Com melhor desempenho desde 2010, PIB cresce 4,6% em 2021

Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou hoje que
o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil cresceu 4,6% em 2021. Com isso, em valores correntes, o PIB chegou a R$ 8,7 trilhões no ano passado
Contas do governo tem o menor saldo negativo desde 2014

A Secretaria do Tesouro Nacional divulgou, nesta sexta (28), que as contas do governo fecharam 2021 como o menor saldo negativo desde 2014, quando o déficit foi de R$ 35,2 bilhões. Os dados mostram que as contas do governo fecharam o ano passado com um déficit de pouco mais de R$ 35 bilhões e revelam que é o melhor resultado em sete anos. O déficit de 2021 é 95,3% menor do que o rombo registrado em 2020, que somou R$ 743,2 bilhões (10% do PIB do país) devido aos gastos extraordinários com a pandemia de covid-19. Desta forma, o governo cumpriu a meta fiscal para o último ano, que exigia que o déficit nas contas não poderia ultrapassar a marca de R$ 247,1 bilhões.
Simplício aponta que o PIB deve crescer entre 2% e 3%

O secretário Simplício Araújo aponta estudo que projeta crescimento do Produto Interno Bruto do Maranhão entre 2% e 3%, em 2022. De acordo com o titular da SEINC, geração de empregos, renda e desenvolvimento são os eixos do trabalho executado pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria de Indústria, Comércio e Energia (Seinc), cujo indicativo mostra que o trabalho está no rumo certo diante do objetivo de gerar produtos e serviços em todas as regiões. “Com gestão, planejamento e eficiência, temos garantido aos maranhenses emprego e renda. Dados como esse demonstram que quando o trabalho é feito de forma séria, é possível que o Estado retome seu desenvolvimento econômico. E este é o caminho do Maranhão”, afirmou. Conforme MB Associados/4E Consultoria, com base em dados do Relatório Focus do Banco Central, o PIB no Maranhão acompanha o ritmo de alta na projeção de crescimento do indicativo para este ano em outros estados do Nordeste, como Paraíba e Sergipe (maior que 4%), Rio Grande do Norte (entre 3% e 4%) e Ceará, Pernambuco e Alagoas (também entre 2% e 3%). Recentemente, Simplício enalteceu a criação de novos empregos no Maranhão, resultado este das diversas ações articuladas pelo secretário ao longo de 2021.
Banco Central projeta crescimento do PIB de 5% em 2021

O Mercado financeiro subiu de 4,85% para 5% a expectativa de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro em 2021. Com base em consultas a instituições financeiras, para 2023 e 2024 a projeção é de expansão do PIB em 2,50%. Para 2022, houve um recuo na estimativa, com um crescimento anual menor do que o esperado há uma semana, reduzindo de 2,2% para 2,1%. A estimativa do mercado financeiro para a inflação (IPCA) deste ano cresceu de 5,82% para 5,90%. Para o próximo ano, a previsão para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo se manteve em 3,78%. Tanto para 2023 como para 2024, a projeção para o índice se mantém em 3,25%. A expectativa para 2021 supera o limite da meta do IPCA que deve ser perseguida pelo Banco Central. Fixado pelo Conselho Monetário Nacional, o centro da meta é de 3,75%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo, isto é, o limite inferior é de 2,25% e o superior de 5,25%. O centro da meta de inflação para o próximo ano é 3,50% e para 2023, 3,25%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para 2022 e 2023. Para alcançar a meta de inflação, o Comitê de Política Monetária (Copom) implementa a taxa básica de juros (Selic), cuja previsão das instituições financeiras registrou alta, ultrapassando dos 6,25% esperados há uma semana para 6,50%. O mesmo índice é aguardado para 2022, 2023 e 2024. A projeção do mercado para o valor do dólar está menor do que divulgada na semana passada, passando de R$ 5,18 para R$ 5,10. A expectativa é estável quanto ao valor da moeda norte-americana para os próximos três anos, em R$ 5,20 para 2022; em R$ 5,10 para 2023 e em R$ 5 para 2024.
PIB tem projeções de crescimento pela 7ª semana consecutiva

De acordo com dados divulgados em boletim semanal do Banco Central que leva em consideração instituições financeiras consultadas pela autarquia federal integrante do Sistema Financeiro Nacional, o PIB tem projeções de aumento na expansão da economia do Brasil pela sétima semana seguida. A expectativa para aumento do PIB do país – a soma de todos os recursos e serviços produzidos no Brasil – cresceu de 3,96% para 4,36%. A previsão de elevação do Produto Interno Bruto (PIB) subiu de 2,25% para 2,31% para o ano de 2022. Nos dois anos posteriores, o mercado financeiro projeta expansão em 2,50%, isto é, em 2023 e 2024. O prognóstico para este ano quanto ao Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), ou seja, a inflação, passou de 5,31% para 5,44%. Para o ano seguinte, a antecipação prevê IPCA foi adequada de 3,68% para 3,70%. Tanto para 2023 como para 2024 a previsão para a inflação é de 3,25%. Para alcançar a meta de IPCA, o Banco Central usa como principal dispositivo a Selic, taxa básica de juros fixada atualmente em 3,5% ao ano pelo Copom. A expectativa do mercado financeiro é que a Selic encerre 2021 em 5,75% ao ano. Para o fim de 2022, 2023 e 2024, a probabilidade aponta que a taxa básica termine estes períodos em 6,5% ao ano. Quanto ao câmbio, a previsão para a cotação do dólar permanece em R$ 5,30 para o final de 2021 e do próximo ano.
PIB do Brasil cresce e volta ao patamar pré-pandemia

Dados anunciados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística nesta terça-feira (1º) constatam que o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil cresceu 1,2% no 1º trimestre deste ano e voltou ao patamar pré-pandemia. Os números divulgados dizem respeito à comparação com os três meses anteriores. Com o resultado do primeiro trimestre vindo acima do esperado pelo governo federal, o PIB retornou ao patamar do quarto trimestre de 2019, quando ainda não havia a pandemia do novo coronavírus no Brasil. A expectativa era de crescimento de 0,7% na comparação com o 4º trimestre, e de 0,5% em relação ao 1º trimestre de 2020, segundo as projeções de consultorias e analistas financeiros. “Mesmo com a segunda onda da pandemia de Covid-19, o PIB cresceu no primeiro trimestre, já que, diferente do ano passado, não houve tantas restrições que impediram o funcionamento das atividades econômicas no país”, informou Rebeca Palis, coordenadora de Contas Nacionais do IBGE. A soma de todos os serviços e bens produzidos no Brasil totalizou R$ 2,048 trilhões. Referente ao 1º trimestre de 2020, o PIB teve alta de 1%, o primeiro crescimento depois de uma sequência de quatro quedas.
Flávio Dino tenta enganar população sobre crescimento do PIB

Comunista usurpa vitória do agronegócio e tenta tomar para si méritos da riqueza produzida pelo setor