MA fica em 17º no ranking dos estados pelo tamanho da economia

MARANHÃO, 20 de novembro de 2023 – O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou recentemente o ranking dos estados brasileiros com base nas Contas Regionais, que analisam o Produto Interno Bruto (PIB) de cada unidade federativa. De acordo com os dados referentes a 2021, o Maranhão se posiciona como o 17º estado em termos de tamanho de economia. Apesar de São Paulo manter sua liderança como a maior economia estadual, com uma participação de 30,2%, houve uma queda em relação ao ano anterior, quando essa fatia era de 31,2%. Rio de Janeiro e Minas Gerais mantiveram suas posições no top 3 das maiores economias do país. Diferentemente de São Paulo, tanto o Rio de Janeiro quanto Minas Gerais aumentaram suas participações na economia brasileira. O primeiro passou de 9,9% em 2020 para 10,5% em 2021, enquanto o segundo subiu de 9% para 9,5%. Na sequência do ranking de 2021, os três estados da região Sul ocupam as posições seguintes: Rio Grande do Sul (6,5%), Paraná (6,1%) e Santa Catarina (4,8%). Nos extremos do ranking, Amapá e Acre são os estados com a menor participação no PIB nacional, ambos com uma parcela de apenas 0,2%. Segue abaixo o ranking completo das economias estaduais em 2021, com destaque para o Maranhão, que possui um PIB de R$ 124,9 bilhões, representando 1,4% da produção nacional.
São Luís fica fora de ranking de cidades mais perigosas do mundo

CIDADE DO MÉXICO, 10 de setembro de 2023 – O jornal britânico Daily Mail recentemente publicou um novo ranking das cidades mais violentas do mundo, listando aquelas com as maiores taxas de homicídios por população. A capital São Luís, que já chegou a figurar na 21ª posição em um levantamento semelhante divulgado em meados de 2016, não aparece na lista desta vez. A pesquisa revela que o México lidera com 15 cidades no ranking, seguido pelo Brasil, com dez cidades, e os Estados Unidos, com seis cidades presentes. Os dados também revelam que a maioria das cidades mais violentas do mundo está agrupada no Hemisfério Ocidental. Essas cidades estão espalhadas pela América do Sul, América Central e Estados Unidos, dominando o cenário da violência global. O topo da lista é ocupado por cidades mexicanas, com nove das dez primeiras posições. Colima, no México, lidera o ranking, superando cidades como Tijuana, Nova Orleans, Cidade do Cabo, Kingston, Porto Príncipe e Cali, que também figuram entre as mais violentas. Outras 13 cidades pertencem à América do Sul e quatro estão localizadas na África, todas na África do Sul: Cidade do Cabo, Durban, Port Elizabeth e Joanesburgo. No ranking anterior de 2016, São Luís estava na 21ª posição e era a sexta cidade brasileira com a maior taxa de homicídios por 100 mil habitantes em 2015, com uma média de 53,05 homicídios por 100 mil habitantes. Naquela lista, 21 cidades eram brasileiras, e a capital venezuelana, Caracas, liderava com uma taxa de 119,87 homicídios por 100 mil habitantes. À época, o ranking foi divulgado pelo Conselho Cidadão para a Segurança Pública e a Justiça Penal e levou em consideração o número de homicídios por 100 mil habitantes em cidades com população igual ou superior a 300 mil pessoas.
São Luís avança em Ranking Nacional de Tecnologia e Inovação

SÃO LUÍS, 04 de setembro de 2023 – São Luís ganhou treze posições em um ranking nacional de tecnologia e inovação, passando da 71ª para a 59ª colocação na edição de 2023 do ranking Connected Smart Cities & Mobility (CSCM), divulgado nesta segunda (04), em São Paulo. Com nove publicações já realizadas, entre 2015 a 2023, o estudo é desenvolvido pela Urban Systems, em parceria com a Necta, através de metodologia própria e exclusiva visando um esforço no entendimento e definição dos indicadores que apontem o estágio das cidades brasileiras para o seu desenvolvimento inteligente, sustentável e humano. No recorte tecnologia e inovação, o levantamento utilizou alguns indicadores como velocidade média das conexões contratadas, bilhete eletrônico no transporte público, sistema de iluminação inteligente, cadastro imobiliário, atendimento ao cidadão por meio de app ou site, entre outros. Além disso, a capital maranhense também figurou entre as 100 com melhor governança do país. Ao todo, foram mapeados 656 municípios com mais de 50 mil habitantes na pesquisa, que classifica os locais com maior potencial de desenvolvimento. Mais informações em Isaias Rocha.com.br
Produtividade dos magistrados maranhenses fica abaixo da média

MARANHÃO, 30 de agosto de 2023 – O recente relatório “Justiça em Números”, divulgado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), apresentou o índice de produtividade dos magistrados, destacando o Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA) como o sexto colocado entre os tribunais de médio porte em todo o Brasil. O relatório, baseado nos números do ano de 2022, divide os tribunais estaduais em três categorias de porte: pequeno, médio e grande. No contexto dos tribunais de médio porte, o TJMA está em sexto lugar, superando apenas os tribunais do Distrito Federal, Ceará, Pará e Espírito Santo. No ano de 2020, com base nos dados de 2019, os juízes maranhenses ocupavam a sétima posição no ranking, com 1.461 pontos no quesito produtividade. No ano seguinte, em 2021, o índice diminuiu, atingindo 1.184 pontos. No ano passado, houve um aumento para 1.266 pontos, embora ainda abaixo da média nacional, que foi de 1.628 pontos. No relatório mais recente, os magistrados maranhenses alcançaram 1.522 pontos, enquanto a média nacional é de 1.874. Porém, o desempenho do 1º Grau do Tribunal Maranhense aparece abaixo dos tribunais de Pernambuco, Mato Grosso, Bahia, Santa Catarina e Goiás. Alguns juízes entrevistados destacam a importância de ampliar os investimentos no 1º Grau para melhorar esses índices. Outro desafio enfrentado pelo judiciário maranhense é a eficiência dos Centros de Conciliação, criados para evitar novas demandas e processos. O levantamento do CNJ revela que o Maranhão possui apenas 28 unidades, número inferior ao da Paraíba, que tem 66 unidades e se encontra entre os tribunais de menor porte. O TJMA apresenta o menor número de Centros de Conciliação entre as unidades de médio porte, ficando atrás apenas dos tribunais de Pernambuco (24), Pará (14) e Espírito Santo (13). Quanto ao “Índice de Conciliação”, o TJMA se posiciona em sexto lugar entre as unidades de médio porte, com um percentual de 11,1%. (Com informações do Blog Isaías Rocha)
Braide tem aprovação de 71% e fica em 8º entre 26 capitais

