Após humilhar Dória, Flávio Dino manobra para ter PSDB

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Em novembro de 2021 o governador Flávio Dino (PSB) operou para impedir que João Dória viesse ao Maranhão fazer campanha para as prévias do seu partido, o PSDB. Ocorre que mesmo assim, o comunista opera para colocar um calo de tróia na direção do partido que assegure a legenda em seu palanque nas eleições deste ano. A HUMILHAÇÃO Durante as prévias do PSDB, disputadas pelos governadores João Dória e Eduardo Leite, o tucano paulista foi impedido de fazer campanha no Maranhão. Com a logística estar pronta para fazer campanha no estado, Dória foi avisado pelo vice-governador Carlos Brandão (na época líder da legenda no estado) que não poderia recebê-lo e que sua viagem seria fadada ao fracasso. Com toda a logística pronta, a equipe de Dória foi obrigada a desistir do evento. Toda a situação aconteceu a mando de Flávio Dino, desafeto de João Dória. O CAVALO DE TRÓIA Poucos dias trás o ex-presidiário Lula comunicou que a permanência de Brandão no PSDB impossibilitaria oi apoio do PT a uma chapa encabeçada por ele. Com a estratégia, Flávio Dino articula a migração do vice do PSDB para o seu partido, o PSB. Com isso a aliança com o PT seria mantida. Dessa forma, o PSDB ficaria livre do julgo de Brandão e poderia deixar de orbitar a lista de legendas de aluguel do governador. Ocorre que a manutenção do controle da legenda ainda é pretendida por Flávio Dino. Aí que entra em cena ex-prefeito de Imperatriz. Sebastião Madeira postula o cargo de líder na legenda e apresenta o currículo de tempos jurássicos como atestado de competência. Acontece que hoje em dia o ex-prefeito é apaniguado do governo de Flávio Dino (o mesmo que escorraçou João Dória, candidato do partido à Presidência, do Maranhão semanas atrás). Madeira ocupa o cargo de presidente da Companhia Maranhense de Gás (GASMAR). Sua condução ao cargo de presidente da legenda seria uma vitória para Flávio Dino que, após humilhar João Dória, teria a legenda do desafeto ajudando no seu projeto de eleição para o Senado. Resta saber se o PSDB já atingiu um nível de decadência tão grande nacionalmente que permitirá até a inimigos o controle de suas executivas estaduais.

Dino manda indireta para concorrente na disputa ao Senado

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O governador do Maranhão, Flávio Dino (PSB), rebateu indiretamente as críticas do sociólogo e adversário na disputa ao Senado Maranhense pelo PT, Paulo Romão. O governador havia sido criticado sobre a forma como o PSB quer o apoio do PT para favorecer aliança com o PSDB. “Por isso, defendo que o nosso PSB caminhe junto com o PT, o PCdoB e ocontrautros partidos aliados, o que depende de perseverança, diálogo e concessões recíprocas”, publicou Flavio Dino. Não é a primeira vez que Paulo Romão critica Flávio Dino. Desta vez, o sociólogo petista escreveu artigo criticando a maneira como Dino quer o apoio dos petistas para favorecer aliança com o PSDB, partido do campo adversário das esquerdas, que tem como pré-candidato ao Palácio dos Leões o próprio vice-governador tucano, Carlos Brandão. Anteriormente, o adversário do governador havia criticado agentes públicos que tem adquirido toneladas de cestas básicas com dinheiro público para promover conteúdo para as redes sociais de suas pré-candidaturas e angariar votos no Maranhão.

Flávio Dino busca contratar trios elétricos para o carnaval

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O governador Flávio Dino (PSB), através da Secretaria de Estado da Cultura, está licitando a contratação de trios elétricos para o pré e o Carnaval. Apesar de não anunciar oficialmente se terá carnaval ou não, Dino já providenciou a estrutura para a animação do Reinado de Momo. Foi publicado no Diário Oficial do Estado, no dia 22 deste mês, uma ata de registro de preços com o objeto e os valores a serem pagos pelo governo pelo serviço. Segundo a planilha, 14 trios de modelo convencional poderão ser contratados. Sendo 2 para o pré-Carnaval e 12 para o Carnaval, com pagamento de 106 diárias. O gasto estimado é de R$ 4.742.400,00 ( quatro milhões, setecentos e quarenta e dois mil e quatrocentos reais). A empresa contratada é a Speed Staff Serviços e Eventos LTDA, situada no município de Valença, no estado da Bahia. Após várias cidades do país cancelarem o Carnaval por causa do avanço da nova variante do coronavirus, a Ômicron, ao que tudo indica, o Maranhão terá os dias de folia, entre final de fevereiro e início de março.

