Como ocorre o processo de inflação e o aumento dos preços

Quando o IGPM espelhar o gráfico abaixo, não pensem que é coincidência, coisa do acaso. A inflação provocada pelo governo quando aumenta a oferta de moeda e crédito é a indutora do aumento generalizado de preços, ação defensiva dos que trabalham e produzem quando percebem que a unidade monetária que lhes é imposta está perdendo poder de compra por diluição do seu valor. Notem que a expansão monetária – inflação – alcançou seu pico em outubro de 2020. O governo alcançou uma oferta de meios de pagamento 31% maior do que a que existia em outubro de 2019. Essa expansão foi diminuindo até atingir em julho de 2021 a taxa de 10%. Somando-se a esse movimento do governo, tivemos nesse período queda na produção, o que significa retração na oferta de bens, produtos e serviços, o que agrava as consequências do processo inflacionário protagonizado pelo governo. Não confundam redução da inflação com deflação. Redução da inflação é quando a expansão dos meios de pagamento é menor. Deflação significa a situação que se dá quando o governo, em vez de aumentar a oferta, a diminui retirando moeda e reduzindo a oferta de crédito, trazendo os saldos para patamares menores do que os anteriores. A inflação é semelhante a um imposto disfarçado com o qual o governo aumenta o seu poder de gasto sem precisar de autorização do congresso para aumentar a tributação, nem precisar tomar empréstimos pressionando a taxa de juros para cima. Na realidade, no curto prazo, o aumento de liquidez faz com que haja crescimento de demanda e os consumidores se sentem confiantes com a ideia de terem maior poder de compra. No entanto, como inflação, aumento dos meios de pagamento, não significa necessariamente aumento de produtividade, a relação entre a disponibilidade dos meios de pagamento e a produção mais as importações aumenta, abrindo espaço para o aumento dos preços e a consequente perda do poder de compra, sem que os consumidores percebam claramente. As pessoas, após receberem seus salários ou rendas, ao chegarem nos supermercados, por exemplo, verão que precisam gastar mais do dinheiro que ganharam para comprar a mesma coisa. Isso se dá porque os produtores e distribuidores dos produtos percebem antes dos consumidores a nova relação entre a oferta de moeda e crédito e a oferta de bens, produtos e serviços. Esse desequilíbrio afeta a relação de demanda e oferta artificialmente. O meio de troca, que é o dinheiro, perde a sua imparcialidade, perde o seu poder de ser reserva de valor e garantidor da capacidade de compra das pessoas ou empresas baseadas na produtividade enquanto exercem a função de consumidoras de recursos, servindo então como agente de transferência da capacidade aquisitiva do setor produtivo, transferindo-a para o setor coercitivo da sociedade. Não podemos esquecer que toda a renda do estado advém do uso indiscriminado da coerção, seja através dos impostos conhecidos, seja através do imposto inflacionário, a mais perversa e deletéria de todas as formas que o governo tem para usar o que não é seu. Roberto Rachewsky é empresário

Grupo tentou disputar sozinho eleições no Conselho de Contabilidade

A chapa da contadora Ana Ligia Coelho Martins tentou retirar os concorrentes da disputa e promover eleição com chapa única. O grupo dela entrou com recurso exigindo a impugnação das demais chapas do pleito no Conselho Regional de Contabilidade (CRC). Quatro chapas solicitaram inscrição nas eleições do CRC marcada para novembro deste ano. Recurso impetrado pela chapa de Ana Ligia (chapa 3), requisitava a anulação do registro das demais, o que a tornaria candidata única nas eleições. a tentativa de retirar dos pleitos as demais chapas foi baseada em manobras e interpretações do regimento interno das eleições. Como reserva de vagas para candidatas do sexo feminino entre os suplentes e cumprimento de datas. O conselheiro relator, Fernando Antonio Pereira, recusou os três recursos da chapa 3. A manobra foi recebida com desconfiança pelos membros da categoria. A tentativa de tirar as demais chapas significa, para alguns membros das demais chapas, uma tentativa de eleição no tapetão.

Simplício destaca retomada das atividades da Alumar no Maranhão

SIMPLICIO ARAUJO

O secretário de Indústria e Comércio, Simplício Araújo (solidariedade) comemorou, a retomada pela Alumar das atividades no Maranhão e investimentos em tormo de R$ 400 milhões. Veja o vídeo aqui. O consórcio Alumar foi desmobilizado entre os anos de 2015 e 2016, com o fim dos últimos 500 empregos. Em 2019, em virtude da situação econômica houve um retrocesso na empresa. De lá para cá, foram muitas conversas e incentivos para a retomada das atividades da Alumar. Segundo Simplício, a Alumar vai gerar mais de 2.200 empregos diretos. A prioridade será para aquelas pessoas que perderam os empregos com a descontinuidade da operação da empresa. “Alumar vai retomar redução, investir 400 milhões de reais e gerar mais 2200 empregos diretos, após tratativas do governo Flavio Dino desde 2017, via Secretarias de Indústria, Comércio e Energia e Sefaz. Em nome do governador Flávio Dino, agradecemos à Alumar e estaremos aqui à disposição dos trabalhadores, das empresas e da Alumar para seguir dialogando e fazendo o melhor para o Maranhão”, afirmou. O governador Flávio Dino (PSB) parabenizou a Alumar pela decisão. “É uma notícia muito positiva. Entendemos que a melhoria da qualidade de vida da população vem com a produção e ampliação de postos de trabalho. Gostaria de parabenizar a empresa por essa decisão, justamente pelo fato dessa produção ocorrer justamente na planta do Maranhão, que é um sítio de enorme importância para o nosso estado e, claro, para a empresa”, disse o governador Flávio Dino durante a reunião. Nas redes sociais, o prefeito de São luís, Eduardo Braide (Podemos), também comemorou a boa notícia. “Ótima notícia! Recebi a informação da diretoria do Consórcio Alumar, sobre a retomada a produção de alumínio em São Luís. Isso significa: 750 empregos diretos e 1.200 empregos indiretos. É mais oportunidade para nossa gente e desenvolvimento da nossa cidade!”, destacou Braide.

