Roseana e Weverton lideram, fantasma da derrota assombra Flávio Dino

Se depender dos números apresentados pela pesquisa Escutec/O Estado de intenção de votos para governador, senador e presidente da República, o governador Flávio Dino (PSB) deve perder alguns dias de sono. Além de ver adversários crescendo, comunista começa a ver, mesmo que distante, fantasma de uma possível derrota para o senado. A pesquisa Escutec/O Estado identificou que Flávio Dino ocupa a vice-liderança em rejeição entre TODOS os candidatos. A ÍNTEGRA DA PESQUISA VOCÊ ACESSA AQUI De acordo com os números, a derrota do possível candidato do comunista ao governo do Maranhão, o vice Carlos Brandão (PSDB), se torna a cada dia mais provável. Além disso, os números também revelam que o próprio Flávio Dino não pode assegurar que irá ser eleito senador no ano que vem após deixar o governo. A pesquisa analisou vários cenários e pode ser encarada de forma positiva apenas pela ex-governadora Roseana Sarney (MDB) e pelo senador Weverton Rocha (PDT), que cristalizou a posição de segundo colocado. O senador Roberto Rocha (sem partido), que a cada dia vai despontando como possível adversário do governador Flávio Dino, também apareceu bem no levantamento. Apesar de ainda não assegurar sua candidatura, Roseana foi colocada em três cenários. No primeiro, ela aparece com 26%. Seguida por Weverton Rocha (20%), Edivaldo Júnior (12%) e o vice-governador Carlos Brandão (10%). Logo aparece Roberto Rocha (9%) e o prefeito de São Pedro dos Crentes, Lahesio Bonfim (5%). Completam a lista Simplício Araújo (4%), Josimar de Maranhãozinho (3%) e o Felipe Camarão (2%). No segundo cenário, apenas com seis candidatos, os números foram os seguintes: Roseana (30%), Weverton (20%), Edivaldo (14%), Carlos Brandão (12%), Roberto Rocha (11%) e Josimar de Maranhãozinho (5%). Sem a ex-governadora na disputa e com oito postulantes, os resultados foram os seguintes: Weverton (24%), Edivaldo Júnior (17%), Roberto Rocha (14%), Brandão (11%), Lahesio (8%), Josimar (5%), Simplício (5%) e Felipe Camarão (3%). Cerca de 15% dos eleitores estão indecisos ou não quiseram responder. Para a disputa no senado, em um cenário com o governador, o resultado alcançado pelos concorrentes foi: Flávio Dino (44%), Roberto Rocha (23%) e Josimar de Maranhãozinho (7%). No cenário de rejeição, Maranhãozinho tem 25%, Flávio Dino, 21% e Roberto Rocha, 11%.
Piorou com Flávio Dino
Escutec 1: Roseana Sarney vai cometer o mesmo erro?

Os números da Escutec divulgados no último fim de semana por O Estado do Maranhão mostram que a ex-governadora Roseana Sarney (MDB) seria a pré-candidata mais competitiva no atual momento. Seria caso fosse pré-candidata. Apesar de liderar m todos os cenários, Roseana ainda não tem uma decisão formada sobre 2022. A indecisão é um erro. Nos meses que antecederam as eleições de 2018, a ex-governadora titubeou em assumir a candidatura. Inacreditavelmente, a maior política da história do Maranhão esperou até maio de 2018 (seis meses antes do pleito) para assumir oficialmente a candidatura. A ação foi errada e a realidade se encarrega de mostrar. Por meses como “candidato único”, e com a máquina governamental na mão, Flávio Dino venceu as eleições daquele ano no primeiro turno com folga e ainda teve liberdade para colocar Weverton Rocha (PDT) e Eliziane Gama (Cidadania) nas duas vagas do senado. A indecisão de Roseana foi a melhor aliada de Flávio naquele ano. Aliados da ex-governadora acreditam que ela tende a cometer em 2022 o erro de 2018: manter a candidatura apenas no imaginário da população o máximo possível. Só que dessa vez, sem candidatura. A intenção seria manter-se em evidência e depois partir para uma eleição fácil para a Câmara Federal. Acontece que o inverso é muito mais eficiente. Roseana não é obrigada a ser candidata em 2022 se sair pré-candidata em 2021. Os holofotes até a eleição serão muito mais luminosos com ela já “decidida”. Seus adversários serão represados, seus possíveis aliados irão sonhar com uma aliança diplomática e seria uma das generais do processo. Quer seus adversários concordem, ou não, quer seus aliados discordem, ou não, e querendo Roseana aceitar a realidade, ou não, ela está, ao lado de Flávio Dino, no patamar de figura política mais proeminente no Maranhão. E o comunista não é candidato ao governo. Ela vai estar entre os três melhores colocadas que faça algo, ou não. Se fizer, estará entre os dois. Manter a pré-candidatura apenas na esfera da possibilidade quando se está na liderança é um péssimo negócio.
Escutec mostra novos números para senado, governo e presidência

