Economia do Maranhão supera médias nacional e nordestina

MARANHÃO, 30 de março de 2026 – O Maranhão registrou crescimento econômico de 4,0% em 2025. Esse desempenho superou a média do Brasil (2,3%) e a do Nordeste (2,5%). Os dados constam do PIB Trimestral do Maranhão. A publicação avalia atividades produtivas como Agricultura, Construção civil e Comércio. O documento também analisa a geração de empregos no estado. O Instituto Maranhense de Estudos Socioeconômicos e Cartográficos (Imesc) divulgou o material na quinta (26). No quarto trimestre de 2025, a economia estadual manteve o ritmo de expansão. A alta foi de 4,1% no período. O resultado também ficou acima das médias nacional (1,8%) e regional (2,4%). O setor industrial foi o principal destaque de 2025. Ele cresceu 10,9% em comparação com 2024. Esse desempenho superou com folga os resultados do Brasil (1,4%) e do Nordeste (2,4%). Todas as atividades da indústria apresentaram desempenho positivo. As indústrias de transformação avançaram 21,7%. As indústrias extrativas cresceram 5,8%. Os serviços de água, esgoto e energia subiram 5,0%. A construção civil aumentou 5,6%. Por isso, o setor se consolidou como o principal motor da economia maranhense.
Maranhão registra crescimento de 351% no PIB em 30 anos

MARANHÃO, 17 de março de 2026 – Levantamento da plataforma Brasil em Mapas, com base em dados do IBGE corrigidos pela inflação, mostra que o Produto Interno Bruto (PIB) do Maranhão teve uma expansão real de 351,1% entre os anos de 1995 e 2025. Esse desempenho coloca o estado na 7ª posição no ranking de crescimento entre as 27 unidades da federação, superando a média de crescimento do país no período, que foi de 222,2%. Além disso, o resultado da economia maranhense também ficou acima da média registrada para a região Nordeste, estimada em 265,7% nas últimas três décadas. O estudo analisou a evolução do PIB brasileiro ao longo de 30 anos, utilizando dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) já corrigidos pela inflação para medir o crescimento real das economias estaduais. AUMENTO DO PIB NOMINAL E PARTICIPAÇÃO NACIONAL De acordo com os dados consolidados do levantamento, o PIB nominal do Maranhão registrou um salto significativo, passando de R$ 6,39 milhões em 1995 para R$ 169,9 milhões em 2025. Com esse avanço, a participação do estado na economia nacional também cresceu, passando a responder por cerca de 1,36% do PIB do Brasil em 2025. A pesquisa destaca que, apesar de ainda representar uma parcela relativamente pequena da economia brasileira, o crescimento maranhense não é um caso isolado. Na verdade, ele acompanha a tendência observada em diversos estados do Norte e Nordeste. No Nordeste, o Maranhão aparece entre os estados de maior dinamismo, ao lado do Piauí e do Rio Grande do Norte.
Dívida bruta brasileira pode chegar a 95% do PIB

BRASIL, 13 de janeiro de 2026 – Importante indicador da sustentabilidade das contas públicas, a dívida bruta brasileira do país pode atingir 95% do Produto Interno Bruno (PIB) em dez anos, de acordo com relatório divulgado nesta segunda (12), pelo Tesouro Nacional. A projeção se concretizará caso não ocorram mudanças significativas na arrecadação. Essa estimativa se dá em razão da retirada dos precatórios do teto de gastos previsto no arcabouço fiscal. O relatório oficial detalha os impactos da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) dos Precatórios promulgada em setembro de 2025, que excluiu progressivamente as despesas com sentenças judiciais do limite fiscal. A nova regra contou com apoio do governo Lula e prevê uma transição de dez anos para reinclusão gradual dos gastos à meta de resultado primário. Mesmo que o governo adote novas medidas para reforçar o caixa e atinja as metas fiscais estabelecidas, a dívida seguirá em trajetória ascendente. O relatório estima que o índice chegue a 89% do PIB em 2032 e recue pouco nos anos seguintes, atingindo 88% do PIB em 2035. As projeções mostram dois cenários. O primeiro considera apenas a legislação em vigor até o fim de novembro. O segundo inclui medidas aprovadas posteriormente, como o corte linear de benefícios tributários e um reforço fiscal ainda dependente de ações futuras. A dívida bruta engloba União, Estados, municípios e estatais não financeiras, exceto Petrobras. Segundo o Tesouro, o índice fechou em 79,3% do PIB em 2025.
Quatro menores PIBs per capita do país ficam no Maranhão

MARANHÃO, 22 de dezembro de 2025 – Quatro dos cinco municípios com o menor Produto Interno Bruto (PIB) per capita do Brasil estão localizados no estado do Maranhão, conforme dados do IBGE divulgados nesta sexta (19). Os valores referem-se ao ano de 2023 e mostram Nina Rodrigues (R$ 7.701,32), Matões do Norte (R$ 7.722,89), Cajapió (R$ 8.079,74) e São João Batista (R$ 8.246,12) entre as piores posições nacionais. Apenas Manari, em Pernambuco, tem índice inferior, de R$ 7.201,70. A média nacional do PIB per capita ficou em R$ 53,9 mil por habitante, valor mais de seis vezes superior ao registrado pelos municípios do Maranhão no ranking. Segundo o instituto, essas localidades estão geralmente em regiões com baixa diversificação econômica e forte dependência de repasses governamentais.
PIB do Maranhão cresce 3,2% e já é o segundo do Nordeste

