Professor da UFMA prega discurso de ódio nas redes sociais

O professor da Universidade Federal do Maranhão, Alexandre Buhaten, teve um surto colérico nas redes sociais e afirmou que “a existência” das pessoas que discordam dele é uma barreira para o país. O surto do “professor” aconteceu após o titular do blog levantar a discussão sobre a revolta de uma empresária de restaurante da capital demonstrar contra as carreatas do último dia 14 de março em São Luís. Disse: “O que será que passa na cabeça das pessoas para se juntarem na rua pedindo liberdade para ir e vir?”. E prosseguiu: “Eles vão pra rua pedir morte? É isso que entendi? Eles querem cadáveres pelas calçadas?”. A íntegra da publicação pode ser acessada aqui. O discurso de ódio aconteceu após o seguinte comentário: “Sabe o que é loucura? Pessoas pedindo o direito de ir e vir revoltam mais do que um ladrão que roubou bilhões. O Brasil não tem a mínima chance de dar certo”. De forma abrupta e completamente transloucada, o “professor” Alexandre Buhaten afirmou que o Brasil não dá certo por pessoas, como eu, existirem. E prosseguiu com agressões completamente desconexas de qualquer tipo de argumento. Ao ser confrontado por sua reação destemperada e com o fato de que uma pessoa pode ter medo da pandemia e, ao mesmo tempo, não desprezar o fato do ex-presidente Lula ser um ladrão, Alexandre apenas debochou. É claro que a situação não irá acarretar nenhum constrangimento a Alexandre. Afinal de contas, ele faz parte da patota que tem o direito de pregar contra a existência alheia. Faz parte do bonde que pode monopolizar o ódio. Já eu, se tivesse respondido no mesmo tom… Coisas da vida.
Universidades públicas do Maranhão protegem estupradores e assediadores

Uma estudante do curso de enfermagem do pólo da Universidade Estadual do Maranhão (UEMA) em Caxias afirma que foi estuprada em 2019. O caso corria em sigilo e foi tornado público apenas neste ano, após a vítima sentir-se injustiçada e denunciar a omissão da reitoria em relação ao caso. A jovem abandonou a universidade e, por muito pouco, não cometeu suicídio. Casos semelhantes aos da estudante são muito mais comuns em universidades públicas do Maranhão do que se imagina. Contudo, eles contam com um aliado inusitado: o sigilo das reitorias que escondem os casos e protegem os supostos estupradores e assediadores. Além, é claro, da falta de cobrança dos ditos “movimentos progressistas” pela transparência na exposição dos casos. Na Universidade Federal do Maranhão (UFMA), por exemplo, são incontáveis os registros de denúncias por assédio e estupro abafadas em processos mantidos sob sigilo. O mais recente deles envolve um professor e líder do movimento negro da UFMA. Ele acusado de usar o cargo para manter relações sexuais forçadas com alunas, algumas menores de idade. O caso, como de costume, corre sob “sigilo” e a identidade do suposto assediador também é mantida sob sigilo. Um professor do departamento de economia também é suspeito de ter cometido estupros contra menores de idade antes de ingressar no quadro da UFMA. Progressista que frequentemente se coloca como crítico da “cultura do estupro”, ele foi apontado como autor de diversos casos e é suspeito de continuar os assédios até hoje. O sigilo dos processos administrativos e o silêncio dos movimentos estudantis e sociais em relação aos casos pode ter relação com a falta de exposição dos casos pelas vítimas. Abandonadas pelas instâncias oficiais e pelos movimentos, muitas optam pelo silêncio. Como no caso da estudante de Caxias, que passou anos assistindo aula com o suposto estuprador até decidir abandonar o curso. Não é de hoje que universidades públicas têm servido de esconderijo para assediadores e estupradores. Geralmente eles se camuflam em “movimentos sociais” para poder cometerem seus crimes. Assim como no caso do professor da UFMA ligado ao movimento negro, em 2016 foi preso o pedófilo Thiago Silva Prazeres, estudante de psicologia. A universidade também incentiva atividades que correlacionam a prática abusiva de sexo em suas dependências. No mesmo ano em que Thiago Silva Prazeres foi preso, a UFMA sediou o “I Encontro da Juventude Porra Louca”. Durante o encontro, o jovem Kevin Rodrigues Ribeiro foi morto a facadas. Até hoje a UFMA disponibiliza em seu portal uma reportagem elogiosa sobre o evento que culminou com a morte. Thiago, que era conhecido na UFMA por militar na esquerda, inclusive em movimentos feministas, foi preso com o irmão acusado de pedofilia, extorsão, ameaça e armazenamento de imagem pornográfica de menor. Outro caso emblemático que revela a proteção de universidades a estupradores foi o de Pedro Ícaro de Medeiros. Estudante de filosofia, ele foi acusado de estelionato, agressões e estupro. O caso teve como palco a Universidade Federal do Ceará, mas possui muitas similaridades aos casos no Maranhão: a proteção encontrada por estupradores e assediadores dentro das universidades. A omissão dos movimentos feministas das universidades também chama a atenção. Apesar de saberem da existências destes processos, eles nunca pressionaram as reitorias pela transparência e exposição das denúncias.
Em três meses de gestão, Natalino Salgado entrega novo campus da UFMA de Balsas
Na manhã desta sexta-feira (6), foi realizada a solenidade de abertura do ano letivo 2020.1 do Câmpus Balsas da Universidade Federal do Maranhão – UFMA. A cerimônia contou com as presenças do Vice Reitor Marcos Fábio, representando o Reitor Natalino Salgado, do Prefeito de Balsas Dr. Erik Augusto, de Vereadores da cidade, do Secretário de Educação municipal, Secretário de Infraestrutura Municipal, de representantes da SEDUC, da Polícia militar e civil, do Corpo de bombeiros e da Guarda municipal.
UFMA divulga edital de ingresso em cursos para o 1º semestre de 2020
SÃO LUÍS – A Pró-Reitoria de Ensino da Universidade Federal do Maranhão (Proen-UFMA) divulgou o edital que regulamenta o ingresso de discentes nos cursos presenciais de graduação no primeiro semestre de 2020. O preenchimento das vagas será realizado, exclusivamente, com base nos resultados dos candidatos que prestaram o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) referente ao ano de 2019.
UFMA passa por processo de desinfestação administrativa

Ao não nomear Allan Kardec para vice-reitoria, Natalino Salgado dá sinais de que pretende pesadelo administrativo que arruinou a Universidade Federal do Maranhão
Após derrotar esquerda na UFMA, Natalino é nomeado reitor

Natalino Salgado foi nomeado por Jair Bolsonaro reitor da universidade. Posse deve ser no dia 11 de novembro

