Surto machista faz Rogério Cafeteira atacar secretária de Planejamento

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O secretário de Esportes do Governo do Estado do Maranhão, Rogério Cafeteira, usou suas redes sociais para atacar a também secretária Cynthia Mota, titular da pasta do Planejamento. Cafeteira publicou uma indireta que foi respondida por Cynthia Mota. Tem alguns jabutis em cima de árvores que acham que são macacos!! — Rogério Cafeteira (@depcafeteira) October 22, 2021 É só o que tem, um povo que nunca foi nada, até pra se eleger sempre foi difícil e agora se acha a bala, como dizia minha avó: fia tu ainda vai ver coisa……. — Cynthia Mota (@cynthiamota71) October 22, 2021 Na réplica, e já com o entrevero entre os dois evidenciado, o secretário desmereceu a capacidade de Cynthia Mota em conduzir o cargo que ocupa. Tem umas que parecem o “praga” da Xuxa, e ainda são mortas de preguiça!! — Rogério Cafeteira (@depcafeteira) October 22, 2021 O comentário misógino foi acompanhado pelo secretário de saúde, Carlos Lula. Um bocado desses — Carlos Eduardo Lula (@carloselula) October 22, 2021 O silêncio do movimento feminista em relação a um homem que desmerece a capacidade de uma mulher em relação ao cargo que ocupa e credita sua ascensão a favores diz muito sobre o feminismo dos tempos atuais. Se não fosse Cafeteira secretário do comunista Flávio Dino, estaria sendo cancelado. Como é esquerdista, pode afirmar que qualquer mulher em qualquer lugar está lá por favor e não por capacidade. Nada irá acontecer. DETALHE: Não foi a primeira vez que Cafeteira agiu de forma a atacar mulheres na política. Quando deputado, na legislatura 2015 a 2018, ele teve como um dos pontos altos do seu mandato os ataques contra a ex-deputada Andrea Murad. Como hoje, na ocasião nenhuma militante do movimento feminista demonstrou incômodo. Se fosse eu a escrever sobre mulher que está no cargo porque não tem capacidade e é jabuti…

Simplício Araújo afirma possuir o perfil necessário para governar o Maranhão

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O Brasil está imerso em crises, seja a política, institucional ou a econômica, e essa última é a que mais maltrata, principalmente os mais pobres. O Maranhão apesar de acompanhar a tendência nacional, vive um momento diferenciado com a chegada de grandes investimentos e o Porto de Itaqui crescendo de forma escalonada os seus negócios. Por isso na opinião do secretário de Indústria, Comércio e Energia do Maranhão, Simplício Araújo, o próximo governador do estado, tem que estar atento a esse contexto e faça com que a economia maranhense decole aproveitando esse “boom econômico”. E na opinião do titular da SEINC, ele possui o perfil necessário para governar o Maranhão. Simplício pontua grandes investimentos que estão chegando no estado como a construção do Porto São Luís pela COSAN, que vai R$1 bilhão e vai gerar 1.800 empregos diretos; a construção do gasoduto Santo Antônio dos Lopes – São Luís, que representa de R$3 a R$5 bilhões de investimentos  e mais de 2 mil empregos diretos; a retomada da ALUMAR, que está investindo R$400 milhões e gerando mais de 2 mil empregos. “São alguns exemplos do atual momento que o Maranhão vive, a expectativa de grandes negócios, gerando riqueza ao estado, por isso acredito que o Maranhão precisa de um governador empreendedor para o novo ciclo que vai viver”, afirma Simplício Araújo. O secretário de Indústria, Comércio e Energia tem sido o responsável por atrair grandes negócios ao Maranhão, foi ele o responsável por atrair a entrada do Assaí no mercado de São Luís, que gerou 800 vagas de empregos diretos. Simplício também é um dos maiores entusiastas do negócio envolvendo o gás natural, que vem trazendo riqueza para os municípios de Santo Antônio dos Lopes, Bernardo Mearim, Bom Lugar e outros. “O Maranhão tem ouro, gesso, gado, água etc, todas as condições necessárias para abrigar grandes negócios, por isso não podemos essa oportunidade”, completa Simplício Araújo. O pré-candidato ao Governo do Maranhão defende a necessidade de um governante que esteja atento as demandas do mercado, isso significa que o estado precisa de um governador que desburocratize a entrada novos negócios e a permanência daqueles existentes. Por isso, Simplício defende a discussão e aprovação do novo Plano Diretor de São Luís, que está obsoleto e impede a entrada de empreendimentos bilionários. “Atrapalha o desenvolvimento econômico e social do estado a falta de um planejamento urbano atualizado”, sentencia. Simplício avalia que Flávio Dino está acompanhando o momento econômico e diz ter a certeza que ele fará a escolha do seu sucessor, baseado naquilo que ele acredita ser o melhor para dar continuidade ao seu trabalho iniciado em 2015, ou seja, que fique um legado para o Maranhão.

