Josimar de Maranhãozinho anuncia hoje quem apoia ao Governo

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Nesta segunda (23/05), o deputado federal licenciado Josimar de Maranhãozinho (PL) vai anunciar qual projeto político ele e o seu grupo irão apoiar para o Governo do Estado. De acordo com o “Moral da BR”, como é conhecido por sua influência nos municípios cortados pela rodovia federal 316, o anúncio será feito a partir das 20h, através de uma live que ele realiza semanalmente. Ao longo da última semana, o líder do PL, que também controla o Avante e o Patriotas, disse que promoveu reuniões com representantes do seu grupo no qual foram debatidas as possibilidades de apoio ao senador Weverton Rocha (PDT), pré-candidato do PDT, ou ao governador Carlos Brandão (PSB), pré-candidato a reeleição. “Concluímos nossas três reuniões com os integrantes do nosso grupo. Tivemos a oportunidade de dialogar e ouvir lideranças, prefeitos e pré-candidatos a deputado federal e a deputado estadual. As decisões foram decididas democraticamente com todos, pensando sempre no melhor para o nosso amado Maranhão. Convido todos à nossa live nessa segunda-feira às 20h, onde falaremos sobre o que foi discutidos nas reuniões e o caminho que o PL irá trilhar nas eleições de outubro”, afirmou o parlamentar. Veja também: Josimar de Maranhãozinho próximo de definir candidatura ao governo O grupo político de Josimar de Maranhãozinho é formado por cerca de 50 prefeitos e prefeitas; centenas de vereadores, vereadoras, vice-prefeitos e vice-prefeitas; além de deputados estaduais e deputados federais.

Aprovado aumento de idade para indicação de ministros do Judiciário

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O Senado aprovou Proposta de Emenda à Constituição que aumenta de 65 para 70 anos a idade máxima para nomeação de juízes e ministros de tribunais regionais federais e de tribunais superiores. A PEC 32/2021 teve relatoria do senador Weverton (PDT-MA). Foram 60 votos favoráveis, na votação em primeiro turno, e 59 no segundo turno, sem votos contrários. Vai à promulgação. — É uma matéria simples, apenas um ajuste na Constituição — disse o relator. Ajuste Na prática, a proposta de 70 anos como idade máxima para nomeação de magistrados é um ajuste à Emenda Constitucional (EC 88) que, desde 2015, alterou o limite de idade da aposentadoria compulsória dos ministros do STF, tribunais superiores e TCU de 70 para 75 anos. A mudança de 2015 surgiu da chamada PEC da Bengala. Equação Em seu parecer, o senador explica que a redação constitucional original fixa em 65 anos a idade máxima para ingresso nas cortes do STF, STJ, TST, TRFs, TRTs e TCU. Antes da chamada PEC da Bengala, “estavam garantidos, em tese, aos escolhidos e nomeados no limite máximo da idade, ao menos 5 anos de exercício dessas relevantíssimas funções institucionais”. A EC 88 veio a ser regulamentada pela Lei Complementar 152, de 2015, que estabeleceu a aposentadoria compulsória aos 75 anos, com proventos proporcionais, para os membros do Poder Judiciário.  “Com essa nova disciplina constitucional e infraconstitucional, a equação que previa, de um lado, a idade máxima de ingresso aos 65 anos e, de outro, a idade de aposentadoria compulsória aos 70 anos, tendo como resultante, no limite máximo da faixa etária, um período de 5 anos de exercício como membro de juízes e ministros de tribunais regionais federais e de tribunais superiores – foi afetada, passando para uma resultante de, em tese, 10 anos de exercício (indicado até 65 anos com aposentadoria compulsória aos 75 anos de idade)”, considerou o relator na CCJ. Weverton conclui que “deve ser mantida a lógica anterior de que era possível ao Estado indicar pessoas até cinco anos antes de sua aposentadoria compulsória para o desempenho de funções relevantes no STF, STJ, TST, TRFs, TRTs e TCU e se valer de seu conhecimento e experiência acumulados”.

