Quem ganha e quem perde
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Resposta à Intimidação da CPI
Flávio Dino transformou Estrada do Araçagy na Rodovia da Morte

Em obras desde o início do primeiro mandato do comunista Flávio Dino, a MA 203 foi transformada pelo governador em uma verdadeira rodovia da morte. Toda semana são registradas dezenas de acidentes nos mais variados trechos em uma extensão de pouco mais de 5 km. Além disso, a ação do governo desvalorizou a área, forçou o abandono de centenas de moradias e inferniza, até hoje, quem decidiu continuar morando na localidade. RALO DE DINHEIRO As obras na MA 203, também conhecida como estrada do Araçagy, havia sido quase concluída na gestão da ex-governadora Roseana Sarney (MDB). Inexplicavelmente, as obras tocadas por Roseana foram desfeitas por Flávio Dino e, inacreditavelmente, retomadas anos depois. O trecho de 5 km já consumiu mais de R$ 50 milhões aos cofres públicos. Dessa forma, o governador gastou R$ 10 milhões por cada quilômetro na obra. OBRA GENOCIDA Apesar do elevado gasto e de levar quase o mandato inteiro para concluir a obra (que talvez ainda seja terminada apenas pelo próximo governador), a MA 203 é atualmente a rodovia mais perigosa do Maranhão. Os custos não representaram preocupação com o novo desenho do percurso. São inúmeras curvas em funil, trechos confusos e segmentos que funcionam como verdadeiras armadilhas para motoristas, ciclistas e pedestres. Todas as semanas são registrados inúmeros acidentes por portais de notícias locais. O número de vítimas fatais que já tiveram a vida tirada pela obra milionária e assassina do governador é omitido pelo Governo do Estado. IRONIA Além da Rodovia da Morte criada em seu governo, Flávio Dino também acumula fracassos na política de infraestrutura viária do estado. O caso mais emblemático, entre tantos outros, da incompetência do governador na infraestrutura foi uma obra de poucos quilômetros na MA-315 que liga os municípios de Barreirinhas e Paulino Neves. A obra custou R$ 12 milhões e literalmente desmanchou após dois meses da inauguração. Como de costume, apesar do flagrante desperdício de recursos públicos, o governo não foi responsabilizado pelo desperdício de recursos público. Mesmo com o histórico de fracassos, o governador Flávio Dino se colocou à disposição do Governo Federal para ajudar na manutenção de estradas federais.
Líder comunitário executado em São Luís disse que comunista iria matá-lo

Assassinado na noite de ontem (1), o líder comunitário Nestor Almeida previu que seria assassinado. Nestor, que era um dos ativistas por moradia mais conhecidos da capital maranhense, foi morto a tiros em um bar. Anos atrás o líder comunitário apontou secretário de governo, Márcio Jerry, como possível mandante de um futuro atentado contra ele. A acusação foi feita ainda em 2015, há sete anos. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Blog do Linhares (@blogdolinhares) “Quem matou o jovem Fagner na Vila Luizão não foi a PM, mas sim a ordem do ditador Márcio Jerry, e eu sou o próximo segundo gente ligado à ele, por isso, Direitos Humanos, se me matarem, já sabem a quem prender”, disse em suas redes sociais. No ano da acusação, Jerry ocupava a Secretaria de Articulação Política e Assuntos Federativos. Procurado para opinar sobre a situação, Jerry desconsiderou a situação. Durante aquele período, Nestor comandou uma série de protestos contra o Governo do Estado que foram severamente reprimidos pelo governo. Mulheres e crianças chegaram a ser atingidas com bombas de gás. Era o primeiro ano de gestão do governador Flávio Dino (PCdoB). É improvável que o secretário seja investigado com base nas declarações publicadas em perfil social da vítima. A Sociedade Maranhense de Direitos Humanos, acionada por Nestor, também deve eximir-se de qualquer manifestação sobre o caso. Ocorre que a situação seria completamente diferente se Nestor Almeida tivesse acusado algum membro da Família Sarney, apoiador de Bolsonaro ou membro da oposição do governo Flávio Dino E aí está o cerne dessa situação: por que tratar a situação com desdém para uns e com extrema gravidade se tivesse sido com outros?
Rubens Jr é exonerado um mês após reunião para espionar prefeitos

Rubens Pereira Júnior (PCdoB) foi exonerado do cargo de secretário de Estado de Articulação Política (SECAP). O afastamento de Rubens acontece um mês após a divulgação de vídeo em que o comunista aparece solicitando a funcionários da Secap que espionassem prefeitos do interior do Maranhão. Interlocutores do PCdoB reclamaram da atuação de Rubens na secretaria. Segundo eles, a atuação do comunista na secretaria era “vexatória”. “Nunca participou de uma reunião decisiva. Ele nunca foi secretário de fato”, disse uma fonte do PCdoB. Além disso, a fonte consultada também afirmou que a atuação de Rubens Jr na secretaria era completamente independente. “Tudo aquilo saiu única e exclusivamente da cabeça dele”, disse. As declarações, de certa forma, eximem a cúpula do governo de responsabilidade em relação à desastrosa reunião protagonizada por Rubens Jr em que o secretário solicitou aos funcionários que espionassem prefeitos.
Eduardo Braide acaba com especulações sobre candidatura em 2022

Responsável por um melhores inícios de gestão pública no Maranhão das últimas décadas (o que não significa tratar-se de um início perfeito), Eduardo Braide era visto como possível candidato ao governo em 2022 por apoiadores. Na manhã desta segunda (2), o prefeito pôs fim às especulações e afirmou que não deve deixar o posto para tentar o governo. “Nesse momento, realmente, a intenção é cuidar bem da cidade. As minhas energias, os meus esforços, os meus cuidados, estão em fazer de São Luís uma cidade melhor”, disse Eduardo Braide. A declaração foi dada durante entrevista ao programa Ponto Final, da Mirante AM. Nas últimas semanas afirmei a vários interlocutores que a permanência no cargo era o caminho natural de Braide. Após quatro anos de espera, duas eleições, uma eleição desgastante em 2020 e a luta contra a Covid-19 já no primeiro semestre da gestão, seria perigoso embarcar em uma eleição de governador menos de 2 anos após tomar posse como prefeito. A permanência de Braide no cargo o tira de uma aventura em 2022 e o coloca como favorito na reeleição de 2024. Dessa forma, o esperado é que Braide apenas tente voos mais alto em 2026. Dadas as circunstâncias e a configuração explícita do governador Flávio Dino (PSB) em apoiar o vice Carlos Brandão (PSDB) com o intuito de voltar ao governo em 2026, o embate entre Eduardo Braide e Flávio Dino é real (desde que Brandão seja eleito no ano que vem e Flávio Dino conquiste a provável vaga para o Senado). A opção de Braide por uma gestão exitosa é a melhor estratégia a seguir. Pois mantém a confiança do povo que o escolheu para ficar por quatro anos no mandato e lhe dá a chance de preparar o ataque onde a classe política maranhense é mais débil (principalmente o governador Flávio Dino): a gestão.
Manifestações pelo voto atraíram grande público
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“Cédula de papel” é fake news!
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