Flávio Dino silencia sobre morte da prefeita de Cajari

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Passadas mais de 24 horas após a morte da Dra. Maria Félix, prefeita de Cajari, o governador Flávio Dino não emitiu nenhuma nota oficial ou demonstração pública de luto. Além de prefeita de uma importante cidade do interior, Maria também é mãe do vereador e presidente da Câmara de Vereadores, Osmar Filho. Políticos ouvidos pelo blog demonstraram surpresa com a constatação. “Realmente, ele não falou nada”, disse um deputado que preferiu manter sua identidade em segredo por medo de pegar pressão. O desprezo do governador pela perda que afetou toda a classe política do estado pode ter apenas duas razões: o já conhecido menosprezo por prefeitos do interior pode ter pavimentado o desleixo, ou a falta de empatia pode ter sido motivada por questões políticas. Já que Osmar Filho é um dos generais do grupo do senador Weverton Rocha, que pretende disputar a sucessão de Flávio Dino à revelia do apoio do governador.

Segurança Pública entra em colapso total em São Luís

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O segundo semestre de 2021 deve entrar para a história como um dos períodos mais violentos e inseguros da história do Maranhão. Assassinatos em massa de policiais, arrastões em praias, assaltos, assassinatos, guerras de facções e mortes de inocentes. Poucas vezes na história da segurança pública da cidade se viu a criminalidade subjugando a sociedade de forma tão abrupta. Na noite da quinta (21) foram registrados diversos tiroteios em bairros da capital. O pânico na cidade foi acirrado pela divulgação em massa de vídeos por aplicativos de troca de mensagens que mostravam a ação dos criminosos. Apenas na noite de ontem foram registradas cinco mortes e dezenas de feridos, marcando o ponto alto de uma onda de violência que implodiu o sistema de segurança pública na capital. A onda de violência pode ser caracterizada pelo ajuntamento de uma série de situações que deixam evidente a crise de segurança. Uma semana antes dos tiroteios de quinta, dois policiais militares foram executados em bairros da Grande São Luís. A onda de assaltos a estabelecimentos comerciais também voltou com força total. Na terça (19), um grupo de homens invadiu um estabelecimento na Lagoa da Jansen e assaltou todos que estavam no lugar. Em agosto foi registrado o primeiro arrastão da história da orla de São Luís. Além disso, a guerra de facções na periferia continua sem que aja a preocupação da Secretaria de Segurança Pública. Por ironia, enquanto a população de São Luís sofre com a insegurança, o governador Flávio Dino recebeu recentemente o título de governador que melhor cuida de presidiários.

Após pedir ajuda de Sarney, Flávio Dino entra para a Academia Maranhense de Letras

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Em um dos episódios mais irônicos da história recente do Maranhão, o comunista Flávio Dino foi eleito nesta quarta (21) membro da Academia Maranhense de Letras (AML). Tudo indica que não assumirá a cadeira de imortal por méritos no ramo, mas por usar a política para transforma em propriedade familiar um símbolo cultural. Inexistente enquanto homem das letras, Dino ganhou notoriedade ao enfrentar e derrotar o que ele mesmo chama de “Oligarquia Sarney”. Ironia que o comunista tenha defendido de forma tão escancarada a hereditariedade da cadeira no 32 da AML, que teve Sálvio Dino, seu pai, como último ocupante. Tanto foi assim que, na semana passada, Flávio Dino decidiu pedir o apoio do ex-presidente José Sarney apoio na eleição. A reunião entre os dois e o pedido é de conhecimento público. O apoio do ex-presidente foi decisivo para que Flávio Dino pudesse transformar em propriedade familiar a cadeira 32 da AML. A política de Flávio Dino derrotou outros quatro candidatos (Antônio Guimarães de Oliveira, José Rossini Corrêa, José Carlos Sanches e Azenate de Oliveira) que tinham apenas méritos literários (esses que Flávio Dino não possui) a apresentar. Para justificar o abuso político da eleição de Flávio Dino para a Academia Maranhense de Letras (AML), bajuladores expõem a carreira jurídica e acadêmica do comunista como cortina de fumaça para o que ela realmente foi: uma intromissão da política no maior símbolo cultural do estado. É muito difícil acreditar que entre os outros quatro postulantes não exista alguém que tenha credenciais que superem passar em concurso público, escrever livros técnicos e uma carreira acadêmica de faz-de-conta. A imortalidade de Flávio Dino é uma mentira contada pela política nos ouvidos da cultura.

Afinal de contas, o que pretende Felipe Camarão?

