Pesquisas apontam Weverton e Brandão na casa dos 20%

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As pesquisas dos Institutos Exata e Escutec divulgadas neste domingo (01/05) consolidam o senador Weverton (PDT) e o governador do Maranhão, Carlos Brandão (PSB), na casa dos 20% dos votos. Levando em consideração a margem de erro de cada pesquisa, tanto Weverton quanto Brandão estão num patamar entre 20% e 25%, haja vista que o Instituto de Pesquisa Exata diz que Weverton está à frente com 22%, seguido colado por Brandão, que registra 21%. Já a pesquisa Escutec contratada pelo Grupo Mirante aponta Brandão à frente, com 24%, seguido por Weverton com 20%. Exata De acordo com o Instituto de Pesquisa Exata, o pedetista aparece com 22%, seguido por Carlos Brandão com 21%, Lahésio Bonfim com 12% e em seguida seguem empatados com 11% dos votos Edivaldo Holanda Júnior e Roberto Rocha. 6% Não votariam em nenhum/branco/nulo e 11% não responderam. Veja os números: Weverton Rocha (PDT) – 22%Carlos Brandão (PSB) – 21%Lahésio Bonfim (PSC) – 12%Roberto Rocha ( PTB) – 11%Edivaldo Holanda Júnior (PSD) – 11%Josimar de Maranhãozinho (PL) – 5%Simplício Araújo (Solidariedade) – 1%Hertz Dias (PSTU) – 0%Enílton Rodrigues (PSOL) – 0%Brancos/Nulos/Nenhum deles – 6%Nào sabem/Não responderam – 11% O intervalo de confiança é de 95% e a margem de erros é de 3,44% para mais ou para menos. A pesquisa Exata foi registrada no TSE sob o MA-05691/2022. Escutec No cenário estimulado da Pesquisa Escutec divulgada neste domingo (1) pelo Imirante, a vantagem de Brandão que era de 1% na pesquisa anterior aumentou para 4% em relação ao segundo colocado que é o senador Weverton Rocha (PDT). 8% votariam Brancos/Nulos/Nenhum deles e 11% não sabem/não responderam. Veja os números: Carlos Brandão (PSB) – 24%Weverton Rocha (PDT) – 20%Edivaldo Holanda Júnior (PSD) – 12%Lahésio Bonfim (PSC) – 11%Roberto Rocha ( PTB) – 8%Josimar de Maranhãozinho (PL) – 5%Simplício Araújo (Solidariedade) – 2%Enílton Rodrigues (PSOL) – 1%Hertz Dias (PSTU) – 0%Brancos/Nulos/Nenhum deles – 8%Nào sabem/Não responderam – 11% O grau de confiança é de 95% e a margem de erros é de 2,19% para mais ou para menos. A pesquisa Escutec foi registrada no TSE sob o MA-02565/2022.

Yglésio vê coerência em rompimento de Weverton e culpa Cappelli

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Mesmo integrando a base de governo de Carlos Brandão (PSB), o deputado estadual Yglésio Moyses (PSB) afirmou ter sido coerente a decisão do senador Weverton Rocha (PDT) de romper definitivamente com o grupo do ex-governador Flávio Dino (PSB). Na sexta (29), o pedetista anunciou que seu grupo não vai votar no ex-governador Flávio Dino (PSB) para senador nas eleições de outubro pela forma agressiva como ele e seu grupo estão sendo tratados. Por meio das redes sociais, Yglésio se posicionou e atribuiu a saída de Weverton aos constantes ataques que vinha sofrendo, a maioria disparada por um dos principais articuladores do PSB e secretário de Comunicação do Maranhão, Ricardo Cappelli. O @wevertonrocha saiu do grupo de apoio ao Flávio Dino. Foi coerente, pois estava apanhando todo dia do “Pitbull Albino das Laranjeiras”,que também já bateu no Josimar, que é potencial apoio importante pro Brandão.Tem algo estranho: queremos alianças, mas quem era pra comunicar — Yglésio Moyses (@yglesiomoyses) April 30, 2022 Melhor investimento hoje do governo Brandão seria colocar o “marcha soldado” num avião com passagem só de ida e uma sinecura tipo a que ele tinha em Brasília, na SRI. Como diz o bom maranhense: Vai-te embora, rapaz! Teu lugar não é aqui! — Yglésio Moyses (@yglesiomoyses) April 30, 2022 Ricardo Cappelli já foi secretário nacional de Esporte nos governos Lula e Dilma, ex-presidente da União Nacional dos Estudantes entre 1997 e 1999 e concorreu ao cargo de vereador no Rio de Janeiro em 2008.