Violência no campo também piorou com Flávio Dino

Mortes campo maranhao

A Regional Nordeste 5 da CNBB (Confederação Nacional dos Bispos do Brasil) publicou uma nota de repúdio contra à gestão de Flávio Dino (PSB). Seis homicídios de trabalhadores rurais foram registrados no interior do Maranhão, entre junho e outubro. Desde 2015, o governo dirigido por Dino é perigoso para o trabalhador do campo. Sequência de assassinatos preocupa entidades de direitos humanos. “Tal escalada de violência tem razões estruturais. A aposta governamental no aumento do agronegócio tem relação direta com casos de grilagem e morte no campo, e o incentivo a megaprojetos, com o aumento da degradação socioambiental e a expulsão de comunidades a todo o custo de da degradação socioambiental e a expulsão de comunidades a todo o custo de seus lugares de vida”, diz a nota da CNBB As primeiras vítimas assassinadas foram Reginaldo Alves Barros e Maria da Luz Benício de Sousa no povoado Vilela, em Junco do Maranhão, na região da baixada maranhense, em 18 de junho.  O quarto homicídio registrado nessa comunidade desde 2019, segundo entidades. “Somam-se negligências nas investigações por parte do estado do Maranhão e instituições competentes, transformando a impunidade em verdadeiras licenças para matar”, afirma ainda a nota. Apenas três dos seis assassinatos têm suspeitos que foram detidos, segundo o advogado Diogo Cabral, assessor jurídico da Fetaema (Federação dos Trabalhadores Rurais Agricultores e Agricultoras Familiares do Estado do Maranhão).  Ele afirma ainda que há diversas cobranças ao poder público alertando os conflitos no interior do estado. Diego diz que as comunidades estão sendo invadidas por empreendimentos de soja. “inclusive tivemos despejo por ordem judicial no ano passado, no meio de uma pandemia”, completa. A violência preocupa lideranças. O bispo de Brejo, dom Valdeci Santos Mendes, um dos responsáveis pela carta, alerta que o avanço da cultura da soja ameaça os trabalhadores rurais. Ele ressalta que a nota tem objetivo de chamar a atenção do governo para as mortes que acontecem no campo. “Ali na baixada há uma questão dos campos naturais e há um empenho para que eles não sejam cercados; mas muitos pequenos e médios proprietários insistem em fazer cercas. O estado que deveria tomar conta disso, orientar, muitas vezes não cumpre seu papel. Por isso os conflitos se acirram naquela região”, diz. Valdeci afirma que, mesmo sendo um governo de esquerda, há descaso com os trabalhadores e trabalhadoras rurais. “A gente procura a Secretaria de Meio Ambiente, mas esse diálogo não acontece. E aí saem algumas licenças para empreendimentos em áreas de comunidades quilombolas, de comunidades tradicionais. Há uma omissão em que se comprometem mais”. Pela Secretaria de Estado dos Direitos Humanos e Participação Popular, o governo do Maranhão diz que atua “nos conflitos fundiários desde 2015, por meio da Comissão Estadual de Enfrentamento e Prevenção à Violência no Campo e na Cidade”. A secretaria não informou sobre as investigações dos crimes. “O acompanhamento dos conflitos socioambientais tem se dado em diferentes redes, com o objetivo de traçar uma atuação emergencial, mas principalmente no fortalecimento da política preventiva de conflitos”. O governo afirma que encaminha as denúncias de crimes e conflitos às autoridades responsáveis, solicitando providências de investigação e processamento criminal. Ainda segundo o governo, “a secretaria ressalta a efetivação do Programa Estadual de Proteção aos Defensores de Direitos Humanos, que garante proteção a defensores e defensoras de direitos humanos em situação de ameaça para que estes continuem na sua militância”. Créditos: Com informações de Carlos Madeiro, Colaboração para o UOL, em Maceió.

