Após voltar de férias, Flávio Dino critica “feriadão” de Bolsonaro

O governador Flávio Dino (PCdoB) voltou a criticar o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) ontem. Segundo o comunista, os passeios de Jair Bolsonaro não são pertinentes para o momento. AS declarações foram dadas um mês após o próprio governador maranhense voltar de férias. “Com vacinas em falta e leitos de UTI lotados, o presidente da República deveria estar trabalhando, não passeando de jet ski na praia, curtindo um feriadão. Além de competência, falta dedicação ao trabalho”, disse a uma revista. Mesmo com a iminência das chamadas “novas cepas” no fim de 2020, o governador saiu de férias para destino desconhecido. No seu lugar assumiu o vice-governador Carlos Brandão. Dino reassumiu o governo no dia 18 de janeiro.
Políticos maranhenses vão chorar morte de bandidos em sushi bar no Olho D’Água?

Dois bandidos foram mortos na noite desta segunda (15) em uma tentativa de assalto a um sushi bar na Avenida dos Holandeses, no Olho d’Água. A quadrilha era formada por quatro marginais, dois conseguiram fugir. Tudo indica que a morte dos dois foi causada por um cidadão armado que reagiu e impediu o assalto. Horas antes do acontecido, vários políticos maranhenses criticaram medidas do presidente Jair Bolsonaro que visam facilitar o acesso a armas por cidadãos comuns. O ASSALTO A tentativa frustrada de assalto aconteceu por volta das 21h, no “Sushi do Japa”. Após anunciarem o assalto, um cliente que estava na parte interna surpreendeu os criminosos disparando vários tiros em direção a eles. Três bandidos fugiram a pé e um dos criminosos morreu na hora. Após tomarem um veículo de assalto, dois dos integrantes da quadrilha abandonaram o colega baleado que não resistiu aos ferimentos. OS CANALHAS Políticos maranhenses que ontem passaram o dia criticando o presidente Jair Bolsonaro por tentar facilitar o acesso a armas por pessoas de bem deveriam vir a público e lamentar a morte dos marginais. Afinal, se a política do presidente de dar ao cidadão comum o direito de se defender, casos como os de ontem seriam muito mais comuns. Ao invés de ler notícias apenas sobre pais e mães de famílias mortos, também se teria bandidos mortos. Se o padrão desses senadores, deputados, vereadores e do governador fosse decretado, é muito possível que um inocente tivesse morrido ontem no lugar dos bandidos. Contudo, parece que esse pessoal prefere que o extermínio da população por marginais seja feito sem embaraços. E, podem ter certeza, 30% da classe política maranhense (principalmente políticos ligados a partidos de esquerda) devem achar um absurdo o fato de dois bandidos terem sido mortos por um cidadão ontem durante a reação de um assalto. Inclusive políticos que se “dizem” evangélicos.
Milícias avançam no Maranhão após 6 anos de Flávio Dino

Os meses de janeiro e fevereiro de 2021 registraram uma série de assassinatos em condições misteriosas que reforçam a tese de que, durante os últimos seis anos do Governo Flávio Dino, há no Maranhão o nascimento e crescimento de milícias (policiais e ex-policiais corruptos que agem na ilegalidade). O fortalecimento desses grupos pode ser considerado o ponto alto do desmonte da Polícia Militar tocado pela gestão comunista. MORTES Em 28 de janeiro o auxiliar do IML Salomão Matos dos Santos foi morto a tiros no estacionamento da UPA do Parque Vitória. Antes de ser assassinado, Salomão foi perseguido e morto. Os suspeitos são policiais do grupo conhecido como “Serviço Velado” da Polícia Militar. No dia 2 de fevereiro foi encontrado, na zona rural de São Luís Gonzaga, o cadáver do empresário Marcos Marcondes da Silva Nascimento, conhecido como Marquinhos. Um dia antes de ser encontrado morto, Marquinhos foi conduzido por policiais em Bacabal. UM vídeo divulgado na internet mostra o empresário sendo conduzido por policiais à paisana antes de ser encontrado morto. Na tarde da última sexta, 12 de fevereiro, um homem identificado como Bruno Vinícius Nazon Moraes Borges, de 30 anos, executado na Avenida Litorânea. Apesar de não divulgar oficialmente, a polícia já trabalha com a hipótese de que Bruno tinha ligações com jogos e apostas ilegais. Seu assassinato, provavelmente cometido por membros de uma milícia, teria motivação com o ramo de atuação da vítima. Essa matéria começou a ser escrita ainda no sexta e foi provocada pela morte de Bruno. Após o ocorrido, denúncias anônimas apontavam para o envolvimento de milicianos no caso. A checagem dos fatos e entrevistas com fontes anônimas revelaram denúncias graves sobre a existência desses grupos paramilitares que foram concebidos em um ambiente de desmanche das forças de segurança promovidas pelo governo comunista de Flávio Dino. DESMONTE DA POLÍCIA Policiais ouvidos pelo blog afirmam que o avanço da corrupção na Polícia Militar e a criação de milícias tem ligação direta com a política de desmonte do aparato policial tocada pelo governador nos últimos seis anos. “Ser honesto na polícia deixou de ser motivo de orgulho”, disse um militar aposentado. Após a chegada de Flávio Dino ao poder, a desvalorização dos agentes de segurança no estado pode ser observada em vídeos que invadem as redes sociais cotidianamente. Vídeos de policiais sendo despejados em batalhões do interior, denúncias de perseguição política de policiais que refutam a submissão política ao grupo do governador, não nomeação de concursados no último concurso da Polícia Militar, guerras entre delegados da Polícia Civil e a Secretaria de Segurança, aumento dos crimes cometidos por policiais e, mais recentemente, a onda de assassinatos sem solução supostamente cometida por milicianos. Na opinião de policiais ouvidos pelo blog, os fatos narrados acima, de conhecimento público, não são solados. “O governador, como todo comunista, não gosta da polícia. Esse movimento de desmantelar as corporações não é erro administrativo, é método ideológico”, disse um policial civil. EFEITO COLATERAL Apesar de confirmarem que o governo trabalha pelo enfraquecimento das polícias civis e militares, todos os ouvidos não acreditam que exista uma tentativa de proteção das nascentes milícias no estado pelo governo. “Acontece que eles abandonaram os bons policiais e os maus, mesmo sendo minoria, estão aproveitando. O que está acontecendo é o efeito colateral de uma política de segurança pública que tem como principal inimigo o policial”, disse um agente. IRONIA Sempre que pretende atacar o presidente Jair Bolsonaro, o governador Flávio Dino o acusa de ser miliciano, de incentivar estes grupos criminosos. Ao serem questionados sobre a aversão do governador comunista pelas milícias em suas redes sociais, as fontes do blog dessa matéria foram unânimes em satirizar a atuação de Dino nas redes sociais. “Não setinha notícia desse negócio de milícia aqui no Maranhão até ele virar governador. SE tem algum culpado por isso, é ele”, disse um oficial aposentado.
Prefeita do PDT do interior do MA é acusada de desviar recursos contra a Covid-19

