Parlamentares se manifestam sobre caos no serviço de ferryboats

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Os deputados Wellington do Curso (PSC), Neto Evangelista (PDT), Yglésio Moysés (PSB) e Hélio Soares (PL) ocuparam a tribuna, na sessão plenária desta terça (17/05), para reivindicar medidas emergenciais que solucionem os graves problemas no sistema de ferryboat, utilizado para a travessia na Baía de São Marcos ao Porto do Cujupe. Leia mais em: Ferryboat entra em colapso após intervenção de Flávio Dino O deputado Wellington do Curso denunciou a situação “caótica” em que se encontra o transporte aquaviário. Segundo ele. “[…] somente três ferryboats estavam funcionando e, na última semana, mais um parou. Logo, apenas dois estão operando. Na manhã desta terça-feira, o caos se instalou […] Por causa desse caos, vou completar as assinaturas para a criação de uma CPI nesta Casa para apurar toda a situação”, frisou o parlamentar. Ao utilizar a tribuna, o deputado Neto Evangelista disse que havia acabado de apresentar requerimento à Mesa Diretora solicitando que, em caráter de urgência, seja realizada audiência na Assembleia Legislativa para tratar do assunto. “O que está acontecendo é um caos. Aquilo que nunca foi um sistema bom, agora está péssimo”, protestou Evangelista, defendendo a realização de uma audiência com a participação do presidente da Agência Estadual de Mobilidade Urbana e Serviços Públicos (MOB), do secretário de Infraestrutura, de representantes das cooperativas, do Ministério Público e dos proprietários das empresas que prestam esse serviço. Yglésio Moysés fez um relato das dificuldades que os usuários estão enfrentando no serviço de travessia da Baía de São Marcos e manifestou solidariedade. Já o deputado Helio Soares lamentou que a população esteja sendo penalizada. Intervenção Federal O senador Roberto Rocha (PTB) defendeu uma intervenção do governo federal no transporte via ferryboats. Para Rocha, o governo federal, a PGR e o Ministério Público Federal devem entrar no caso e pediu providências. “Quero reiterar a apelo ao Governo Federal, ao Ministério Público Federal, às autoridades que têm competência de fazer a fiscalização das leis. Nós temos uma Constituição Federal e é muito claro o que ela diz em relação ao direito do cidadão de ir e vir. E esse direito não está sendo respeitado no estado do Maranhão. Peço providências da PGR, do Ministério Público Federal e da Presidência da República.

Dino foge de pautas sobre o Maranhão e mira no Governo Federal

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Desde a última sexta (17/05), o ex-governador do Maranhão, Flávio Dino (PSB), foi desafiado pelo senador Roberto Rocha (PTB) a discutir os problemas do Estado. No entanto, o que se vê de lá pra cá são críticas à política nacional. Nessa semana, Flávio Dino cobrou medidas do presidente Jair Bolsonaro (PL) para garantir a redução do preço dos combustíveis no Brasil. Na oportunidade, o socialista mencionou artigo, da Lei 6.404/76, que trata “sobre as Sociedades por Ações” e ressaltou que o presidente é responsável pela “paridade internacional”. O Governo Federal é o responsável pela política de preços da Petrobras (sociedade de economia mista). A “paridade internacional” é de responsabilidade do presidente da República. Basta ler a Lei 6.404/76 e identificar o óbvio INTERESSE PÚBLICO em acabar com aumentos abusivos pic.twitter.com/EolgBOTOC7 — Flávio Dino (@FlavioDino) May 15, 2022 Dino também criticou o estudo executado pelo Governo Federal que prevê a redução do FGTS a 2%, mas não comentou o fato de Paulo Guedes, ministro da Economia, já ter rechadado a possibilidade. O FGTS foi criado em 1966 para substituir a indenização por dispensa sem justa causa, que era de 1 mês de salário por ano trabalhado. Daí o deposito mensal ser 8%, para manter certa paridade com sistema anterior. Proposta de 2% é pior do que foi feito pela ditadura — Flávio Dino (@FlavioDino) May 15, 2022 Na oportunidade, o ex-governador comentou recentes posicionamentos do ex-juiz e ministro da Justiça, Sergio Moro, sobre Lula. Para Flávio Dino, Moro “assassina” o Direito nas redes sociais. É constrangedor ver um colega ex-juiz federal dedicar-se a assassinar o Direito em tweets. Falar em “inocentar no mérito” ? Que maluquice é essa ? E agora dizer que existem “condenações em 3 instâncias” contra Lula ? E a declaração de nulidade ? — Flávio Dino (@FlavioDino) May 17, 2022 A postura do ex-governador do Maranhão, segundo Roberto Rocha, é fugir da discussão sobre os problemas do Maranhão para centralizar a discussão de âmbito nacional e colocar Bolsonaro como um mal que precisa ser vencido em meio a polarização entre Lula e o atual presidente da República. “Ele quer fugir do debate porque não tem como justificar os índices de miséria do Maranhão. Ele vendeu sonho e entregou pesadelo. Temos que discutir o Estado. Se ele quiser discutir o Brasil, que se candidate a presidente”, pontuou o senador pré-candidato a reeleição.

