e Wikipedia). A notícia que originou este texto foi publicada originalmente no jornal Folha de São Paulo

Flávio Dino deixará governo em 2022 para enfrentar Bolsonaro

cropped Flavio Dino

O governador comunista Flávio Dino (PCdoB) afirmou em entrevista que provavelmente deixará o governo para disputar as eleições em abril de 2022. O prazo é determinado para todos os gestores que pretendem disputar cargos nas próximas eleições. Pois bem, a lógica e a história indicam que Flávio Dino segue firme em seu projeto de tornar-se a grande liderança de esquerda no país. E esse plano passa, necessariamente, pela candidatura a presidente da República. Veja os pontos cruciais que reforçam a tese de que o comunista será candidato a presidente do país. HISTÓRIA: Flávio Dino foi eleito deputado federal em 2006 pelo ex-governador Zé Reinaldo Tavares. Ganhou um mandato de presente, uma vez que não morava no Maranhão e teve votos em cidades em que sequer pisou. Dois anos após entrar pelas portas dos fundos na política, Dino tentou ser prefeito de São Luís. Foi ao 2º turno e quase vence. Em 2010 trabalhou duramente para desacreditar Jackson Lago, expulsá-lo da política e tomar seu lugar como líder da oposição. Foi o principal disseminador da notícia falsa de que Jackson estava inelegível. Roseana Sarney venceu no primeiro turno, mas Flávio Dino terminou em segundo lugar e conseguiu assumir o lugar de anti-sarney. OBSTINAÇÃO: Em 2012, com uma eleição praticamente ganha para prefeito de uma capital, Dino declinou da campanha e escolheu Edivaldo Holanda Jr como candidato. Muitos consideraram a manobra como arriscada por trocar a eleição certa naquele ano por um sonho em 2014. Flávio Dino poderá ter se tornado prefeito de uma capital com apenas SEIS ANOS de vida pública. Preferiu seguir o plano de ser governador. DESAPEGO: Apesar de ser ter vida política meteórica, Dino mostra ser um político extremamente paciente. Ficou sem mandato em 2010 e deixou de ser prefeito em 2012. Ficou quatro anos sem mandato, o que é impensável para um político. ARTICULAÇÃO: Nos últimos dois anos o governador tem trabalhado incessantemente pela criação de um novo partido de esquerda. Ciente de que o velho modelo foi destruído pela corrupção e pela Operação Lava Jato, Dino tenta unir PSB e PCdoB em uma legenda renovada que deixe para trás os símbolos que caíram em desgraça com o eleitorado. Além disso, o segundo mandato de Flávio Dino é muito mais caracterizado por uma tentativa de nacionalizar o próprio nome do que de cuidar da política regional. Tanto que 2020, pelo prisma político, foi um ano de fracasso retumbante. OPORTUNIDADE: Em 2022 a política brasileira passará por uma renovação. Nomes como Marina Silva, Ciro Gomes e Lula devem ser definitivamente enterrados. Assim como viu que em 2010 havia a chance de substituir Jackson Lago, Flávio Dino sabe que uma candidatura nas próximas eleições fatalmente deve acabar em derrota eleitoral. Contudo, caso saia dessas eleições como referência nacional da esquerda, a missão terá sido cumprida. E Flávio Dino sabe que não existe vácuo em política. SE não for ele, pode ser outro. E se não for ele em 2022, muito dificilmente será em 2026 (ano em que a esquerda deve começar a ressuscitar eleitoralmente). EGO: A vaidade de Flávio Dino é conhecida até pelo mais entusiasta de seus aliados. O comunista se acha superior. Ocupar o cargo de senador seria apenas ser mais um entre outros 80. Ser líder da esquerda nacional é, para um ególatra como Flávio Dino, é indiscutivelmente mais valoroso do que ser mais um parlamentar no congresso.   Pois bem, Flávio Dino não será deputado estadual e nem federal. Candidatar-se ao Senado seria apenas seguir a lógica corriqueira d apego a cargo que ele já demonstrou não seguir. A única possibilidade de termos um Flávio Dino candidato ao Senado é um Flávio Dino deixando de ser Flávio Dino.

Osmar Filho atropela Duarte Jr e consolida reeleição na Câmara

Osmar Filho

Poucas semanas atrás o deputado e candidato derrotado nas eleições de São Luís fez uma reunião com vereadores eleitos no Palácio dos Leões. A meta era lançar uma chapa para a Presidência da Câmara Municipal de São Luís e transformar a casa em uma espécie de pedra no sapato da futura gestão de Eduardo Braide. Em sua primeira empreitada como articulador no confronto com o vereador Osmar Filho (PDT) o deputado não deu nem para “o cheiro”. Na fatídica reunião Duarte pediu ao vereador Paulo Victor (PCdoB) que enfrentasse Osmar Filho. Menos de 24 horas após a estratégia de Duarte ser exposta, seu candidato declarou voto a Osmar. Nesta terça foi a vez do vereador Astro de Ogum, também do PCdoB, confirmar o apoio à reeleição de Osmar. O atual presidente deve ser aclamado por unanimidade na próxima eleição para a mesa diretora da Câmara Municipal e gabaritar-se como grande liderança política da capital. Já Duarte Jr, sem o apoio do Palácio dos Leões, do vice-governador e do deputado Josimar de Maranhãozinho demonstrou que não coloca medo em ninguém.