Prefeita Sônia Campos (PDT), de Axixá, é acusada de desviar meio milhão de reais destinados ao enfrentamento da Covid-19. A denúncia do suposto ilícito foi formulada pelo procurador da República, Marcilio Nunes Medeiros. O procedimento teve como base denúncia do vereador de Axixá, Joaquim Souto dos Santos Filho (MDB). O caso pode ser mais um da série de desvios que já ficou conhecido nacionalmente como “Covidão”. Sônia é aliada do governador Flávio Dino e apoiou o comunista nas duas últimas eleições estaduais. Na representação de Axixá, o parlamentar informar que não foram realizadas ações significativas no combate à pandemia em Axixá. O vereador alegou ainda que não há metas, dados ou medidas que indiquem a política adotada. Joaquim Filho afirmou também que pacientes foram encaminhados para outro Município, pois o hospital da cidade não tinha condições de atendimento, entre outras irregularidades. Em razão disso, o Procedimento Preparatório nº 1.19.000.001042/2020-92 foi convertido em Inquérito Civil Público para dotar todas as medidas possíveis e necessárias, judiciais e extrajudiciais, no intuito de apurar supostas irregularidades quanto à gestão de verbas públicas destinadas ao enfrentamento do COVID-19 em Axixá. Até o momento o governador Flávio Dino (PCdoB) não se manifestou em suas redes em relação a mais este crime promovido pelo presidente Jair Bolsonaro.
Preconceito?
Troca de comando no 2º BPM evidencia desmonte da PM por Flávio Dino

A saída do comandante do 2° BPM de Caxias está incomodando tropa e população. Durante o tempo em que atuou na cidade, o major Daniel Kraiesk Pires Lages conquistou o respeito dos colegas e a admiração da comunidade. Em seu pouco tempo de comando, o major conseguiu melhorar os rendimentos do BPM no interior do estado. Foi dele a autorização e começo das construções de uma quadra poliesportiva coberta e de uma pista de corrida para os policiais. Além disso, Daniel Kraiesk também conseguiu uma academia completa. Kraiesk é conhecido por ser um comandante apaziguador, o que se reflete nos números do Batalhão. O 2º BPM apresenta um dos melhores índices de apreensão de armar de fogo no interior. Mesmo com pouca estrutura, Kraiesky busca parcerias para contornar a situação. Foram cedidas pela Prefeitura de Caxias três carros modelo Amarok para ajudar no patrulhamento da cidade. Com o anúncio da saída de Kraiesky, a Prefeitura recolheu os veículos que, após muita conversa retornaram ao batalhão. O único setor que festeja a saída do major é a bandidagem de Caxias.
Deputado quer barrar “motéis de Flávio Dino” na Justiça

Após a reprovação popular da construção de cabines íntimas para presidiários durante a pandemia pelo Governo Flávio Dino, o Deputado Federal Aluísio Mendes (PSC-MA) decidiu impedir a ação. Os custos da construção da obra que foi popularmente batizada de “os motéis de Flávio Dino” chegam a um milhão e meio de reais. A ação de Aluísio Mendes na Procuradoria Geral da República questiona a prioridade, moralidade e eficiência da contratação, demonstrando que em plena pandemia a secretaria evita medidas preventivas para realizar ações que podem potencializar a proliferação do contágio. Para Mendes a lei do FUNPEN “demonstra que em vez de se construir verdadeiros “motéis” para encontros íntimos dos detentos, que são um risco à própria população carcerária, em face de gerar riscos de contágio, podem ser feitas construções, adequações e aperfeiçoamentos nas unidades prisionais para enfrentarem a pandemia, melhorando-se às práticas de distanciamento dos detentos e fazendo adequações nas instalações de saúde das unidades prisionais.” Aluísio ainda afirmou já ação que “em vez de tamanho gasto ser realizado para “cuidar” dos encontros íntimos dos presos, deveria, pela lei, serem realizadas políticas públicas de efetiva proteção das vítimas dos crimes”. Pedindo ao Procurador Geral da República para “viabilizar o investimento de tais valores na compra de vacinas e insumos para proteger a vida dos maranhenses no enfrentamento da pandemia ou, em sendo adotado entendimento de direcionamento exclusivo dos recursos ao sistema carcerário, que os recursos sejam direcionados para a compra de vacinas para os profissionais que trabalham no sistema carcerário e detentos.”
O grande traidor
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