Simplício aponta caminho para acabar com a pobreza no MA

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Por meio de vídeo em suas redes sociais, o pré-candidato a governador e presidente do Solidariedade no Maranhão, Simplício Araújo, criticou a permanência de situação de pobreza no Maranhão. “É triste essa condição do Maranhão ser o segundo Estado mais pobre do Brasil. Não podemos nos conformar que milhares de jovens, homens e mulheres, tenham que sair de suas cidades e até do Estado em busca de trabalho”, lamenta. Na oportunidade, o suplente de deputado federal apontou o caminho para tirar o Maranhão desse cenário e construir um estado com mais emprego e crescimento. “O Maranhão já melhorou muito, mas precisa avançar muito mais. O Solidariedade acredita no potencial do nosso estado. Temos uma oportunidade incrível para gerar desenvolvimento, trabalho e renda. Só precisamos de mais gestão e menos política”, concluiu.

“O PSD vai construir uma nova história no Maranhão”, diz Edilázio

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De olho nas eleições 2022 – rumo ao Palácio dos Leões – o presidente do PSD/MA, deputado Edilázio Jr, liderou reunião da coordenação de pré-campanha do ex-prefeito de São Luís, Edivaldo Jr, nesta terça (8). Em suas redes sociais, o deputado Federal ressaltou que o PSD está focado em construir uma nova história política no Estado maranhense. “Terça-feira de reunião com os correligionários sobre o projeto político do PSD para o Maranhão, com a presença do ex-prefeito de São Luís e atual pré-candidato ao governo pelo nosso partido, Edivaldo Jr. O PSD irá construir uma nova história na política do nosso Estado!”, postou Edilázio. Outros políticos também estiveram presentes na reunião. O vereador Ricardo Seidei, Italo Cardoso, a vereadora Karla Sarney, o prefeito Accioly Cardoso e o deputado Cesar Pires conversaram com Edilázio sobre o papel do PSB/MA na disputa para o governo do Estado neste ano – o partido tem como pré-candidato Edivaldo.

PF descarta ‘sinais de adulteração’ em vídeo de orgia de Doria

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A Polícia Federal (PF) elaborou um laudo pericial em janeiro deste ano descartando “sinais de adulteração” em um vídeo de 2018 que supostamente mostra o governador de São Paulo, João Doria, em uma orgia. No vídeo, datado de 23 de outubro daquele ano, época que o tucano era candidato ao Palácio dos Bandeirantes e chegara ao segundo turno, aparece um homem nu com feições semelhantes às de Doria rodeado de seis mulheres nuas. Através de solicitação dos advogados de Doria, o inquérito que foi aberto em 2018 para apurar crime de “difamação sexual” pode se virar contra o governador no ano em que ele pretende disputar a Presidência da República. “A PF está reeditando o maior crime eleitoral já realizado contra um candidato na história do Brasil […] Justamente quando se aproximam as próximas eleições presidenciais”, disse o tucano por meio de nota, falando em perseguição política e acusando a Polícia federal de prejudicar sua pré-candidatura.

Governo Russo anuncia novo cessar-fogo na Ucrânia

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A Rússia anunciou nesta terça (8) que fará uma nova trégua para a evacuação de civis na Ucrânia. De acordo com o exército russo, o cessar-fogo está programado para ocorrer nesta quarta (9), a partir das 10h, no horário de Moscou (4h de Brasília). O ministro da Defesa russo, Sergei Shoigu, confirmou a informação, segundo a agência de notícias russa. As pessoas poderão deixar o país em segurança pelas cidades de Kiev, Chernigov, Sumy e Mariupol. “A Rússia anuncia um regime de cessar-fogo a partir de 9 de março, às 10h00, hora de Moscou, e está pronta para criar corredores humanitários”, diz o comunicado, citado pela agência russa de notícias. Civis ucranianos conseguiram deixar cidades que estão sendo alvos de ataques russos, após a abertura de corredores humanitários.

É possível acabar com a falta de representação feminina na política?

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Mesmo 90 anos depois do decreto que garantiu o voto feminino no Brasil, a representação política feminina no país ainda é uma das piores do mundo. Segundo dados da Organização das Nações Unidas (ONU), o Brasil ocupa a posição 140 em uma lista de 191 nações, que analisou as garantias de presença das mulheres no ambiente político. Curiosamente, um dos elementos observados para elaboração do Relatório Ateneia, como é chamado o estudo da ONU Mulheres, é o direito ao voto. No Brasil, no entanto, mesmo que esteja próximo a completar um século, ele não trouxe os avanços possíveis e necessários. Os dados levantados no relatório indicam que entre os países latino-americanos, estamos atrás apenas de Belize e do Haiti. O BdF Explica por que esse cenário perdura e que caminho precisa ser percorrido para que isso aconteça. Embora componham mais de 50% da população brasileira, na Câmara e no Senado as mulheres representam apenas cerca de 15% das cadeiras. O atraso na evolução desses índices tem raiz em uma série de elementos estruturais, para os quais se implementam poucas soluções eficientes. O Brasil tem mecanismos na legislação para exigir que os partidos cumpram uma cota de 30% de candidaturas femininas, mas não há nenhuma lei para garantir a ocupação efetiva dos cargos. Elas também enfrentam condições piores para exercer funções políticas e são as maiores vítimas de violência nesse meio. Outro obstáculo são as fraudes para driblar as cotas, quando partidos lançam nomes femininos de fachada, mas não investem nas candidaturas. A partir do exemplo do que foi feito em outros países para corrigir a falta de representação feminina na política, é possível concluir que o Brasil precisa atuar na legislação. Isso passa por elaborar e colocar em prática leis que garantam não só as cotas nas eleições, mas investimento, segurança e meios para que elas possam ocupar e permanecer no mundo político.

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