Anúncio de Flávio Dino fortalece Carlos Brandão

Carlos Brandao

O governador Flávio Dino anunciou hoje, em diálogo com o jornalista Clóvis Cabalau durante entrevista no Bom Dia Mirante, que deve deixar o governo em abril de 2022. Flávio Dino irá disputar cargo eletivo nas próximas eleições e impedimentos legas o impedem de continuar no cargo. A notícia fortalece a pré-candidatura de Carlos Brandão (Republicanos) uma vez que o governador no período eleitoral deve ser o próprio Brandão. Com o “poder da caneta” em mãos Brandão se torna automaticamente o favorito na disputa. Flávio Dino ainda disse que pretende ajustar toda a composição política de 2022 já em 2021 para evitar as disputas internas que aconteceram em 2022. O fato é que em abril de 2022 o Maranhão estará livre de Flávio Dino.

Doentes são obrigados a comprar remédios em hospitais públicos no Maranhão

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Os quase R$ 700 milhões recebidos pelo Governo do Estado pelo Programa Federativo de Enfrentamento ao Coronavírus SARS-CoV-2 (Covid-19) parecem não ter sido o suficiente para garantir o enfrentamento da pandemia no estado. Com dezenas de milhões gastos até o momento, segundo o Portal da Transparência da Secretaria de Estado da Saúde, o governo Flávio Dino (PCdoB) parece não estar aplicando adequadamente toda essa verba. Um forte indício de má gestão dos recursos são os pedidos feitos por hospitais da rede estadual para que as famílias de pacientes internados com o novo coronavírus comprem remédios por conta própria. A situação atinte até mesmo pacientes nas Unidades de Terapia Intensiva (UTIs). Um dos hospitais do Estado que têm cobrado de familiares dos doentes para adquirir remédios que o governo deveria fornecer na pandemia é o Genésio Rego, situado na Avenida dos Franceses, no bairro Vila Palmeira. Detalhe: na unidade são cada vez mais frequentes os casos de pacientes que contraem bactérias durante o período de internação, agravando o quadro clínico de quem já sofre com sintomas graves e, em determinados casos, extremamente letais. Um dos episódios mais recentes foi de um homem de 59 anos internado e intubado na UTI para tratamento da Covid-19, cuja família foi contactada, no último fim de semana, para que providenciasse com meios próprios o remédio Prosso, usado para reposição de cálcio no organismo. A solicitação veio depois que a equipe médica constatou uma infecção por bactéria no paciente. De pronto, os parentes se mobilizaram e atenderam o pedido do hospital. A medida do Genésio Rego soa estranha e ao mesmo tempo despropositada, uma vez que existem verbas oriundas de fontes federais, estaduais e até de doações para custear o enfrentamento à Covid-19, incluindo a cobertura dos gastos com a manutenção dos leitos, salários de profissionais de saúde, compra de medicamentos e outras despesas inerentes à pandemia. Reforça a suspeita de má aplicação dos recursos destinados a prevenir e combater o novo coronavírus no Maranhão o fato de os servidores dos hospitais estaduais permanecerem calados ao serem questionados por familiares dos doentes sobre os pedidos de compra dos remédios. Sem conseguir explicar por que a própria unidade de saúde não fornece os medicamentos, recepcionistas, técnicos de enfermagem e até profissionais graduados, como médicos, enfermeiros e assistentes sociais, não conseguem esconder o constrangimento com a situação. Drama Em meio à medida polêmica do sistema estadual de saúde de transferir às famílias a obrigação de custear medicamentos aos pacientes internados para tratar a Covid-19, vale mencionar o drama das pessoas que não dispõem de meios para arcar com os gastos com os remédios solicitados pelos hospitais. Nesse caso, a dificuldade financeira pode representar a diferença entre a vida e a morte, se é que isso já não é fato. Por uma triste ironia, em uma das paredes da recepção do Genésio Rego há uma placa onde se lê, em letras garrafais, a seguinte frase: “O Atendimento do SUS é Gratuito”, algo que no Maranhão comunista está longe de ser verdade, em plena crise da Covid-19.

Quem diria: Flávio Dino prepara cancelamento do comunismo no Brasil

Flavio Dino

Fundado em 1962, o PCdoB está com os dias contatos. A foice e o martelo devem ser, muito em breve, banidos da política nacional. E pode parecer delírio, mas o termo “comunismo” não será eliminado por nenhum direitista, mas por um comunista. No dia 29 de janeiro o PCdoB lançou uma nova marca, o Movimento 65. Como não poderia deixar de ser, os comunistas mentiram na ocasião do lançamento da nova marca. Disseram que a intenção era “formar uma frente ampla contra Jair Bolsonaro”. Poucos meses depois, o governador Flávio Dino falou um pouco da verdade. “Temos que adotar uma tática que leve em conta a tática política, marcas etc., porém, sem alterar o conteúdo”, disse. Na mesma entrevista Dino ainda afirmou que a foice e o martelo “são do século 19”. O Movimento 65 lançado em janeiro não conta com símbolos tradicionais do partido e apresenta predominantemente as cores verde e amarela. O vermelho, cor do comunismo, ficou restrito ao número da legenda. O fato é que a internet fez a população fugir da prisão educacional brasileira e descobrir do que, verdadeiramente, se trata o comunismo: uma ideologia assassina, totalitária, antidemocrática que arruinou todos os países em que foi implantada. Sabedor disso, Flávio Dino capitaneia o processo de eliminação do termo da política brasileira. Nos bastidores o que se sabe é que o nanico PCdoB será absorvido pelo PSB. O resultado deve resultar em uma nova legenda, o “Socialista”. O partido iria abrigar o projeto presidencial de Flávio Dino. O fato é que a cada dia que passa a vaidade, arrogância e absolutismo do governador maranhense se torna mais escancarado: em nome de projetos pessoais ele deve entrar para a história como o homem que cancelou o comunismo na política partidária brasileira.

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