População do Maranhão deve declinar a partir de 2034, diz IBGE

Maranhão Projeções

MARANHÃO, 22 de agosto de 2024 – Após a divulgação do censo demográfico de 2022, o Maranhão apresentou uma taxa de crescimento populacional anual de 0,25% nos últimos 12 anos, abaixo da média nacional de 0,52%. Este crescimento inferior ao registrado entre 2000 e 2010, quando o estado teve uma taxa anual de 1,54%, motivou o IBGE a revisar suas projeções para a população do Maranhão até 2070. O estudo indica que, a partir de 2034, o Maranhão verá sua população diminuir, começando com uma leve queda para 7.047.535 habitantes. O Brasil, por sua vez, só começará a registrar um declínio populacional em 2042, após atingir um pico de 220.425.289 habitantes em 2041. O número de nascimentos no Maranhão tem diminuído desde 2022, quando o total de nascidos vivos caiu abaixo de 100.000. Em 2000, o estado registrou 162.414 nascimentos, mas as projeções do IBGE indicam que, em 2070, esse número deve cair para 43.418. No Brasil, a queda no número de nascimentos também é evidente, com o total de nascidos vivos passando de mais de 3,5 milhões em 2000 para menos de 2,0 milhões previstos para 2043. A taxa de fecundidade total (TFT) no Maranhão vem caindo, com uma média de 1,7 filhos por mulher em 2024, abaixo da taxa de reposição populacional de 2,1. O último ano em que o estado registrou uma TFT acima de 2,1 foi 2011, com 2,2 filhos por mulher. A queda da fecundidade reflete uma tendência de envelhecimento populacional, com um aumento da idade média dos residentes do Maranhão, que passou de 25,0 anos em 2000 para 32,6 anos em 2024.

Banco Central projeta crescimento do PIB de 5% em 2021

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O Mercado financeiro subiu de 4,85% para 5% a expectativa de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro em 2021. Com base em consultas a instituições financeiras, para 2023 e 2024 a projeção é de expansão do PIB em 2,50%. Para 2022, houve um recuo na estimativa, com um crescimento anual menor do que o esperado há uma semana, reduzindo de 2,2% para 2,1%. A estimativa do mercado financeiro para a inflação (IPCA) deste ano cresceu de 5,82% para 5,90%. Para o próximo ano, a previsão para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo se manteve em 3,78%. Tanto para 2023 como para 2024, a projeção para o índice se mantém em 3,25%. A expectativa para 2021 supera o limite da meta do IPCA que deve ser perseguida pelo Banco Central. Fixado pelo Conselho Monetário Nacional, o centro da meta é de 3,75%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo, isto é, o limite inferior é de 2,25% e o superior de 5,25%. O centro da meta de inflação para o próximo ano é 3,50% e para 2023, 3,25%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para 2022 e 2023. Para alcançar a meta de inflação, o Comitê de Política Monetária (Copom) implementa a taxa básica de juros (Selic), cuja previsão das instituições financeiras registrou alta, ultrapassando dos 6,25% esperados há uma semana para 6,50%. O mesmo índice é aguardado para 2022, 2023 e 2024. A projeção do mercado para o valor do dólar está menor do que divulgada na semana passada, passando de R$ 5,18 para R$ 5,10. A expectativa é estável quanto ao valor da moeda norte-americana para os próximos três anos, em R$ 5,20 para 2022; em R$ 5,10 para 2023 e em R$ 5 para 2024.

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