Flávio Dino endurece discurso e alfineta Weverton Rocha

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Em jantar com deputados estaduais e federais promovido pelo presidente da Assembleia, Othelino Neto (PCdoB), o ex-governador Flávio Dino (PSB) endureceu o discurso e alfinetou o senador Weverton Rocha (PDT). Na oportunidade, o pré-candidato ao Senado Federal alegou que Weverton é quem está errado ao ter rompido com a base dinista ao persistir na sua pré-candidatura ao governo e citou lealdade ao mencionar a escolha por Carlos Brandão como candidato à sua sucessão, ressaltando que a opção foi definida pelo grupo. “Quando se fala da minha opção de apoiar o Brandão, se destaca muito a palavra lealdade, que é uma palavra que eu valorizo muito, é um princípio de vida. Mas faço questão de lembrar, inclusive para combater argumentos falaciosos, de que a escolha do Brandão não foi pessoal minha, foi uma escolha de grupo. E quem está errado é quem não está respeitando a decisão da maioria do grupo”, declarou. Apelo Ameaçado pelo parlamentar Roberto Rocha na disputa ao Senado, o ex-governador disse que sempre prestigiou a classe política maranhense e fez apelo em busca do apoio, se referindo a obras no municípios e da relação do seu governo com as prefeituras. “Faço questão de ressaltar o meu compromisso com aquilo que a gente convencionou chamar de classe política. Quantas vezes andaram comigo, ao meu lado, inaugurando obras? Eu sempre prestigiei a classe política […] Eu preciso do apoio de vocês. E mais uma vez estou pedindo o apoio de vocês”, frisou o ex-governador. Adriano Sarney Na última semana, o do deputado estadual Adriano Sarney (PV) reclamou que ele próprio foi excluído de reunião de articulação pró-Lula organizada por Dino no Maranhão. Após a pressão do parlamentar estadual, nesta segunda (09/05), ele foi chamado para o encontro. O convite foi feito pelo ex-governador Flávio Dino após o deputado ter se manifestado sobre a falta de diálogo com o atual presidente do PSB no estado e, inclusive, ter elogiado Rocha sobre a aliança de vários partidos em torno de si.

Pesquisas apontam Weverton e Brandão na casa dos 20%

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As pesquisas dos Institutos Exata e Escutec divulgadas neste domingo (01/05) consolidam o senador Weverton (PDT) e o governador do Maranhão, Carlos Brandão (PSB), na casa dos 20% dos votos. Levando em consideração a margem de erro de cada pesquisa, tanto Weverton quanto Brandão estão num patamar entre 20% e 25%, haja vista que o Instituto de Pesquisa Exata diz que Weverton está à frente com 22%, seguido colado por Brandão, que registra 21%. Já a pesquisa Escutec contratada pelo Grupo Mirante aponta Brandão à frente, com 24%, seguido por Weverton com 20%. Exata De acordo com o Instituto de Pesquisa Exata, o pedetista aparece com 22%, seguido por Carlos Brandão com 21%, Lahésio Bonfim com 12% e em seguida seguem empatados com 11% dos votos Edivaldo Holanda Júnior e Roberto Rocha. 6% Não votariam em nenhum/branco/nulo e 11% não responderam. Veja os números: Weverton Rocha (PDT) – 22%Carlos Brandão (PSB) – 21%Lahésio Bonfim (PSC) – 12%Roberto Rocha ( PTB) – 11%Edivaldo Holanda Júnior (PSD) – 11%Josimar de Maranhãozinho (PL) – 5%Simplício Araújo (Solidariedade) – 1%Hertz Dias (PSTU) – 0%Enílton Rodrigues (PSOL) – 0%Brancos/Nulos/Nenhum deles – 6%Nào sabem/Não responderam – 11% O intervalo de confiança é de 95% e a margem de erros é de 3,44% para mais ou para menos. A pesquisa Exata foi registrada no TSE sob o MA-05691/2022. Escutec No cenário estimulado da Pesquisa Escutec divulgada neste domingo (1) pelo Imirante, a vantagem de Brandão que era de 1% na pesquisa anterior aumentou para 4% em relação ao segundo colocado que é o senador Weverton Rocha (PDT). 8% votariam Brancos/Nulos/Nenhum deles e 11% não sabem/não responderam. Veja os números: Carlos Brandão (PSB) – 24%Weverton Rocha (PDT) – 20%Edivaldo Holanda Júnior (PSD) – 12%Lahésio Bonfim (PSC) – 11%Roberto Rocha ( PTB) – 8%Josimar de Maranhãozinho (PL) – 5%Simplício Araújo (Solidariedade) – 2%Enílton Rodrigues (PSOL) – 1%Hertz Dias (PSTU) – 0%Brancos/Nulos/Nenhum deles – 8%Nào sabem/Não responderam – 11% O grau de confiança é de 95% e a margem de erros é de 2,19% para mais ou para menos. A pesquisa Escutec foi registrada no TSE sob o MA-02565/2022.

Yglésio vê coerência em rompimento de Weverton e culpa Cappelli

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Mesmo integrando a base de governo de Carlos Brandão (PSB), o deputado estadual Yglésio Moyses (PSB) afirmou ter sido coerente a decisão do senador Weverton Rocha (PDT) de romper definitivamente com o grupo do ex-governador Flávio Dino (PSB). Na sexta (29), o pedetista anunciou que seu grupo não vai votar no ex-governador Flávio Dino (PSB) para senador nas eleições de outubro pela forma agressiva como ele e seu grupo estão sendo tratados. Por meio das redes sociais, Yglésio se posicionou e atribuiu a saída de Weverton aos constantes ataques que vinha sofrendo, a maioria disparada por um dos principais articuladores do PSB e secretário de Comunicação do Maranhão, Ricardo Cappelli. O @wevertonrocha saiu do grupo de apoio ao Flávio Dino. Foi coerente, pois estava apanhando todo dia do “Pitbull Albino das Laranjeiras”,que também já bateu no Josimar, que é potencial apoio importante pro Brandão.Tem algo estranho: queremos alianças, mas quem era pra comunicar — Yglésio Moyses (@yglesiomoyses) April 30, 2022 Melhor investimento hoje do governo Brandão seria colocar o “marcha soldado” num avião com passagem só de ida e uma sinecura tipo a que ele tinha em Brasília, na SRI. Como diz o bom maranhense: Vai-te embora, rapaz! Teu lugar não é aqui! — Yglésio Moyses (@yglesiomoyses) April 30, 2022 Ricardo Cappelli já foi secretário nacional de Esporte nos governos Lula e Dilma, ex-presidente da União Nacional dos Estudantes entre 1997 e 1999 e concorreu ao cargo de vereador no Rio de Janeiro em 2008.