O levantamento – que ouviu 2,4 mil eleitores entre os dias 24 de junho e 1º de julho, em todas as regiões do Maranhão – traz cenários para as disputas pela Presidência da República, pelo Governo do Maranhão e pelo Senado, e confirma que o governador Flávio Dino (PSB) e a ex-governadora Roseana Sarney (MDB) seguem como principais lideranças políticas do estado. Os números mostram, ainda, que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) segue rejeitado pelos maranhenses – no Maranhão, ele já foi derrotado em 2018 na disputa presidencial. Recém-alçada ao posto de presidente estadual do MDB, Roseana lidera todos os cenários para o governo. No primeiro deles, espontâneo – quando não são apresentados os nomes dos possíveis candidatos – , ela parece com 11%, contra 6% de Flávio Dino e 3% tanto do vice-governador, Carlos Brandão (PSDB), quanto do senador Weverton Rocha (PDT). Roberto Rocha (sem partido) e Simplício Araújo (Solidariedade), têm 2% cada. Neste cenário, aparecem, ainda, Neto Evangelista (DEM), Lahesio Bonfim (PSL), Josimar de Maranhãozinho (PL), Eduardo Braide (Podemos) e Duarte Júnior (PSB), todos com 1%. No primeiro cenário estimulado, com uma lista de pré-candidatos, Roseana também aparece na frente, com 25% das intenções de voto. Nesse caso, ela é seguida pelo senador Weverton Rocha, com 14%, e pelo ex-prefeito de São Luís Edivaldo Holanda Júnior (sem partido), com 12%. O vice-governador Carlos Brandão tem 10%. N sequência aparecem Roberto Rocha (8%), Simplício Araújo (5%), Josimar de Maranhãozinho (3%) e Lahesoo Bonfm (3%). No segundo cenário estimulado, com menos candidatos, Roseana vai 30%, contra 16% de Weverton e 14% de Edivaldo Júnior. Carlos Brandão vem na sequência, com 12% e Simplício com 6%. O terceiro cenário estimulado, ainda mais restrito, tem Roseana com 31%, seguida por Weverton (18%), Brandão (13%) e Simplício (7%). Num cenário sem Roseana, Weverton lidera, com 22%, à frente de Edivaldo Júnior (18%), Carlos Brandão (14%) e Simplício (75). Senado – Para o Senado, foram pesquisados dois cenários: um com a presença da ex-governador Roseana, e sem Dino; outro com o atual governador, mas sem a emedebista. No primeiro deles, Roseana aparece com 25% das intenções de votos, contra 18% de Roberto Rocha, 12% de Othelino Neto (PCdoB) e 6% de Josimar. No segundo, Dino é quem está na frente, com 50%, seguido por Roberto Rocha (21%) e Josimar de Maranhãozinho (5%). O Escutec também consultou as intenções de votos dos maranhenses para presidente: o ex-presidente Lula (PT) ficou na frente de Jair Bolsonaro (sem partido), por 57% a 20%. Aparecem, ainda, Ciro Gomes (6%), Sergio Moro (4%), João Dória (2%), João Amoêdo (1%) e Guilherme Boulos (1%). Os pré-candidatos Eduardo Leite e Henrique Mandetta foram incluídos no levantamento, mas não pontuaram.
Notas do Linhares
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MDB marca data de evento que deve eleger Roseana presidente