Felipe Camarao

A negação de Felipe Camarão da tese de que sua pré-candidatura não passa de uma cortina de fumaça do governador Flávio Dino surpreendeu os mais atenciosos. Como assim ele está na eleição para valer? É claro que, mesmo sendo uma marionete, Camarão nunca iria assumir-se enquanto tal. Mas, o vigor com que defende a pré-candidatura e a alta intensidade do verniz de independência não deixam de chamar a atenção. Jogo de cena? Coragem? Flávio Dino programou ou também foi pego de surpresa? Logo após assumir-se como postulante ao cargo de governador, dez entre dez observadores entenderam que o movimento de Camarão só foi possível após permissão do governador. Acontece que Felipe Camarão tem cultivado a impressão de que talvez a história não seja bem assim. Até poucas semanas atrás, o secretário de Educação sequer era cogitado como possível nome. Nem as pesquisas o traziam como opção. O anúncio da pré-candidatura do secretário não foi levado à sério. “Manobra de Flávio Dino”, achava a maioria das pessoas. Todavia, bastaram poucos momentos para que o secretário saísse da penumbra de uma fácil disputa por vaga na Câmara Federal para uma aguda e inusitada pré-campanha ao governo. Bastaram horas para que o anúncio da ideia fosse transmutado em ação de verdade. Disparos de mensagens em massa, outdoors, campanhas em redes sociais, reuniões políticas, apoio. Felipe Camarão fez em um mês o que Carlos Brandão não conseguiu fazer em sete anos. Apenas coincidência? Claro que não. O petista já tinha a toda a estrutura para divulgar sua pré-candidatura pronta e montada. Poucos são competentes ao ponto de fazerem engrenar uma campanha em poucos dias. Imaginem um secretário de educação que tem como ponto alto do seu currículo ter deixado as escolas fechadas pela maioria do tempo. Só que o fracasso de Camarão como secretário, e minha retumbante antipatia por ele, não são o cerne desta análise, sigamos… Os analistas e players da política maranhense fizeram, em sua maioria, a opção pela tese de que Camarão seria uma espécie de contrapeso criado por Flávio Dino para blindar o PT das investidas de Weverton Rocha. Ou seja: era apenas um laranja. As últimas declarações dele, ratificando sua disposição a enfrentar as urnas para o cargo máximo da política local, dão a entender que, talvez, nem o próprio Flávio Dino tenha (se é que um dia teve) controle da candidatura do petista. A ação de Felipe Camarão pode estar escancarando uma situação ou escondendo outra. Ou mostra o nascimento de um novo e independente futuro candidato (que seria danosa para os planos de controle dinista) ou esconde um plano ardiloso centrado na desinformação e bagunça do ambiente (que beneficiaria apenas o próprio Flávio Dino). Justiça há de ser feita: poucos conseguiram chegar em posição tão boa, em tão pouco tempo e de forma tão repentina, no primeiro escalão. Isso é mérito do petista, não há debate porque é um fato indiscutível. A entrada de Felipe Camarão na primeira divisão da política local está sendo precoce demais. Resta saber se a saída também será.

Três policiais militares executados no Maranhão em uma semana

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Poucos dias após dois policiais militares serem executados, o sargento da PM do Maranhão, Mozaniel Mendes Sousa, lotado no Batalhão de Polícia (BPA), foi morto a tiros no Jardim São Cristóvão 1, em São Luís. Como das vezes anteriores, as abordagens revelam que há um programa de extermínio de policiais no Maranhão. Mosaniel foi abordado e executado na noite de terça. Os autores fugiram levando a pistola do sargento. No sábado (16), o subtenente Israel Silva Nonato Filho foi assassinado em circunstâncias semelhantes em um lava-jato, no bairro do Coroado. Antes dos dois, o sargento aposentado da Polícia Militar Raimundo Lima Silva Santos foi morto a tiros na quarta (13) em um posto de combustível no povoado Brejinho, na zona rural do município de Caxias. No caso de Raimundo, os indícios são de que ele tenha sido morto após tentar impedir um assalto. Mas, a situação não é conclusiva. Apesar da brutalidade dos casos em um espaço de tempo tão curto, o governador Flávio Dino silenciou em relação às mortes e nenhuma medida para investigar e impedir as execuções foi divulgada publicamente.

Sindicato debocha de desembargadora e mantém greve em São Luís

Ilka Esdra Silva Araujo

Nesta semana a desembargadora federal do Trabalho, Ilka Esdra Silva Araújo, havia determinado que ao menos 90% da frota do transporte público deveria circular em São Luís em caso de greve. O movimento, anunciado dias atrás, simplesmente não tomou conhecimento do que decidiu a Justiça e paralisou a cidade nesta quinta (21). A paralização aconteceu após os rodoviários do transporte público afirmam que o movimento acontece por uma falta de acordo com o Sindicato das Empresas de Transportes de Passageiros (SET). Segundo os líderes do movimento grevista, os empresários se negam a conceder um reajuste salarial de 13%. Dias atrás o prefeito Eduardo Braide (Podemos) afirmou que as pesagens não iriam aumentar em São Luís. A concessão do reajuste salarial dos rodoviários é condicionada ao aumento da passagem pelos empresários.

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