CONSPIRAÇÃO POLÍTICA

Yglésio aponta trama jurídica contra governador Brandão

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Dr. Yglésio afirmou que uma suposta trama jurídica da oposição dinista buscaria forçar a renúncia do governador Carlos Brandão até 4 de abril.

MARANHÃO, 27 de fevereiro de 2026 – O deputado estadual Dr. Yglésio afirmou, na sessão plenária desta quinta (26), que uma “trama jurídica” estaria sendo articulada pela oposição dinista para forçar a renúncia do governador Carlos Brandão até 4 de abril, segundo declarou no plenário da Assembleia Legislativa.

Segundo ele, a suposta manobra envolveria uma reviravolta no caso do assassinato do empresário João Bosco Pereira Oliveira Sobrinho, crime pelo qual Gilbson César Soares Cutrim Júnior já foi julgado, condenado e atualmente cumpre pena em Brasília, conforme relatou durante o discurso.

Ainda de acordo com o parlamentar, a tramitação teria ganhado novo elemento após um depoimento prestado pela esposa do réu confesso, que, segundo ele, não poderia ser ouvida como testemunha formal, mas apenas como informante, dentro do contexto citado na trama jurídica mencionada na sessão.

Além disso, Yglésio declarou que, após esse depoimento, o ministro do Supremo Tribunal Federal, Flávio Dino, solicitou manifestação ao ministro do Superior Tribunal de Justiça, Humberto Martins, e ao senador Weverton Rocha, que teriam sido citados no relato.

Na mesma sessão, o deputado também contestou críticas atribuídas à oposição sobre suposto superfaturamento na contratação de artistas nacionais, afirmando que os valores comparados envolveriam apresentações em períodos distintos, como prévias e dias oficiais de Carnaval, quando a demanda eleva os custos.

O parlamentar também rebateu alegações relacionadas à obra de prolongamento da Avenida Litorânea, classificando as críticas como descontextualizadas, enquanto apresentou comparações com projetos realizados em gestões anteriores, incluindo intervenções atribuídas a Jackson Lago e Roseana Sarney.

Por fim, Yglésio negou informações que associavam a empresa Agla’S Infraestrutura Ltda a um empreendimento de maquiagem, afirmando que se tratam de CNPJs distintos e reiterando que a confusão teria sido disseminada como parte de narrativas que, segundo ele, integram a trama jurídica citada no pronunciamento.

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