
BRASÍLIA, 20 de agosto de 2025 – A União Brasil e o Progressistas (PP) oficializaram nesta terça (19) a federação denominada União Progressista. A convenção conjunta em Brasília aprovou o estatuto do novo grupo, que se torna a maior força partidária do país.
O documento estabelece as regras de funcionamento e a linha de atuação política da agremiação, em uma etapa crucial para seu registro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
A nova federação partidária reunirá 109 deputados federais, formando a maior bancada da Câmara. Além disso, o grupo contará com 15 senadores, tornando-se também a maior do Senado Federal. A força da sigla inclui ainda sete governadores, 1.335 prefeitos e acesso a quase R$ 1 bilhão em recursos de fundo partidário e eleitoral.
Dirigentes da União Progressista afirmaram que o grupo terá uma postura crítica ao governo do presidente Lula. No entanto, o estatuto aprovado não impede que integrantes da federação possam compor a base de apoio da gestão federal. Em alguns estados, como o Maranhão, a nova agremiação já está alinhada ao governador Carlos Brandão.
O comando nacional da federação partidária será compartilhado entre os presidentes das legendas fundadoras. Antonio de Rueda (União Brasil) e Ciro Nogueira (PP) assumirão a liderança de forma conjunta até 2025. Posteriormente, a partir de 2026, Rueda assumirá a presidência e Nogueira a vice-presidência.
Para as eleições daquele ano, os líderes defendem uma candidatura de centro-direita, com nomes como Ronaldo Caiado e Tarcísio de Freitas sendo cotados.







