Troca de comando no 2º BPM evidencia desmonte da PM por Flávio Dino

A saída do comandante do 2° BPM de Caxias está incomodando tropa e população. Durante o tempo em que atuou na cidade, o major Daniel Kraiesk Pires Lages conquistou o respeito dos colegas e a admiração da comunidade. Em seu pouco tempo de comando, o major conseguiu melhorar os rendimentos do BPM no interior do estado. Foi dele a autorização e começo das construções de uma quadra poliesportiva coberta e de uma pista de corrida para os policiais. Além disso, Daniel Kraiesk também conseguiu uma academia completa. Kraiesk é conhecido por ser um comandante apaziguador, o que se reflete nos números do Batalhão. O 2º BPM apresenta um dos melhores índices de apreensão de armar de fogo no interior. Mesmo com pouca estrutura, Kraiesky busca parcerias para contornar a situação. Foram cedidas pela Prefeitura de Caxias três carros modelo Amarok para ajudar no patrulhamento da cidade. Com o anúncio da saída de Kraiesky, a Prefeitura recolheu os veículos que, após muita conversa retornaram ao batalhão. O único setor que festeja a saída do major é a bandidagem de Caxias.
Deputado quer barrar “motéis de Flávio Dino” na Justiça

Após a reprovação popular da construção de cabines íntimas para presidiários durante a pandemia pelo Governo Flávio Dino, o Deputado Federal Aluísio Mendes (PSC-MA) decidiu impedir a ação. Os custos da construção da obra que foi popularmente batizada de “os motéis de Flávio Dino” chegam a um milhão e meio de reais. A ação de Aluísio Mendes na Procuradoria Geral da República questiona a prioridade, moralidade e eficiência da contratação, demonstrando que em plena pandemia a secretaria evita medidas preventivas para realizar ações que podem potencializar a proliferação do contágio. Para Mendes a lei do FUNPEN “demonstra que em vez de se construir verdadeiros “motéis” para encontros íntimos dos detentos, que são um risco à própria população carcerária, em face de gerar riscos de contágio, podem ser feitas construções, adequações e aperfeiçoamentos nas unidades prisionais para enfrentarem a pandemia, melhorando-se às práticas de distanciamento dos detentos e fazendo adequações nas instalações de saúde das unidades prisionais.” Aluísio ainda afirmou já ação que “em vez de tamanho gasto ser realizado para “cuidar” dos encontros íntimos dos presos, deveria, pela lei, serem realizadas políticas públicas de efetiva proteção das vítimas dos crimes”. Pedindo ao Procurador Geral da República para “viabilizar o investimento de tais valores na compra de vacinas e insumos para proteger a vida dos maranhenses no enfrentamento da pandemia ou, em sendo adotado entendimento de direcionamento exclusivo dos recursos ao sistema carcerário, que os recursos sejam direcionados para a compra de vacinas para os profissionais que trabalham no sistema carcerário e detentos.”
O grande traidor
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Após agenda em Brasília com Bolsonaro, novo superintendente da Codevasf no MA é empossado

A Superintendência da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco (Codevasf) volta a ser comandada pelo ex-superintendente Celso Dias. A decisão foi tomada pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) após reunião em Brasília. O presidente da Câmara de Deputados, Arthur Lira, também esteve reunido com Dias. Nas duas situações Dias foi acompanhado pelo deputado federal, vice-líder do governo e líder do PSC na Câmara Federal, deputado Aluísio Mendes (PSC-MA). Durante a reunião foram destacadas o reforço de ações conjuntas e parcerias entre a companhia e os prefeitos, parlamentares e lideranças políticas no estado. “O que foi discutido foi efetividade nas ações do governo federal e facilidade no acesso da Codesvasf por gestores municipais e possíveis parceiros em prol de melhorias à população do Maranhão”, afirmou Celso Dias. Os presidentes Bolsonaro e Arthur Lira, solicitaram de Dias isonomia no tratamento aos parlamentares. Segundo Lira, é importante que o ocupante do cargo seja hábil na contemplação das demandas de todos os parlamentares do estado. “Em minha primeira passagem prezei pelo bom relacionamento com todos os parlamentares. É claro que essa será uma situação a ser mantida”, afirmou Dias. O deputado Aluísio Mendes saudou o novo superintendente da Codevasf. “Ele já traz a experiência de um belo trabalho na companhia. Com certeza irá atender às exigências do presidente de proporcionar a liderança adequada que a Codevasf necessita no estado neste momento”, ressaltou Aluísio. A 8ª Superintendência Regional da Codevasf, cargo que irá ser assumido por Celso Dias, abrange as bacias hidrográficas dos rios Munim, Mearim, Parnaíba, Pericumã, Tocantins, Turiaçu e todas as demais bacias hidrográficas do Estado do Maranhão. Com atuação assegurada por lei nos 217 municípios do estado, o principal objetivo é contribuir para a melhoria da vida e desenvolvimento socioeconômico do estado. A atuação se dá por meio da execução direta ou de parcerias com os municípios.
Vereadores vistoriam unidades de saúde em São Luís