MARANHÃO, 09 de dezembro de 2025 – A evolução e o crescimento do Maranhão nas áreas da economia e gestão no governo de Carlos Brandão foram destacados pelo secretário de Estado de Planejamento e Orçamento, Vinícius Ferro, em entrevista ao quadro Bastidores, do Bom Dia Mirante desta segunda (8). “Estamos avançando cada vez mais, fortalecendo a gestão pública, otimizando nossos recursos e buscando parcerias”, afirmou. O significativo crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) estadual, acima da média nacional, foi um dos pontos observados pelo secretário. “O PIB do Maranhão cresceu 3,2%. O do Brasil cresceu 2,9%. É o segundo estado do Nordeste, perdendo só para a Bahia. Isso demonstra que o Estado está forte”, detalhou. Vinícius Ferro também ressaltou os números positivos alcançados nas áreas da exportação e da geração de emprego, com o Maranhão batendo recorde todos os meses no número de carteiras assinadas, de acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).
Crescimento do PIB põe Maranhão entre os 10 do país

MARANHÃO, 21 de novembro de 2025 – A economia do Maranhão registrou o sétimo maior crescimento econômico acumulado do Brasil entre 2010 e 2023, com alta de 34,3% no PIB. O estado alcançou a segunda posição no Nordeste, atrás apenas do Piauí, segundo dados do Imesc com base no IBGE. Em 2023, o valor corrente do PIB estadual foi de R$ 149,2 bilhões, com um crescimento real de 3,6% que superou as médias nacional e nordestina. Esse crescimento econômico foi impulsionado principalmente pelo setor de serviços, que responde por mais de 70% da economia. Além disso, o setor industrial teve alta de 4,2%, com destaque para o segmento de eletricidade e gás, que expandiu 21,9% em 2023.
Crescimento do PIB maranhense supera média do país

MARANHÃO, 14 de novembro de 2025 – O Maranhão registrou avanço de 3,6% no PIB em 2023, segundo o IBGE, que divulgou os dados nesta sexta (14). O índice superou a média nacional de 3,2%, resultado obtido após levantamento em todo o país que avaliou o comportamento dos setores produtivos nos estados. Além disso, o instituto apontou que Acre, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Tocantins e Rio de Janeiro tiveram as maiores altas no ano. Já Rio Grande do Sul, Rondônia, Pará e São Paulo apresentaram as menores variações, todas inferiores a 1,5%, conforme apuração oficial. O IBGE informou que a agropecuária exerceu influência decisiva nos desempenhos de Acre, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e Tocantins. Esses estados obtiveram aumentos impulsionados principalmente pelo cultivo de soja, que teve peso relevante nas economias regionais analisadas. Por outro lado, a alta de 5,7% no Rio de Janeiro ocorreu devido ao avanço da indústria extrativa. O setor registrou crescimento com destaque para as atividades ligadas à exploração de petróleo e gás, segundo dados consolidados pelo instituto. Além disso, 13 estados ficaram abaixo da média nacional de 3,2%. O Rio Grande do Sul, com 1,3%, registrou impacto negativo da indústria de transformação, especialmente na produção de derivados de petróleo e na fabricação de máquinas e equipamentos. Em Rondônia, que também cresceu 1,3%, a seca na região Norte reduziu a geração de energia elétrica. Dessa forma, houve queda nas atividades de eletricidade, gás, água, esgoto, gestão de resíduos e descontaminação, conforme explicou a gerente de Contas Regionais do IBGE, Alessandra Poça.
Tesouro Nacional prevê dívida em 82,5% do PIB até 2026

BRASÍLIA, 10 de novembro de 2025 – A dívida pública brasileira deve atingir 82,5% do Produto Interno Bruto (PIB) até o fim de 2026, segundo o Tesouro Nacional. A projeção, divulgada na 7ª Edição do Relatório de Riscos Fiscais da União, reflete o avanço contínuo do endividamento iniciado no governo de Lula. O índice se aproxima do recorde de 87,7% do PIB registrado em outubro de 2020, no auge da pandemia de covid-19. O relatório aponta que, caso a estimativa se confirme, o país terá acumulado alta de 10,8 pontos percentuais em relação a dezembro de 2022, quando a dívida correspondia a 71,7% do PIB, ao fim da gestão de Jair Bolsonaro. Assim, o Brasil voltaria a registrar nível semelhante ao de abril de 2021, quando o indicador alcançou 82,6%, conforme dados do Banco Central. DÍVIDA SE APROXIMA DO RECORDE DA PANDEMIA Em setembro, o Banco Central informou que a dívida bruta do setor público consolidado somava 78,1% do PIB, o equivalente a R$ 9,75 trilhões. Esse total abrange compromissos da União, Estados, Distrito Federal, municípios e estatais, sem duplicidades. No entanto, segundo o método do Fundo Monetário Internacional (FMI), que inclui títulos públicos em posse do Banco Central, o índice sobe para 90,5%. O FMI recomendou, em 2023, que o Brasil adote essa metodologia, o que elevaria a projeção para cerca de 95% do PIB até 2026. Dessa forma, o país se aproximaria da média da Zona do Euro, superando diversas economias latino-americanas e emergentes, embora ainda abaixo das nações desenvolvidas.