Contas do governo tem o menor saldo negativo desde 2014

A Secretaria do Tesouro Nacional divulgou, nesta sexta (28), que as contas do governo fecharam 2021 como o menor saldo negativo desde 2014, quando o déficit foi de R$ 35,2 bilhões. Os dados mostram que as contas do governo fecharam o ano passado com um déficit de pouco mais de R$ 35 bilhões e revelam que é o melhor resultado em sete anos. O déficit de 2021 é 95,3% menor do que o rombo registrado em 2020, que somou R$ 743,2 bilhões (10% do PIB do país) devido aos gastos extraordinários com a pandemia de covid-19. Desta forma, o governo cumpriu a meta fiscal para o último ano, que exigia que o déficit nas contas não poderia ultrapassar a marca de R$ 247,1 bilhões.
PIB tem projeções de crescimento pela 7ª semana consecutiva

De acordo com dados divulgados em boletim semanal do Banco Central que leva em consideração instituições financeiras consultadas pela autarquia federal integrante do Sistema Financeiro Nacional, o PIB tem projeções de aumento na expansão da economia do Brasil pela sétima semana seguida. A expectativa para aumento do PIB do país – a soma de todos os recursos e serviços produzidos no Brasil – cresceu de 3,96% para 4,36%. A previsão de elevação do Produto Interno Bruto (PIB) subiu de 2,25% para 2,31% para o ano de 2022. Nos dois anos posteriores, o mercado financeiro projeta expansão em 2,50%, isto é, em 2023 e 2024. O prognóstico para este ano quanto ao Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), ou seja, a inflação, passou de 5,31% para 5,44%. Para o ano seguinte, a antecipação prevê IPCA foi adequada de 3,68% para 3,70%. Tanto para 2023 como para 2024 a previsão para a inflação é de 3,25%. Para alcançar a meta de IPCA, o Banco Central usa como principal dispositivo a Selic, taxa básica de juros fixada atualmente em 3,5% ao ano pelo Copom. A expectativa do mercado financeiro é que a Selic encerre 2021 em 5,75% ao ano. Para o fim de 2022, 2023 e 2024, a probabilidade aponta que a taxa básica termine estes períodos em 6,5% ao ano. Quanto ao câmbio, a previsão para a cotação do dólar permanece em R$ 5,30 para o final de 2021 e do próximo ano.
PIB do Brasil cresce e volta ao patamar pré-pandemia

Dados anunciados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística nesta terça-feira (1º) constatam que o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil cresceu 1,2% no 1º trimestre deste ano e voltou ao patamar pré-pandemia. Os números divulgados dizem respeito à comparação com os três meses anteriores. Com o resultado do primeiro trimestre vindo acima do esperado pelo governo federal, o PIB retornou ao patamar do quarto trimestre de 2019, quando ainda não havia a pandemia do novo coronavírus no Brasil. A expectativa era de crescimento de 0,7% na comparação com o 4º trimestre, e de 0,5% em relação ao 1º trimestre de 2020, segundo as projeções de consultorias e analistas financeiros. “Mesmo com a segunda onda da pandemia de Covid-19, o PIB cresceu no primeiro trimestre, já que, diferente do ano passado, não houve tantas restrições que impediram o funcionamento das atividades econômicas no país”, informou Rebeca Palis, coordenadora de Contas Nacionais do IBGE. A soma de todos os serviços e bens produzidos no Brasil totalizou R$ 2,048 trilhões. Referente ao 1º trimestre de 2020, o PIB teve alta de 1%, o primeiro crescimento depois de uma sequência de quatro quedas.