PT minimiza gastos do BNDES em Cuba, Venezuela e outros países

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Em ano eleitoral, o PT tenta explicar o desperdício de dinheiro dos pagadores de impostos por meio de empreiteiras enquadradas na Operação Lava Jato. Para desempenhar essa tarefa, o partido escalou Miriam Belchior, ministra do Planejamento, Orçamento e Gestão do Brasil no governo Dilma Rousseff. “No caso de empréstimos para outros países, são financiamentos para empresas brasileiras realizarem obras no exterior”, explicou Miriam. “Não é financiamento direto para outros países, a gente não empresta para eles e pronto. A gente só empresta se as nossas empresas forem realizar as obras, que é a modalidade chamada exportação dos serviços de engenharia.” A ex-ministra não mencionou no artigo publicado no site do PT que as empresas foram as que a Lava Jato descobriu, como Odebrecht, Camargo Corrêa, entre outras. O esquema revelou que as companhias pagaram propinas milionárias para o PT, MDB e o PP durante as gestões Lula e Dilma. A dívida de Cuba e da Venezuela com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) é de R$ 3,5 bilhões (US$ 680 milhões). Durante os governos do PT, empréstimos concedidos pelo BNDES para financiamento de obras nos dois países atingiram R$ 11 bilhões (US$ 2 bilhões). O presidente do BNDES, Gustavo Montezano, disse no início do ano que o banco convivia com seguidos calotes dos países parceiros do petismo nesses negócios. Em uma entrevista, Montezano revelou que Cuba lastreou a dívida a charutos. “Não só nós fizemos tudo certo para as grandes empresas nacionais, sem qualquer irregularidade, como a iniciativa deu frutos positivos para a economia brasileira e para o emprego no Brasil”, disse Miriam, no artigo.

Governo do Maranhão “apunhala” sócios do Hospital HCI

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O senador Roberto Rocha (PTB) denunciou um caso de desapropriação do Hospital HCI, da rede privada, que havia sido alugado pelo Governo do Estado em 2020 para uso no enfrentamento à pandemia da Covid-19. O parlamentar comparou a intervenção estatal do Governo do Maranhão na iniciativa privada com situações que ocorrem na Venezuela, Coreia do Norte, Cuba e leu a denúncia que chegou ao seu gabinete apresentada por um médico, um dos 87 sócios do hospital HCI. “Passou a ser uma rotina, infelizmente, no estado que tem a população mais vulnerável do país, que é o Maranhão, a iniciativa por parte do Governo fazer como se faz na Venezuela, como se faz em Cuba, se faz na Coréia do Norte. Nós não estamos falando da suspensão de um serviço público, nós estamos falando de uma intervenção numa empresa privada, ou seja, algo absolutamente inacreditável que possa acontecer em nosso país onde tem que reinar a democracia”, disse o pré-candidato a reeleição ao Senado Federal. Conforme a reclamação do médico, o Governo do Estado não respeitou cláusulas contratuais, não se responsabilizou por dívidas bancárias existentes e “apunhalou” os 87 sócios do hospital – que fica localizado na Avenida Jerônimo de Albuquerque, no trecho conhecido como Roque Santeiro, próximo a um outro hospital particular de referência na capital – logo após ele ter sido alugado para o Executivo. “A intervenção autoritária no Hospital HCI em 2020 é mais um retrato da administração catastrófica do ex-governador comunista Flávio Dino, que sempre se posiciona ideologicamente contra o capital privado e a liberdade econômica”, publicou Roberto Rocha em suas redes sociais. Confira: Parlamentares se manifestam sobre caos no serviço de ferryboats A denúncia levada para a tribuna do Senado Federal é mais uma feita pelo parlamentar nesta semana. Antes, Roberto Rocha havia citado o caso da intervenção do Governo do Maranhão, na gestão do ex-governador Flávio Dino (PSB) no serviço de ferryboat, e solicitou ajuda do Governo Federal.

Lula propõe integrar economia do Brasil a da Venezuela e Argentina

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O ex-presidente Lula (PT) defendeu a integração da economia do Brasil aos demais países da América Latina por meio da criação de uma moeda única para os países da região. “Vamos criar uma moeda na América Latina”, disse em discurso no Congresso Eleitoral do PSOL. A defesa da moeda única latino-americana não foi um fato isolado. O economista Gabriel Galípolo, ex-presidente do banco Fator, que tem ajudado a fazer o programa de governo de Lula, defende a ideia. Recentemente ele, e o também petista Fernando Haddad, assinaram artigo juntos em que defendem a moeda única. A proposta colocaria o Brasil em uma condição de fiador de economias em colapso, como Argentina e Venezuela.

Venezuela anuncia vacina obrigatória a cada quatro meses

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Os venezuelanos terão que receber doses de reforço da vacina contra o coronavírus a cada quatro meses, anunciou o presidente Nicolás Maduro. O anúncio de Maduro aconteceu durante um pronunciamento à nação em rede aberta de televisão, na última terça (15), justamente para fazer um balanço do combate ao coronavírus no país. “A partir de agora e até novo aviso, até que se descubram medicamentos que curem o coronavírus como mais uma gripe, ou até que chegue o momento que se produza uma vacina que dê ao corpo imunidade total por muito tempo, vamos ter de aplicar vacinação de reforço de quatro em quatro meses”, declarou o presidente venezuelano.-Publicidade- “Toda a população deve submeter-se à vacinação de reforço para que possamos continuar a controlar o coronavírus e continuar com as nossas atividades sociais e econômicas”, acrescentou Maduro. Segundo dados divulgados pelas autoridades venezuelanas, o país contava, até a última terça-feira, com 518.750 casos de covid-19. Ao todo, 5.661 mortes associadas ao novo coronavírus foram registradas na Venezuela desde o início da pandemia.

Venezuela é o país mais pobre da América Latina

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De acordo Fundo Monetário Internacional (FMI), a Venezuela vai ultrapassar o Haiti e ocupará o posto de nação mais pobre do continente americano, quando o ano de 2021 terminar. O Haiti, historicamente devastado por terremotos e por intensos conflitos políticos, se acostumou com o poder do crime organizado e com o colapso permanente. Sempre foi conhecido por ser o país mais pobre das Américas. A Venezuela, atualmente, comandada por Nicolás Maduro, vive uma ditatura socialista. Com uma população de 28 milhões de habitantes, possui uma das maiores reservas petrolíferas do mundo. Mas o país socialista amarga a menor renda per capita da América Latina: US$ 1.627 — atrás do Haiti, com US$ 1.690. Desde que líderes socialistas assumiram o controle na Venezuela, as finanças do país vem colapsando. Há 10 anos a renda per capita era de US$ 12,1 mil. Segundo Erik de Bufalo, professor da Universidade Simón Bolívar, a política econômica chavista é a grande responsável pela atual situação. “Para um país que já teve a terceira maior economia da região, essa situação é lamentável. Mas não é uma surpresa, porque o modelo de exploração chavista tem levado a isso”, afirmou Ele ressaltou que , nos últimos 7 anos, o Produto Interno Bruto (PIB) venezuelano caiu 81,8%.

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