MA fecha mês de março com mais de 1,6 mil empregos preservados

O Maranhão fechou o mês de março com um saldo de 1.618 postos de trabalhos preservados, segundo números do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged) divulgados pelo Ministério do Trabalho e Previdência. O resultado é resultado de 18.850 contratações e 17.232 demissões. Números do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged) divulgados pelo Ministério do Trabalho e Previdência na última semana informa que o Maranhão fechou o mês de março com um saldo de 1.618 postos de trabalhos preservados. O resultado aponta 18.850 contratações e 17.232 demissões e o setor com melhor resultado no estado foi o de Serviços, com saldo de 1.883, enquanto o de construção, o pior com desempenho negativo de 732. “O Maranhão vem apresentando uma performance positiva na geração de postos de trabalho. No acumulado do ano, o total de trabalhadores celetistas no mercado de trabalho maranhense alcançou 530.895 pessoas, uma alta de 13,3% em relação ao patamar pré-pandemia”, afirmou Talita Nascimento, diretora de Estudos e Pesquisas do Instituto Maranhense de Estudos Socioeconômicos e Cartográficos (Imesc), ao analisar os números. No acumulado dos últimos três meses do ano, o Maranhão teve 5.773 empregos preservados, quando foram contratadas 57.770 pessoas e 51.997 foram dispensadas. O saldo dos últimos 12 meses é 40.8078, com 225.801 admissões e 184.993 dispensas. Confira os números por segmento econômico no mês março: Grupamento de Atividades Econômicas e Seção CNAE 2.0 Maranhão Total 1.618 Agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura -131 Indústria geral 630 Indústrias Extrativas 13 Indústrias de Transformação 613 Eletricidade e Gás -2 Água, Esgoto, Atividades de Gestão de Resíduos e Descontaminação 6 Construção -732 Comércio; reparação de veículos automotores e motocicletas -32 Serviços 1.883 Transporte, armazenagem e correio -209 Alojamento e alimentação 300 Informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas 697 Informação e Comunicação 70 Atividades Financeiras, de Seguros e Serviços Relacionados -11 Atividades Imobiliárias 9 Atividades Profissionais, Científicas e Técnicas 166 Atividades Administrativas e Serviços Complementares 463 Administração pública, defesa e seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais 728 Administração Pública, Defesa e Seguridade Social 96 Educação 347 Saúde Humana e Serviços Sociais 285 Serviços domésticos -3 Outros serviços 370 Artes, Cultura, Esporte e Recreação 36 Outras Atividades de Serviços 334 Organismos Internacionais e Outras Instituições Extraterritoriais 0 Não identificado 0 Fonte: Novo Caged – STRAB/MTP.
Weverton anuncia que seu grupo não votará em Dino para o Senado

O senador Weverton Rocha (PDT) declarou nesta sexta (29), em entrevista ao jornalista Jonas Filho de Codó, que seu grupo não vai votar no ex-governador Flávio Dino (PSB) para senador nas eleições de outubro. O parlamentar disse que a forma agressiva como ele é seu grupo estão sendo tratados os levou a tomar a decisão pela busca de um novo candidato ao Senado, haja vista que o ex-governador não cumpriu a carta compromisso e decidiu apoiar Carlos Brandão (PSB), que nunca foi de esquerda. “Uma coisa o nosso grupo já tomou a decisão política. Nós não vamos votar no Flávio Dino. Depois de tudo que ele fez, a forma agressiva, dura, e tudo que vocês viram e não precisa eu falar. O caminho que ele procurou percorrer que não é o nosso e não tem porque a gente estar juntos”, disse Weverton. Na oportunidade, o pedetista vai agora discutir com o seu grupo o nome de um candidato a senador e disse que tem até as convenções para discutir um candidato.
Bolsonaro amplia redução do Imposto Sobre Produtos Industrializados (IPI) para 35%

O presidente Jair Bolsonaro (PL) assinou um decreto nesta quinta (29) que amplia a redução do Imposto Sobre Produtos Industrializados (IPI) de 25% para 35%. A partir deste domingo (1º), redução será aplicada sobre eletrodomésticos da “linha branca” (refrigeradores, freezers, máquinas de lavar roupa e secadores), automóveis e outros produtos industrializados. Em 25 de fevereiro, Bolsonaro assinou um decreto que fez cair o IPI em 25%. No começo de abril, o ministro da Economia, já havia anunciado que a alíquota reduziria ainda mais. A princípio, Guedes falava em uma queda para 33%. Segundo o governo federal, o objetivo da redução do imposto é incentivar a indústria nacional e o comércio para a retomada da economia, cuja redução do IPI diminuirá a carga tributária em R$ 15.218,35 milhões em 2022; R$ 27.391,20 milhões em 2023; e R$ 29.328,82 milhões em 2024. O corte do IPI é definido pela União, mas também afeta o caixa dos Estados e municípios uma vez que o imposto é repartido com os entes federativos. O Executivo chegou a consultar ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) para checar a validade da proposta em ano eleitoral, mas decidiu avançar mesmo sem a resposta.
Petrobras aumenta preço do gás natural para distribuidoras em 19%

Segundo a empresa, a elevação levou em conta as variações do petróleo brent e da taxa de câmbio. A medida, portanto, segue o preço de paridade de importação (PPI), adotado pela Petrobras desde a gestão de Pedro Parente.
Líder de quilombo é assassinado com oito tiros no Maranhão

O crime foi cometido por dois homens que fugiram em uma motocicleta, e a vítima era um dos líderes da comunidade do Jacarezinho.
Estado de saúde de professora que teve corpo queimado por aluno no MA é grave

Vanusia de Sousa, de 39 anos, teve 40% do corpo queimado e já foi transferida da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da cidade de Barra do Corda para o hospital Socorrão I, em São Luís, onde passou por cirurgia.
Aluno de 10 anos ateia fogo em professora em escola, no MA

Vanusia de Sousa, de 39 anos, é professora e foi atacada por um aluno em Barra do Corda — Foto: Arquivo pessoal
Ato Pró-Bolsonaro deve acontecer na Praça Maria Aragão em São Luís

Simpatizantes do presidente Jair Bolsonaro (PL) devem promover um grande em defesa da liberdade por todo o país no próximo 1º de maio. Em São Luís, o ato deve acontecer na Praça Maria Aragão. A concentração está marcada para as 9h da manhã e o ato deve se alastrar por horas. Segundo a ativista Flávia Berthier, a intenção do movimento é reeditar a ação do 7 de setembro de 2021, quando bolsonaristas realizaram o maior ato popular da história maranhense. “Vamos mostrar, mais uma vez, de forma ordeira e pacífica nosso apoio ao presidente. Um ato tão grande quanto foi o do ano passado”, disse. No ano passado as manifestações em defesa do presidente e contra arbitrariedades do STF foram identificadas em mais de 50 cidades por todo o Maranhão. Em São Luís foi realizada uma carreata que se estendeu por mais de 10 km. Segundo a organização do evento, apenas na capital maranhense mais de 25 mil pessoas participaram do ato.