Nove vereadores de São Luís visitaram nesta semana duas unidades de saúde da capital: o Hospital da Criança e o Socorrão II. A vistoria não teve agendamento e foi realizada em caráter de surpresa. Segundo explicou o vereador Marquinhos Silva (DEM), a intenção foi encontrar a realidade vivida por pacientes. “Não informamos nada para que a realidade não fosse modificada”, disse. Na vistoria do hospital da Criança foi constatado que a unidade de saúde está superlotada, não há ar condicionado funcionando e os banheiros estão com problemas como, por exemplo, falta d’água, torneiras quebradas, portas com defeitos. Além disso, o hospital permanece em obra há mais de dois anos. No Socorrão II, os vereadores constataram que a situação é ainda mais delicada. Por lá, o tomógrafo não funciona há um mês e o aparelho de ressonância magnética parado há dois anos e falta de macas. Um relatório detalhado com as demandas e cada unidade de saúde será elaborado para que seja encaminhado ao prefeito de São Luís, Eduardo Braide (Podemos) para que sejam sanados os problemas encontrados na vistoria. “O fato é que a situação no Hospital da Criança e no Socorrão II é desumana. Demanda grande demais, deficiência no atendimento por vários fatores desde físicos a falta de material. Vamos fazer um relatório minucioso mostrando cada problema encontrado e solicitar ao prefeito Braide providências urgentes”, afirmou Marquinhos Silva.
Braide discute projeto Cidade Empreendedora com o Sebrae

O prefeito Eduardo Braide se reuniu na terça-feira (9), com representantes da diretoria do Sebrae, para discutir sobre novas parcerias com a entidade, com o objetivo de fomentar atividades voltadas para o empreendedorismo, geração de emprego e renda, e qualificação profissional. As ações que devem ser colocadas em prática a partir da parceria, fazem parte dos eixos do programa Cidade Empreendedora, uma iniciativa do Sebrae que integra gestão pública e pequenos negócios em um ambiente de oportunidades para estimular a economia local e o desenvolvimento do município.
Após ser humilhada e perseguida, Maura Jorge presta homenagem a Flávio Dino

A prefeita de Lago da Pedra, Maura Jorge (PSDB), provavelmente foi uma das pessoas mais perseguidas pelo governador Flávio Dino (PCdoB) nos últimos seis anos. Quando prefeita na gestão passada, ela chegou a ser impedida de discursar na própria cidade. Pois bem, parece que toda essa situação não bastou. A prefeita divulgou reunião com o secretário de Segurança Pública do Estado, Jeferson Portela. Após a reunião, Maura Jorge fez questão de mostrar deferência ao governo e agradecer “o apoio”. A ampla divulgação da situação pela equipe de comunicação da prefeita evidencia uma tentativa de aproximação ao Governo Flávio Dino. O entusiasmo da prefeita revela que a reunião foi muito além de um simples encontro institucional. As palavras revelam uma tentativa de “homenagem” ao governador. Dadas as ambições políticas do secretário Jeferson Portela, não seria espanto se Maura Jorge apoiasse o comunista nas eleições de 2022. Vale ressaltar ainda que Maura Jorge ocupou cargo no governo de Jair Bolsonaro quando os ataques de ser (ex)adversários eram mais frequentes. O gesto de simpatia da prefeita prestada indiretamente ao governador na pessoa do secretário é dessas coisas da política que custam a ser entendidas.
Recusar vacina pode gerar demissão por justa causa

O Ministério Público do Trabalho (MPT) está preparando uma nota com uma série de recomendações às empresas sobre os procedimentos a serem adotados quando o governo liberar um cardápio mais amplo de vacinas contra covid-19 e o programa de imunização atingir a maioria da população economicamente ativa. O órgão deverá divulgar, nesta terça-feira (9/2), um texto detalhando as recomendações e sinalizando que, em último caso, quando o funcionário se recusar a tomar a vacina contra a covid-19, a empresa poderá demitir o trabalhador por justa causa. Segundo o MPT, a orientação aos empresários será de que é dever do empregador prover os meios de colaborar com a saúde dos funcionários, e, portanto, o trabalhador também precisará cumprir com a parte que será de sua responsabilidade para garantir a imunidade de rebanho no ambiente de trabalho. Em entrevista aos jornais Valor e O Estado de S. Paulo, o procurador geral do trabalho, Alberto Bastos Balazeiro, adiantou que o MPT elaborou um guia sobre a vacinação da covid-19. O documento, que orientará as fiscalizações, ainda é interno, mas será disponibilizado no site do órgão para as empresas. “O guia não é um convite à punição, é um convite à negociação e à transparência. É preciso ter compreensão de que saúde não é matéria de aspecto individual, é coletiva”, afirmou Balazeiro ao Valor. A avaliação é que existe um parâmetro jurídico, estabelecido pelo Supremo Tribunal Federal (STF), a ser seguido. Em dezembro do ano passado, a Suprema Corte decidiu que a vacinação é obrigatória, mas não é compulsória — ou seja, o governo pode impor sanções a cidadãos que se recusam a se imunizar. O programa de vacinação no Brasil caminha a passos lentos e, hoje, há apenas duas vacinas disponíveis: a CoronaVac, da farmacêutica chinesa Sinovac e produzida no Brasil em parceria com o Instituto Butantan, e a vacina de Oxford/Astrazeneca, que no Brasil é produzida em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). A expectativa, entretanto, é de que as empresas tenham um número maior de imunizantes no país. Isso porque especialistas indicam que, para o país atingir a imunidade de rebanho, pelo menos, 70% da população precisará ser vacinada, ou seja, 148,8 milhões dos 212,7 milhões de brasileiros estimados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Por enquanto, apenas 3,5 milhões de pessoas foram vacinadas no país desde 17 de janeiro.