Entenda porquê o risco de tsunami no Maranhão é nulo

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Professor Afrânio Weber explicou impossibilidade de tsunami no Maranhão causado por vulcão nas Ilhas Canárias. Além de números, ele ainda fez paralelo com terremotos piores no passado que não resultaram em estragos na costa brasileira. Para explicar a impossibilidade de tsunami no Maranhão, o professor fez um paralelo entre os acontecimentos nas Ilhas Canárias e um evento de proporções muito maiores no século XVIII. Segundo o professor, em 1755 aconteceu um grande terremoto em Lisboa. O terremoto de proporções catastróficas resultou em incêndios que se alastraram por 7 dias. Antes do terremoto foi registrado um maremoto a 300 quilômetros de Lisboa no mar. Estima-se que o incidente tenha alcançado 9 graus na Escala Richter (ela vai até 10). O resultado na costa brasileira foram ondas de 1,7 metros e nenhum estrago foi causado.

Flávio Dino recolheu quase R$ 2 bilhões em imposto sobre gasolina em 2021

Flavio Dino

Dados da Secretaria da Fazenda do Governo do Estado do Maranhão revelam que o governo já tirou R$ 5.184.949.951,00 dos bolsos dos maranhenses apenas com o Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS). Desse total, quase R$ 2 bilhões foram tomados de quem comprou gasolina. Proporcionalmente, isso representa 35% de tudo o que é arrecadado com o principal imposto do governo do estado. Os números ajudam a desmantelar a versão mentirosa da realidade de que o governo não tem responsabilidade com o preço da gasolina. Esses DOIS BILHÕES DE REAIS saíram do bolso dos maranhenses e caíram nas contas do governo. Afirmar que a culpa é de Jair Bolsonaro é brincar com a inteligência dos maranhenses.

Aluísio Mendes vence Josimar de Maranhãozinho em ação no STF

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O Ministro Kássio Nunes Marques do Supremo Tribunal Federal (STF) rejeitou em seu relatório ação por calúnia, injúria e difamação movida contra o deputado federal Aluísio Mendes (PSC) pelo também deputado federal Josimar de Maranhãozinho (PL). A decisão contou com apoio da Procuradoria-Geral da República. Em agosto de 2020, Aluísio Mendes divulgou vídeo em que fez acusações graves contra a atuação política de Josimar de Maranhãozinho. O vídeo foi gravado no município de Governador Nunes Freire. Inconformado com as acusações, o parlamentar entrou com uma queixa-crime contra as declarações. Em seu despacho o ministro Nunes Marques, que é relator do processo movido por Josimar contra Aluísio Mendes no STF, admitiu o teor duro das palavras de Aluísio Mendes. O deputado afirmou, entre outras coisas, que tem como tarefa o enfretamento do grupo político de Josimar. “Eu tenho uma tarefa no Maranhão, que é evitar que uma quadrilha que se instalou nessa região da BR possa continuar atuando de forma criminosa, como atua aqui nos municípios, sugando os recursos que chegam ao município, enriquecendo a sua quadrilha e deixando o povo na miséria, sem educação, sem saúde, sem saneamento, porque é isso que eles fazem”, disse Mendes. Em seu despacho, Nunes Marques afirmou que o discurso de Mendes, apesar de inflado, ficou claramente evidenciado como vínculo de identidade entre o parlamentar e os participantes do comício. No vídeo é possível perceber que todos aplaudiram e apoiaram as falas de Mendes. O deputado ainda caracteriza a forma de fazer política do adversário como “bandida, vagabunda, criminosa e imoral”.Para Nunes Marques, além do discurso refletir a identidade de Aluísio com seus eleitores, o parlamentar ainda tem a “prerrogativa constitucional da imunidade parlamentar em sentido material protege o congressista em todas as suas manifestações que guardem relação com o exercício do mandato, ainda que produzidas fora do recinto da própria Casa Legislativa”. Dados estes argumentos, o ministro considerou inviável a queixa-crime e a julgou extinta.

Zé de Abreu xinga Tabata Amaral de canalha!

Conhecido por agredir mulheres com cusparadas e xingamentos, o ator José de Abreu usou as redes sociais para atacar a deputada federal Tabata Amaral (PSB-SP). Abreu não aceitou uma declaração da parlamentar de que era preciso construir uma alternativa “que fure a polarização entre Lula e Bolsonaro”. No Twitter, Abreu compartilhou a entrevista, e disse: “canalha!”. A declaração da parlamentar foi feita após questionamentos quanto as manifestações convocadas pelos grupos MBL, Vem Pra Rua e Livres contra Bolsonaro. “Na última manifestação, foi a primeira vez que vi pessoas da comunidade dizendo que queriam ir para a rua se manifestar contra Bolsonaro. As pessoas estão vendo o desemprego, a inflação e os crimes do presidente. O impeachment [de Bolsonaro] está em pauta. […] Precisa furar a bolha da esquerda e da direita. Precisa chegar ao povo”, disse defendeu Tabata.

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