Weverton anuncia que seu grupo não votará em Dino para o Senado

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O senador Weverton Rocha (PDT) declarou nesta sexta (29), em entrevista ao jornalista Jonas Filho de Codó, que seu grupo não vai votar no ex-governador Flávio Dino (PSB) para senador nas eleições de outubro. O parlamentar disse que a forma agressiva como ele é seu grupo estão sendo tratados os levou a tomar a decisão pela busca de um novo candidato ao Senado, haja vista que o ex-governador não cumpriu a carta compromisso e decidiu apoiar Carlos Brandão (PSB), que nunca foi de esquerda. “Uma coisa o nosso grupo já tomou a decisão política. Nós não vamos votar no Flávio Dino. Depois de tudo que ele fez, a forma agressiva, dura, e tudo que vocês viram e não precisa eu falar. O caminho que ele procurou percorrer que não é o nosso e não tem porque a gente estar juntos”, disse Weverton. Na oportunidade, o pedetista vai agora discutir com o seu grupo o nome de um candidato a senador e disse que tem até as convenções para discutir um candidato.

Brandão falta a evento pró-Lula e gera dúvida sobre relação com Dino

Evento pro Lula

Na semana passada o ex-governador Flávio Dino (PSB) organizou uma reunião com lideranças políticas para definir as linhas gerais da pré-campanha do ex-presidente Lula. A ausência do governador e candidato à reeleição Carlos Brandão (PSB) no evento foi sentida. Alguns observadores encaram a ausência do cabeça de chapa logo na 1ª reunião pró-lula como um recado do ex-governador ao atual mandatário. Além Flávio Dino, participaram da reunião secretários de governo, presidentes de partidos e políticos, também foi convidado o presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, Othelino Neto. “Começamos a organizar a pré-campanha do presidente Lula  no Maranhão, em reunião com representações do PSB, PT e PCdoB. Campo popular está unido e vamos vencer”, disse Dino em suas redes sociais. RETALIAÇÃO A relação entre o atual e o ex-governador já é considerada estremecida por parte da classe política. As razões para o início do distanciamento repousam na insatisfação de Dino com a reforma administrativa tocada por Brandão. Flávio Dino não concorda com algumas escolhas do governador. Outros membros do primeiro escalão do antigo governo também andam reclamando publicamente da postura de independência de Carlos Brandão. Apesar dos sinais de ruptura e da ausência em um evento considerado capital, nenhum dos dois deu manifestações públicas que apontam para uma ruptura ou indicam insatisfação.

Senadores criam a Frente Parlamentar do Matopiba

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O Plenário do Senado aprovou, nesta terça-feira (12), projeto de resolução (PRS 32/2019) que institui a Frente Parlamentar do Matopiba. A matéria vai à promulgação. A região do Matopiba congrega o bioma cerrado do Maranhão, do Tocantins, do Piauí e da Bahia, e tem seu nome formado pelas siglas desses estados. De autoria do senador Roberto Rocha (PTB-MA), o projeto tem por objetivo promover amplo debate no Congresso, com participação de diversos segmentos da sociedade, visando aprimorar a legislação em defesa da região (que engloba 337 municípios), e na sua promoção. O projeto estabelece que a frente será integrada, inicialmente, pelos senadores que assinarem a ata de instalação. Contudo, com o passar do tempo, outros parlamentares poderão aderir à Frente Parlamentar do Matopiba. O senador Fabio Garcia (União-MT) apoiou a aprovação e disse que o Matopiba é a “maior e mais importante fronteira agrícola do país”, produzindo a maior parte da soja, milho e algodão nacionais. Grãos e fibras O relator, senador Weverton (PDT-MA), foi favorável ao texto, e considerou, em seu parecer, que a Frente Parlamentar contribuirá para o aprimoramento da legislação federal voltada para o desenvolvimento sustentável da região, que responde atualmente por grande parte da produção brasileira de grãos e fibras. Na justificativa, Roberto Rocha destaca que, de acordo com a Embrapa, a área do Matopiba responde atualmente por grande parte da produção brasileira de grãos e fibras. Nos municípios da região há cerca de 324 mil estabelecimentos agrícolas, 46 unidades de conservação, 35 terras indígenas e 781 assentamentos de reforma agrária. A Frente Parlamentar será regida por regulamento interno ou, na falta deste, por decisão da maioria absoluta de seus integrantes, respeitadas as disposições legais e regimentais em vigor.

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