Corrupção leva Polícia Federal (de novo) a Pinheiro

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Na manhã desta quarta (12) a Polícia Federal deflagrou a Operação Irmandade. Um dos alvos dos mandados foi a cidade de Pinheiro, do prefeito Luciano Genésio. A cena não é novidade para a população local que, em março do ano passado, viu agentes da PF deflagrando a Operação Estoque Zero. A gestão de Luciano Genésio foi colocada como suspeita por desvios de recursos públicos e corrupção nas duas ocasiões. A operação mais recente, segundo a própria Polícia Federal, tinha a finalidade de desarticular uma organização criminosa estruturada para promover fraudes licitatórias, desvio de recursos públicos e lavagem de dinheiro em âmbito municipal. A mesma justificativa foi dada pela PF no ano passado. No ano passado a organização criminosa fora enquadrada na fraude na compra de 6 mil testes rápidos avaliados em cerca de R$ 1 milhão. A operação de hoje averigua fraudes em contratos que superam R$ 38 milhões firmados com empresas pertencentes a membros da quadrilha que assalta os cofres públicos da cidade. “Foram localizados diversos indícios no sentido de que o proprietário de fato dessas empresas seria o gestor público municipal, o que se confirmou por meio da análise das movimentações bancárias. Nessa oportunidade, constatou-se que parte dos pagamentos realizados pelo Poder Público para tais empresas era revertido para as contas do servidor público”, comunicou a PF em nota.

Prefeitura de Pinheiro pagará 14° salário aos professores

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Após encontro ocorrido com os professores efetivos da rede municipal, na sede do sindicato, o prefeito Luciano Genésio acordou o pagamento do 14º salário para a categoria, no próximo dia 31 de dezembro. “[…] Nossa intenção é construir, junto com os professores, uma administração responsável voltada para a valorização deles”, declarou o prefeito. Além disso, Genésio garantiu reuniões periódicas, uma vez por mês, para conversar sobre o direcionamento da educação do município.

Pinheiro deve receber emendas de André Fufuca

ANDRE FUFUCA

O deputado federal André Fufuca (PP) vai destinar recursos para o município de Pinheiro visando reforçar o enfrentamento da Covid-19 na cidade, além de auxiliar nas ações de desenvolvimento da Baixada Maranhense. Anteriormente, o parlamentar já encaminhou emendas para a cidade que permitiram promover o asfaltamento das ruas, recuperação das vicinais de Pinheiro e implementação do galpão da feira do município.

Gestão de Luciano Genésio acusada de desviar milhões da saúde enviados pelo Governo Federal

Luciano Genesio

A gestão do prefeito de Pinheiro, Luciano Genésio (PP), é alvo de investigação da Polícia Federal. Membros da Prefeitura de Pinheiro são acusados de forjar uma licitação que desviou cerca de R$ 1 milhão de reais dos cofres públicos.   Na manhã desta terça (02) agentes da polícia cumpriram 5 (cinco) mandados de busca e apreensão, 04 (quatro) mandados de bloqueios de bens e 01 (um) mandado suspensão do exercício de função pública. A operação aconteceu simultaneamente nas cidades de Teresina/PI e Pinheiro/MA e foi batizada de Estoque Zero. A suspeita mostra que uma quadrilha usou a o processo nº 2.653/2020 da Secretaria Municipal de Saúde e Saneamento de Pinheiro/MA pra forjar a compra de 6.000 testes rápidos para o diagnóstico da COVID-19 a um custo de R$ 960.000,00. Segundo a Polícia Federal a gestão de Luciano Genésio contratou uma empresa de fachada que não forneceu os testes. ROMBO PODE SER MUITO MAIOR Segundo dados do Portal da Transparência do Governo Federal, Luciano Genésio recebeu mais de R$ 22 milhões em “Recursos Transferidos para combate à pandemia (COVID19)”. A maior parcela foi, de R$ 13.580.699,00, recebida em setembro. O município teve, desde o ano passado, cerca de 2300 casos confirmados de infecção na pandemia. Ao dividir-se o número de recursos EXCLUSIVOS para o tratamento destes pacientes, observa-se que Luciano Genésio teve cerca de R$ 10 mil em caixa para cuidar de cada um destes pacientes. Segundo a PF, R$ 1 milhão deste dinheiro foi roubado com compra de testes que não foram entregues. E os outros R$ 21 milhões? Se confirmadas as suspeitas da Polícia Federal. , os investigados poderão responder por fraude à licitação (Art. 96, inciso I, Lei 8.666/93), peculato (Art. 312, Código Penal), lavagem de capitais (Art. 1º, caput, Lei 9.613/84) e associação criminosa (Art. 288, Código Penal). A denominação “Estoque Zero” faz referência à inexistência da mercadoria objeto do contrato, tendo em vista que a empresa não possuía sequer uma única unidade de teste rápido em seu estoque na época da suposta venda.

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