O diretório estadual do Movimento Democrático Brasileiro (MDB), por meio do ex-senador João Alberto, marcou para sexta feira da próxima semana, isto é, 02 de julho, a data de convenção do partido. Devendo ser eleita por unanimidade como próxima presidente da legenda, visto que nenhum outro filiado apresentou para concorrer ao cargo, o projeto da ex-governadora Roseana Sarney à frente do MDB é viabilizar sua candidatura a deputada federal em 2022. Inclusive, João Alberto, atual presidente da sigla, não manifestou interesse em continuar comandando o MDB.
Fracasso do governo Flávio Dino faz Roseana Sarney ressurgir em pesquisas

Após a derrota do Grupo Sarney e passados seis anos de regime comunista no Maranhão, a ex-governadora Roseana Sarney (MDB) aparece liderando com folga as principais pesquisas de intenção de voto para 2022. Não resta dúvida de que o ressurgimento de Roseana na liderança das intenções de voto tem como base a comparação entre a gestão da governadora e o fracasso do comunista. Pesquisa Escutec divulgada neste sábado (27) por O Estado do Maranhão mostra que uma parcela significativa da população maranhense deseja a volta de Roseana. E isso mesmo com a ex-governadora não manifestando intenção de disputar as eleições. Na pesquisa espontânea (quando é perguntado ao eleitor apenas em quem ele irá votar, sem a apresentação de nomes) Roseana aparece à frente do próprio Flávio Dino (que não pode concorrer ao cargo). A sarneísta chega a 9% e o comunista não ultrapassa 7%. Apenas três candidatos ultrapassam os 2 dígitos no principal cenário analisado na pesquisa. Nenhum deles faz parte do atual governo. Roseana Sarney – 23% Weverton Rocha – 14% Edivaldo Holanda Júnior – 13% Carlos Brandão – 9%; Roberto Rocha – 8%; Eliziane Gama – 3%; Wellington do Curso e Simplício Araújo – 2%; Márcio Jerry, Lahesio Bonfim, Josimar de Maranhãozinho e Felipe Camarão – 1% Nenhum dos candidatos somou 8% e não sabe ou não respondeu, 13%. SEGUNDO CENÁRIO (apenas quatro nomes): Roseana 29%, Weverton Rocha 20%, Carlos Brandão 12%, Roberto Rocha com 11%. Nenhum dos nomes apresentados somou 18% e não sabe ou não respondeu, 10%. TERCEIRO CENÁRIO (sem Roseana Sarney): Weverton Rocha 25%, Carlos Brandão com 15%, Roberto Rocha 13%, Edivaldo Júnior (PDT), que chegou a 13%; a senadora Eliziane Gama (Cidadania ) e Wellington do Curso (PSDB), cada um com 3% e, os secretários Simplício Araújo (2%), Márcio Jerry e Felipe Camarão (cada um com 1%). FRACASSO Caso o governo de Flávio Dino fosse bem avaliado eleitoralmente, é evidente que o principal cenário avaliado pela pesquisa não iria trazer um desempenho tão pífio dos integrantes do governo. Bem como Flávio Dino iria ser o preferido na pesquisa espontânea. Aproximando-se o fim do governo, que deve entrar para a história como oito anos perdidos, é cada vez maior a possibilidade de que a passagem do comunismo no poder do estado será reduzida a oito anos. Com o fracasso da gestão, apenas o uso indiscriminado da máquina poderá dar chance ao governador. Outro dado que revela a fragilidade da gestão do governador Flávio Dino é o índice de intenção de voto no comunista para o senado. Apenas metade da população (51%) votaria em Flávio Dino para o cargo.
Os candidatos a fracasso absoluto nas eleições 2020

Quem são os candidatos que devem sair muito menores da disputa por São Luís caso decidam concorrer?