Bolsonaro vai federalizar rodovia estadual do MA nesta quarta

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O governo federal, por meio do o Ministério da Infraestrutura, vai assinar a portaria do processo de federalização de um trecho da MA-006, entre Balsas e Alto Parnaíba, nesta quarta (18/05) O anúncio foi feito através das redes sociais do senador Roberto Rocha (PTB). A autorização para a federalização foi dada pela Assembleia Legislativa do Maranhão ainda em 2021, e sancionada pelo ex-governador Flávio Dino (PSB). “Ao se transformar em rodovia federal, teremos condições de aplicar recursos do Governo Federal para recuperação de todo esse trecho, que é corredor importante para o escoamento da produção de grãos do MATOPIBA para o Porto do Itaqui em São Luís”, publicou o parlamentar maranhense. A rodovia, também chamada de TransMaranhão – por sua extensão e por cortar o estado de norte a sul -, tem importância vital para o escoamento da produção do Sul do Maranhão e, com a transferência para o controle do Ministério dos Transportes, deverá receber maiores aportes de recursos para manutenção e recuperação. “Finalmente terminará a buraqueira e quebra-quebra de carros e caminhões”, postou o senador Roberto Rocha.

Flávio Dino endurece discurso e alfineta Weverton Rocha

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Em jantar com deputados estaduais e federais promovido pelo presidente da Assembleia, Othelino Neto (PCdoB), o ex-governador Flávio Dino (PSB) endureceu o discurso e alfinetou o senador Weverton Rocha (PDT). Na oportunidade, o pré-candidato ao Senado Federal alegou que Weverton é quem está errado ao ter rompido com a base dinista ao persistir na sua pré-candidatura ao governo e citou lealdade ao mencionar a escolha por Carlos Brandão como candidato à sua sucessão, ressaltando que a opção foi definida pelo grupo. “Quando se fala da minha opção de apoiar o Brandão, se destaca muito a palavra lealdade, que é uma palavra que eu valorizo muito, é um princípio de vida. Mas faço questão de lembrar, inclusive para combater argumentos falaciosos, de que a escolha do Brandão não foi pessoal minha, foi uma escolha de grupo. E quem está errado é quem não está respeitando a decisão da maioria do grupo”, declarou. Apelo Ameaçado pelo parlamentar Roberto Rocha na disputa ao Senado, o ex-governador disse que sempre prestigiou a classe política maranhense e fez apelo em busca do apoio, se referindo a obras no municípios e da relação do seu governo com as prefeituras. “Faço questão de ressaltar o meu compromisso com aquilo que a gente convencionou chamar de classe política. Quantas vezes andaram comigo, ao meu lado, inaugurando obras? Eu sempre prestigiei a classe política […] Eu preciso do apoio de vocês. E mais uma vez estou pedindo o apoio de vocês”, frisou o ex-governador. Adriano Sarney Na última semana, o do deputado estadual Adriano Sarney (PV) reclamou que ele próprio foi excluído de reunião de articulação pró-Lula organizada por Dino no Maranhão. Após a pressão do parlamentar estadual, nesta segunda (09/05), ele foi chamado para o encontro. O convite foi feito pelo ex-governador Flávio Dino após o deputado ter se manifestado sobre a falta de diálogo com o atual presidente do PSB no estado e, inclusive, ter elogiado Rocha sobre a aliança de vários partidos em torno de si.

