Simplício aponta caminho para acabar com a pobreza no MA

Por meio de vídeo em suas redes sociais, o pré-candidato a governador e presidente do Solidariedade no Maranhão, Simplício Araújo, criticou a permanência de situação de pobreza no Maranhão. “É triste essa condição do Maranhão ser o segundo Estado mais pobre do Brasil. Não podemos nos conformar que milhares de jovens, homens e mulheres, tenham que sair de suas cidades e até do Estado em busca de trabalho”, lamenta. Na oportunidade, o suplente de deputado federal apontou o caminho para tirar o Maranhão desse cenário e construir um estado com mais emprego e crescimento. “O Maranhão já melhorou muito, mas precisa avançar muito mais. O Solidariedade acredita no potencial do nosso estado. Temos uma oportunidade incrível para gerar desenvolvimento, trabalho e renda. Só precisamos de mais gestão e menos política”, concluiu.
“O PSD vai construir uma nova história no Maranhão”, diz Edilázio

De olho nas eleições 2022 – rumo ao Palácio dos Leões – o presidente do PSD/MA, deputado Edilázio Jr, liderou reunião da coordenação de pré-campanha do ex-prefeito de São Luís, Edivaldo Jr, nesta terça (8). Em suas redes sociais, o deputado Federal ressaltou que o PSD está focado em construir uma nova história política no Estado maranhense. “Terça-feira de reunião com os correligionários sobre o projeto político do PSD para o Maranhão, com a presença do ex-prefeito de São Luís e atual pré-candidato ao governo pelo nosso partido, Edivaldo Jr. O PSD irá construir uma nova história na política do nosso Estado!”, postou Edilázio. Outros políticos também estiveram presentes na reunião. O vereador Ricardo Seidei, Italo Cardoso, a vereadora Karla Sarney, o prefeito Accioly Cardoso e o deputado Cesar Pires conversaram com Edilázio sobre o papel do PSB/MA na disputa para o governo do Estado neste ano – o partido tem como pré-candidato Edivaldo.
Ex-prefeito de Caxias é acusado de apropriação previdenciária

O ex-prefeito de Caxias, Leonardo Barroso Coutinho, é acusado de apropriação indébita previdenciária.
Hackers invadem emissoras da Rússia para transmitir a guerra

O grupo de hackers Anonymous anunciou, na noite deste domingo (6), que invadiu canais de televisão russos para transmitir no lugar da programação normal, vídeos da guerra na Ucrânia.
PF descarta ‘sinais de adulteração’ em vídeo de orgia de Doria

A Polícia Federal (PF) elaborou um laudo pericial em janeiro deste ano descartando “sinais de adulteração” em um vídeo de 2018 que supostamente mostra o governador de São Paulo, João Doria, em uma orgia. No vídeo, datado de 23 de outubro daquele ano, época que o tucano era candidato ao Palácio dos Bandeirantes e chegara ao segundo turno, aparece um homem nu com feições semelhantes às de Doria rodeado de seis mulheres nuas. Através de solicitação dos advogados de Doria, o inquérito que foi aberto em 2018 para apurar crime de “difamação sexual” pode se virar contra o governador no ano em que ele pretende disputar a Presidência da República. “A PF está reeditando o maior crime eleitoral já realizado contra um candidato na história do Brasil […] Justamente quando se aproximam as próximas eleições presidenciais”, disse o tucano por meio de nota, falando em perseguição política e acusando a Polícia federal de prejudicar sua pré-candidatura.
Governo Russo anuncia novo cessar-fogo na Ucrânia

A Rússia anunciou nesta terça (8) que fará uma nova trégua para a evacuação de civis na Ucrânia. De acordo com o exército russo, o cessar-fogo está programado para ocorrer nesta quarta (9), a partir das 10h, no horário de Moscou (4h de Brasília). O ministro da Defesa russo, Sergei Shoigu, confirmou a informação, segundo a agência de notícias russa. As pessoas poderão deixar o país em segurança pelas cidades de Kiev, Chernigov, Sumy e Mariupol. “A Rússia anuncia um regime de cessar-fogo a partir de 9 de março, às 10h00, hora de Moscou, e está pronta para criar corredores humanitários”, diz o comunicado, citado pela agência russa de notícias. Civis ucranianos conseguiram deixar cidades que estão sendo alvos de ataques russos, após a abertura de corredores humanitários.
A causa feminina apenas quando convém
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É possível acabar com a falta de representação feminina na política?

Mesmo 90 anos depois do decreto que garantiu o voto feminino no Brasil, a representação política feminina no país ainda é uma das piores do mundo. Segundo dados da Organização das Nações Unidas (ONU), o Brasil ocupa a posição 140 em uma lista de 191 nações, que analisou as garantias de presença das mulheres no ambiente político. Curiosamente, um dos elementos observados para elaboração do Relatório Ateneia, como é chamado o estudo da ONU Mulheres, é o direito ao voto. No Brasil, no entanto, mesmo que esteja próximo a completar um século, ele não trouxe os avanços possíveis e necessários. Os dados levantados no relatório indicam que entre os países latino-americanos, estamos atrás apenas de Belize e do Haiti. O BdF Explica por que esse cenário perdura e que caminho precisa ser percorrido para que isso aconteça. Embora componham mais de 50% da população brasileira, na Câmara e no Senado as mulheres representam apenas cerca de 15% das cadeiras. O atraso na evolução desses índices tem raiz em uma série de elementos estruturais, para os quais se implementam poucas soluções eficientes. O Brasil tem mecanismos na legislação para exigir que os partidos cumpram uma cota de 30% de candidaturas femininas, mas não há nenhuma lei para garantir a ocupação efetiva dos cargos. Elas também enfrentam condições piores para exercer funções políticas e são as maiores vítimas de violência nesse meio. Outro obstáculo são as fraudes para driblar as cotas, quando partidos lançam nomes femininos de fachada, mas não investem nas candidaturas. A partir do exemplo do que foi feito em outros países para corrigir a falta de representação feminina na política, é possível concluir que o Brasil precisa atuar na legislação. Isso passa por elaborar e colocar em prática leis que garantam não só as cotas nas eleições, mas investimento, segurança e meios para que elas possam ocupar e permanecer no mundo político.