
MARANHÃO, 26 de fevereiro de 2026 – Relatório do 6º bimestre de 2025 mostra que o Maranhão aplicou 16% de sua receita em investimentos, ficando atrás apenas do Espírito Santo (20%). No entanto, o estado também registrou o segundo maior crescimento da Dívida Consolidada (33%), atrás do Rio Grande do Norte (35%), em comparação com o fim de 2024.
Os dados foram divulgados pelo Tesouro Nacional nesta terça (24).
O documento abrange a execução orçamentária de todos os poderes (Executivo, Legislativo e Judiciário), incluindo Ministério Público e Defensoria Pública, das 27 Unidades da Federação. As informações são baseadas nos dados que os próprios estados inserem no Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro (Siconfi).
Além do Maranhão, outros estados se destacaram no ranking de investimentos. Os menores percentuais de aplicação da receita total foram registrados pelo Rio Grande do Norte (4%), seguido por Roraima, Amazonas e Rio de Janeiro, todos com 5%.
O relatório também aponta que todas as Unidades da Federação tiveram aumento em suas receitas correntes realizadas na comparação com 2024.
Na análise da Dívida Consolidada (DC) de 2025 em relação ao saldo de 31 de dezembro de 2024, o Maranhão aparece com um crescimento de 33%, ocupando a segunda posição. Roraima completa a lista dos três maiores aumentos, com 27%.
Por outro lado, os estados que mais conseguiram reduzir a DC no período foram Sergipe (-15%), Mato Grosso (-14%) e Acre (-11%).