Lahésio se considera como única oposição a gestão de Flávio Dino

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O pré-candidato ao governo do Maranhão pelo PSC e ex-prefeito de São Pedro dos Crentes, Lahésio Bonfim, comentou sobre a formação de uma frente ampla de oposição em torno do senador Roberto Rocha (PTB). Na ocasião, Bonfim alfinetou os aliados do senador e deve dificultar unidade no 2º turno, haja vista que Roberto Rocha assegurou que a frente ampla da oposição garante que os pré-candidatos a governador, entre eles Edivaldo, Josimar Maranhãozinho e Weverton, estariam juntos no segundo turno na disputa pelo Palácio dos Leões e teriam apoio dos demais. “Weverton, Maranhãozinho, Edivaldo, são tudo plano B, C e D de Flávio Dino. O único que é oposição no Maranhão é o Lahesio Bonfim que se não for para o segundo turno, é porque ele ganhou no primeiro”, disse Lahésio, se colocando como o único nome da oposição. A declaração ocorreu durante passagem pelo município de Timon-MA. Já na cidade de Codó, o ex-prefeito de Lahesio São Pedro dos Crentes indicou que seu candidato a senador não é o Roberto Rocha, mas sim o Pastor Bel. “Nós continuamos juntos, e vamos juntos até o último segundo […] Estejam orando pelo Bel Senador, Lahesio governador”, disse Bonfim

Senado confirma Auxílio Brasil em R$ 400 de forma permanente

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O Plenário do Senado aprovou nesta quarta (04/05) a medida provisória que garante de forma permanente o valor mínimo de R$ 400 para as famílias beneficiárias do Auxílio Brasil (MP 1.076/2021). Com o resultado, o Executivo passará a desembolsar cerca de R$ 90 bilhões anuais com o programa. O texto da MP foi modificado pela Câmara dos Deputados e, com isso, segue para sanção presidencial. O Senado não fez novas mudanças. Inicialmente, a proposta do governo federal previa esse piso somente até dezembro de 2022, mas o substitutivo aprovado institui o “benefício extraordinário”, uma espécie de complemento ao valor do Auxílio Brasil de forma permanente. Sem o benefício extraordinário para completar o valor mínimo de R$ 400, o Auxílio Brasil teria um tíquete médio de R$ 224. O senador Roberto Rocha (PTB-MA), que foi o relator da MP no Senado, comemorou a aprovação. Ele lembrou que o Auxílio Brasil substituiu o Bolsa-Família como principal programa de renda do governo federal, e fez uma comparação entre os dois: — O país dá hoje um passo decisivo pela erradicação da extrema pobreza. Ao tornarmos permanente o benefício extraordinário, incluiremos os mais necessitados no orçamento como nunca feito antes. Estamos falando de triplicar o orçamento que o Bolsa-Família tinha — disse Rocha, ao dar parecer favorável à MP. A estimativa é que o governo precise desembolsar R$ 41 bilhões por ano para bancar o complemento do benefício. Só com o volume regular do Auxílio Brasil, o governo gasta cerca de R$ 47,5 bilhões anuais. O senador Jean Paul Prates (PT-RN) declarou voto a favor da proposta, mas fez uma ressalva quanto à comparação com o Bolsa-Família. Para ele, a situação econômica atual do país torna o Auxílio Brasil mais frágil do que o seu antecessor. — O aumento dos beneficiários sequer alcança a quantidade de novos pobres gerados na época da pandemia. A inflação na época da criação do Bolsa Família era de 4% a 5%, agora é de 10% a 12%. O projeto era feito com data para terminar na eleição. Nenhuma preocupação com sensibilidade social espontânea — criticou. Mais informações em Agência Senado.