Paço do Lumiar: Duarte Jr. trai Paula e tenta filiar Fred Campos no PSB

Duarte Jr

Após romper com a prefeita de Paço do Lumiar, o deputado estadual Duarte Júnior, recém filiado ao PSB, fez o caminho de volta e tentou levar para seu novo partido o principal adversário político da prefeita e adversário do próprio governador Flávio Dino: o candidato derrotado nas últimas eleições, Fred Campos. Até bem pouco tempo, Duarte tinha poder dentro da administração de Paço. Levado para administração da prefeita Paula pelas mãos do secretário de Cidades, Márcio Jerry, o neosocialista indicou várias pessoas para administração que não deram conta do recado. A prefeita foi aos poucos fazendo mudanças na gestão pela incompetência dos indicados de Duarte e o deputado rompeu com a gestora. Duarte então retomou sua aliança com Fred Campos e começou a articular a filiação do empresário ao PSB. Vale lembrar que nas últimas eleições, Duarte e Campos estavam no mesmo palanque. Na época, os dois faziam parte do grupo do deputado federal Josimar de Maranhãoizinho na dobradinha São Luís-Paço. O pai do deputado disse que para quem quisesse ouvir que seria candidato a vice-prefeito na chapa de Campos nas eleições de 2024, inclusive com áudios registrados em grupos de whatsapp. A prefeita Paula articulou junto ao presidente estadual do partido, Bira do Pindaré, que impediu essa traição da legenda do governador Flávio Dino à gestão mais leal ao grupo do governador na região metropolitana.

Delúbio Soares diz que PT sonha em ter Flávio Dino como vice de Lula

CAPADEFINITIVA

Apontado como um dos líderes da maior quadrilha de corruptos da história da política nacional, o ex-tesoureiro do PT, Delúbio Soares, diz que o grande sonho do seu partido é ter um vice do PSB na chapa encabeçada por Lula no ano que vem. Atualmente o governador maranhense, Flávio Dino (PSB), é o maior nome da legenda no país. Sendo, inclusive, filiado ao partido com a possibilidade de ser o presidenciável do partido. A declaração foi dada em entrevista à Rádio Folha FM 96,7, nesta segunda (9). “Um grande sonho chamar uma pessoa do PSB para ser vice, aí o PSB tem que resolver quem pode indicar. Já temos três pessoas do PSB que se colocaram à disposição de ser vice como o companheiro Flávio Dino, o governador do Espírito Santo, o ex-governador de São Paulo, Márcio França, mas o vice de Lula não vai ser uma escolha do PT, vai depender dos partidos que o querem como presidente”, disse. 

Flávio Dino desidrata PCdoB que deve voltar a ser nanico no Maranhão

DINO PAPADA

Tudo indica que o PCdoB deve retornar ao ligar de partido nanico na política maranhense. Após a filiação de Flávio Dino no PSB, uma série de “comunistas” também estão deixando a legenda e buscando filiação no novo partido do governador. Depois de o governador Flávio Dino filiar-se ao PSB, um desembarque em massa de auxiliares dele também ocorrerá no partido. Amanhã (8) devem se filiar ao partido os secretários Rogério Cafeteira (Esporte), Catulé Jr. (Turismo) e Marcos Pacheco (Políticas Públicas) e a presidente do Procon-MA, Karen Barros. Na semana passada o deputado estadual Duarte Jr também filiou-se ao partido. O secretário de Articulação Política, Rubens Jr, confidenciou ao jornalista John Cutrim que pode trocar o PCdoB pelo PSB. Dada a velocidade das saídas, é provável que até o fim do ano apenas o secretário Márcio Jerry continue na sigla, que irá retornar ao lugar que sempre ocupou na política local: o de partido pequeno.

Dino deixa PCdoB com inviabilidade das Federações Partidárias

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O governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), já pensa em deixar o Partido Comunista do Brasil caso as Federações Partidárias não sejam aprovadas. “A minha posição permanente a mesma: defesa da aprovação da Federação na Câmara. Aí PCdoB e PSB podem eventualmente fazer uma Federação […] Qualquer movimentação está dependendo da minha posição principal: a defesa da federação, tese que defendo desde 2007”, afirmou o comunista. Esse mecanismo autoriza que partidos atingidos pela cláusula de desempenho formem federações com outras siglas para atuarem de forma conjunta no Congresso.

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