
MUNDO, 27 de fevereiro de 2026 – Os Estados Unidos e Israel realizaram, na manhã deste sábado (28), um ataque ao Irã por meio de uma operação militar conjunta, direcionada a lideranças estratégicas e instalações militares, após ameaças do governo iraniano e declarações prévias sobre a necessidade de uma ofensiva de grande escala.
A ação ocorreu em várias regiões e buscou reduzir potenciais ameaças diretas a aliados e forças estrangeiras.
Segundo a imprensa iraniana, todo o território nacional ficou sob ofensiva durante o ataque ao Irã, com pelo menos três grandes explosões registradas no centro de Teerã, próximas a uma residência do Líder Supremo, aiatolá Ali Khamenei.
Imagens mostraram colunas de fumaça sobre a capital, enquanto ambulâncias foram mobilizadas e hospitais permaneceram em alerta sem balanço oficial de feridos.
Autoridades israelenses informaram que dezenas de alvos militares foram atingidos durante o ataque ao Irã, incluindo instalações de comando, centros de comunicação e depósitos de armas.
Além disso, fontes de segurança relataram que a primeira onda buscou atingir o maior número possível de líderes militares e estratégicos, em ação coordenada com forças dos Estados Unidos.
O presidente dos EUA, Donald Trump, confirmou a operação em publicação na Truth Social e declarou que a ofensiva pretende defender o povo americano ao eliminar ameaças iminentes atribuídas ao regime iraniano. Ele também afirmou que as ações iranianas representam risco direto a tropas, bases no exterior e aliados em diferentes regiões.
O primeiro-ministro Binyamin Netanyahu classificou o ataque ao Irã como resposta a uma ameaça existencial e indicou que a ofensiva também possui impacto político. Segundo ele, a ação pode criar condições para mudanças internas, ao mesmo tempo em que busca pressionar estruturas estratégicas do regime.
Em resposta ao ataque ao Irã, o governo iraniano anunciou o fechamento do espaço aéreo nacional, enquanto Israel bloqueou voos em seu território.
Fontes militares iranianas relataram o início de respostas coordenadas, incluindo o lançamento de mísseis balísticos contra Israel, além de evacuação parcial de áreas centrais de Teerã e reforço na proteção de centros estratégicos.








“Eita… sem os recursos do Irã, vai ter muita gente chorando lágrimas geopolíticas. Afinal, nada como lamentar o assassinato de um líder de um país dito democrático — morto justamente no exercício da palavra. Ironia das ironias: quem defendia a liberdade agora precisa de lenço para enxugar a contradição.”