Dino busca reunir “Time de Lula” após sentir ameaça de oposição

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O ex-governador do Maranhão confirmou para sábado (07/05) um novo encontro com aliados para tratar do processo eleitoral após todos os partidos de oposição anunciarem aliança para derrotarem Flávio Dino (PSB) na disputa ao Senado, que avança divido e há indícios de rejeição dentro da própria base governista. O socialista chamou o grupo de “Time do Lula no Maranhão”, cujo debate deve focar sobre programa de governo e contará com a participação dos movimentos sociais. No entanto, o líder do PSB no Maranhão ignora que a chapa de esquerda pró-Lula (PT) dá sinais de esgotamento, haja vista que o ex-presidente petista já é claramente ameaçado pelo presidente Jair Bolsonaro (PL). Time do @LulaOficial no Maranhão vai se reunir no próximo dia 7 pela manhã, em São Luís. Vamos conversar sobre programa de governo e os movimentos sociais vão se pronunciar. Eu estarei presente. — Flávio Dino (@FlavioDino) May 2, 2022 Avaliação Além de enaltecer a articulação feita pelo senador Roberto Rocha (PTB) rumo ao Senado, a declaração do deputado estadual Adriano Sarney (PV) indica que ele próprio foi excluído de recente reunião de articulação pró-Lula organizada por Dino no Maranhão. No mês passado, a federação entre PT, PCdoB e PV foi oficializada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Por conta disso, o parlamentar postou nas redes sociais e marcou, inclusive, os perfis oficiais do PT Nacional, do Lula e da presidente nacional da sigla, deputada federal Gleisi Hoffmann. “Enquanto Flávio Dino exclui partidos das articulações da pré-campanha de @LulaOficial, seu adversário @RobertoRocha_MA dá uma lição de como se constrói uma verdadeira Frente Ampla. #pvnecessario @ptbrasil @gleisi”, publicou. Isto posto, além de tratar da pré-campanha do ex-presidente Lula no Maranhão, a reunião deve servir para uma avaliação dos impactos da unidade do campo de oposição, visto que o senador Roberto Rocha conta com o apoio, não de oito, mas de 11 partidos em seu projeto de reeleição, se tornando uma ameaça direta a Flávio Dino na busca pela vaga única ao Senado.

Articulação de Roberto Rocha comove até aliados de Brandão

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Após o senador Roberto Rocha (PTB) confirmar seu projeto de à reeleição com uma ampla frente de partidos composta por 11 legendas, dirigentes de dois partidos que apoiam o governo Carlos Brandão (PSB) enalteceram a ação do parlamentar. Na oportunidade, o deputado estadual Adriano Sarney (PV) classificou a articulação de Rocha como uma lição do petebista ao socialista, haja vista que a confirmação da pré-candidatura à renovação de seu mandato como senador atinge um dos principais objetivos que o ex-governador Flávio Dino (PSB) tentou pelos últimos anos: ser candidato único de uma ampla base aliada. Enquanto Flávio Dino exclui partidos das articulações da pré-campanha de @LulaOficial, seu adversário @RobertoRocha_MA dá uma lição de como se constrói uma verdadeira Frente Ampla. #pvnecessario @ptbrasil @gleisi pic.twitter.com/5qvz0YbehN — Adriano Sarney (@AdrianoSarney) May 2, 2022 Já o deputado estadual Fábio Macedo (Podemos) assegurou o apoio a Carlos Brandão rumo ao governo do Maranhão, mas também elogiou a frente em torno da pré-candidatura de Rocha à reeleição e afirmou que seu partido irá se reunir breve para definir sua posição para o Senado nos próximos dias. Analisando o cenário político estadual e a coletiva de imprensa do senador @RobertoRocha_MA observamos a formação de uma frente ampla e democrática histórica no Maranhão. Nosso partido @podemos19 irá se reunir breve para tomarmos nossa posição para o senado. — Fabio Macedo (@FabioDiasMaced2) May 2, 2022

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