SÃO LUÍS, 06 de agosto de 2023 – O levantamento do Instituto Veritá apontou que o prefeito de São Luís, Eduardo Braide (PSD), teve 71,70% de aprovação à frente do Executivo municipal. Outros 28,3% reprovam a gestão. A classificação colocou Eduardo Braide em 8º entre as 26 capitais, enquanto que o melhor colocado foi o prefeito de Arthur Henrique (MDB), de Boa Vista (RO), com 91,70% de aprovação. Já o prefeito de Teresina (PI), José Pessoa Leal (Republicanos), teve menor índice com 19,40%. A pesquisa foi divulgada neste domingo (6) e tratou sobre a aprovação das prefeituras brasileiras em julho de 2023. Confira o ranking de aprovação dos prefeitos nas 26 capitais: Capital Aprovação Boa Vista 91,70% Macapá 91,70% Florianópolis 80,60% Porto Velho 75,00% Curitiba 74,10% Manaus 73,30% Salvador 71,90% São Luís 71,70% Porto Alegre 69,00% Vitória 66,00% Recife 65,90% Maceió 65,10% Aracaju 63,80% Belo Horizonte 61,50% Palmas 60,60% Natal 57,50% Rio de Janeiro 56,90% São Paulo 49,70% João Pessoa 48,50% Rio Branco 43,10% Campo Grande 34,70% Fortaleza 34,50% Goiânia 32,10% Cuiabá 29,80% Belém 23,30% Teresina 19,40% Veja os dados da pesquisaAbrangência: BrasilPeríodo: 07 a 28/07/2023Amostra: 43.326 eleitoresMargem de erro: 2,0 pontos percentuaisRealização: INSTITUTO VERITA LTDA – EPPContratante: Iniciativa própria do Instituto Confira o levantamento abaixo:
Brasil fica entre países que mais reduzem emissão de gases

O Brasil está entre os países que mais reduzem a emissão de gases de efeito estufa durante os processos de produção agropecuária, desde o plantio até a colheita. É o que concluiu um estudo divulgado na quinta (09/06) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), com base na projeção da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO). O relatório analisou a posição do Brasil em diferentes indicadores de sustentabilidade frente a sete grandes agroexportadores: Argentina, Canadá, China, França, Alemanha, Índia e Estados Unidos. O levantamento do Ipea mostra que, atualmente, com o mesmo volume de emissão gerada há dez anos, o agronegócio brasileiro produz 2,1% mais insumos. Na prática, o estudo aponta que, com a tecnologia atual, “produzir 1kg de alimento no Brasil gera menos emissões do que no passado”. Em relação à capacidade produtiva da agricultura por unidade de emissão de gases de efeito estufa, o Brasil fica atrás apenas da Argentina, no indicador entre 1990 e 2020. Nesse período, o Brasil reduziu a necessidade de emissão desses gases em 2,1%, enquanto essa redução chegou a 3,1% no país vizinho. Alemanha e Índia são nações que também figuram nas primeiras posições, segundo o Ipea. O chamado efeito poupa-florestas foi outro indicador utilizado para comparar a capacidade dos países de reduzir o impacto ambiental na produção agropecuária. O índice aponta a extensão de terra que o país consegue poupar, por meio de mudanças tecnológicas e técnicas, mantendo ou aumentando a produção de alimentos. De acordo com os dados do Ipea, nesse quesito, o Brasil lidera o ranking dos países comparados. Em 2020, o índice do território nacional brasileiro foi de 43,2%. Logo em seguida vem a Índia, com 34,5%. No entanto, na avaliação do Ipea o desempenho indiano esteve associado exclusivamente à produção agrícola, enquanto o brasileiro se explica por ganhos de produtividade na agricultura e pecuária. Veja o ranking dos países de acordo com o índice poupa-florestas: Brasil (43,2%) Índia (34,5%) Argentina (13,8%) Estados Unidos (8,9%) Canadá (2,5%) França (2,5%) China (1,6%) Alemanha (1,4%)
HU-UFMA fica entre as instituições federais mais elogiadas do país

O Hospital Universitário da UFMA (HU-UFMA) ficou em segundo lugar no ranking das instituições do Poder Executivo federal mais elogiadas do Brasil, de iniciativa da Controladoria Geral da União (CGU). Com 619 elogios durante todo o ano de 2021, mais uma vez ficou entre os primeiras colocadas. O reconhecimento configura a instituição como uma das mais bem vistas pelo público, tanto interno quanto externo. Em sua maioria, os elogios são referentes a satisfação do usuário com o atendimento prestado, mais especificamente ao atendimento dos profissionais da equipe de saúde nas enfermarias durante as internações dos usuários do sistema de saúde.