MA fecha mês de março com mais de 1,6 mil empregos preservados

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O Maranhão fechou o mês de março com um saldo de 1.618 postos de trabalhos preservados, segundo números do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged) divulgados pelo Ministério do Trabalho e Previdência. O resultado é resultado de 18.850 contratações e 17.232 demissões. Números do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged) divulgados pelo Ministério do Trabalho e Previdência na última semana informa que o Maranhão fechou o mês de março com um saldo de 1.618 postos de trabalhos preservados. O resultado aponta 18.850 contratações e 17.232 demissões e o setor com melhor resultado no estado foi o de Serviços, com saldo de 1.883, enquanto o de construção, o pior com desempenho negativo de 732. “O Maranhão vem apresentando uma performance positiva na geração de postos de trabalho. No acumulado do ano, o total de trabalhadores celetistas no mercado de trabalho maranhense alcançou 530.895 pessoas, uma alta de 13,3% em relação ao patamar pré-pandemia”, afirmou Talita Nascimento, diretora de Estudos e Pesquisas do Instituto Maranhense de Estudos Socioeconômicos e Cartográficos (Imesc), ao analisar os números. No acumulado dos últimos três meses do ano, o Maranhão teve 5.773 empregos preservados, quando foram contratadas 57.770 pessoas e 51.997 foram dispensadas. O saldo dos últimos 12 meses é 40.8078, com 225.801 admissões e 184.993 dispensas. Confira os números por segmento econômico no mês março: Grupamento de Atividades Econômicas e Seção CNAE 2.0 Maranhão Total 1.618 Agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura -131 Indústria geral 630 Indústrias Extrativas 13 Indústrias de Transformação 613 Eletricidade e Gás -2 Água, Esgoto, Atividades de Gestão de Resíduos e Descontaminação 6 Construção -732 Comércio; reparação de veículos automotores e motocicletas -32 Serviços 1.883 Transporte, armazenagem e correio -209 Alojamento e alimentação 300 Informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas 697 Informação e Comunicação 70 Atividades Financeiras, de Seguros e Serviços Relacionados -11 Atividades Imobiliárias 9 Atividades Profissionais, Científicas e Técnicas 166 Atividades Administrativas e Serviços Complementares 463 Administração pública, defesa e seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais 728 Administração Pública, Defesa e Seguridade Social 96 Educação 347 Saúde Humana e Serviços Sociais 285 Serviços domésticos -3 Outros serviços 370 Artes, Cultura, Esporte e Recreação 36 Outras Atividades de Serviços 334 Organismos Internacionais e Outras Instituições Extraterritoriais 0 Não identificado 0 Fonte: Novo Caged – STRAB/MTP.

Weverton anuncia que seu grupo não votará em Dino para o Senado

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O senador Weverton Rocha (PDT) declarou nesta sexta (29), em entrevista ao jornalista Jonas Filho de Codó, que seu grupo não vai votar no ex-governador Flávio Dino (PSB) para senador nas eleições de outubro. O parlamentar disse que a forma agressiva como ele é seu grupo estão sendo tratados os levou a tomar a decisão pela busca de um novo candidato ao Senado, haja vista que o ex-governador não cumpriu a carta compromisso e decidiu apoiar Carlos Brandão (PSB), que nunca foi de esquerda. “Uma coisa o nosso grupo já tomou a decisão política. Nós não vamos votar no Flávio Dino. Depois de tudo que ele fez, a forma agressiva, dura, e tudo que vocês viram e não precisa eu falar. O caminho que ele procurou percorrer que não é o nosso e não tem porque a gente estar juntos”, disse Weverton. Na oportunidade, o pedetista vai agora discutir com o seu grupo o nome de um candidato a senador e disse que tem até as convenções para discutir um candidato.

Bolsonaro amplia redução do Imposto Sobre Produtos Industrializados (IPI) para 35%

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O presidente Jair Bolsonaro (PL) assinou um decreto nesta quinta (29) que amplia a redução do Imposto Sobre Produtos Industrializados (IPI) de 25% para 35%. A partir deste domingo (1º), redução será aplicada sobre eletrodomésticos da “linha branca” (refrigeradores, freezers, máquinas de lavar roupa e secadores), automóveis e outros produtos industrializados. Em 25 de fevereiro, Bolsonaro assinou um decreto que fez cair o IPI em 25%. No começo de abril, o ministro da Economia, já havia anunciado que a alíquota reduziria ainda mais. A princípio, Guedes falava em uma queda para 33%. Segundo o governo federal, o objetivo da redução do imposto é incentivar a indústria nacional e o comércio para a retomada da economia, cuja redução do IPI diminuirá a carga tributária em R$ 15.218,35 milhões em 2022; R$ 27.391,20 milhões em 2023; e R$ 29.328,82 milhões em 2024. O corte do IPI é definido pela União, mas também afeta o caixa dos Estados e municípios uma vez que o imposto é repartido com os entes federativos. O Executivo chegou a consultar ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) para checar a validade da proposta em ano eleitoral, mas decidiu avançar mesmo sem a resposta.

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