Crescimento do PIB põe Maranhão entre os 10 do país

MARANHÃO, 21 de novembro de 2025 – A economia do Maranhão registrou o sétimo maior crescimento econômico acumulado do Brasil entre 2010 e 2023, com alta de 34,3% no PIB. O estado alcançou a segunda posição no Nordeste, atrás apenas do Piauí, segundo dados do Imesc com base no IBGE. Em 2023, o valor corrente do PIB estadual foi de R$ 149,2 bilhões, com um crescimento real de 3,6% que superou as médias nacional e nordestina. Esse crescimento econômico foi impulsionado principalmente pelo setor de serviços, que responde por mais de 70% da economia. Além disso, o setor industrial teve alta de 4,2%, com destaque para o segmento de eletricidade e gás, que expandiu 21,9% em 2023.
Crescimento do PIB maranhense supera média do país

MARANHÃO, 14 de novembro de 2025 – O Maranhão registrou avanço de 3,6% no PIB em 2023, segundo o IBGE, que divulgou os dados nesta sexta (14). O índice superou a média nacional de 3,2%, resultado obtido após levantamento em todo o país que avaliou o comportamento dos setores produtivos nos estados. Além disso, o instituto apontou que Acre, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Tocantins e Rio de Janeiro tiveram as maiores altas no ano. Já Rio Grande do Sul, Rondônia, Pará e São Paulo apresentaram as menores variações, todas inferiores a 1,5%, conforme apuração oficial. O IBGE informou que a agropecuária exerceu influência decisiva nos desempenhos de Acre, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e Tocantins. Esses estados obtiveram aumentos impulsionados principalmente pelo cultivo de soja, que teve peso relevante nas economias regionais analisadas. Por outro lado, a alta de 5,7% no Rio de Janeiro ocorreu devido ao avanço da indústria extrativa. O setor registrou crescimento com destaque para as atividades ligadas à exploração de petróleo e gás, segundo dados consolidados pelo instituto. Além disso, 13 estados ficaram abaixo da média nacional de 3,2%. O Rio Grande do Sul, com 1,3%, registrou impacto negativo da indústria de transformação, especialmente na produção de derivados de petróleo e na fabricação de máquinas e equipamentos. Em Rondônia, que também cresceu 1,3%, a seca na região Norte reduziu a geração de energia elétrica. Dessa forma, houve queda nas atividades de eletricidade, gás, água, esgoto, gestão de resíduos e descontaminação, conforme explicou a gerente de Contas Regionais do IBGE, Alessandra Poça.
Tesouro Nacional prevê dívida em 82,5% do PIB até 2026

BRASÍLIA, 10 de novembro de 2025 – A dívida pública brasileira deve atingir 82,5% do Produto Interno Bruto (PIB) até o fim de 2026, segundo o Tesouro Nacional. A projeção, divulgada na 7ª Edição do Relatório de Riscos Fiscais da União, reflete o avanço contínuo do endividamento iniciado no governo de Lula. O índice se aproxima do recorde de 87,7% do PIB registrado em outubro de 2020, no auge da pandemia de covid-19. O relatório aponta que, caso a estimativa se confirme, o país terá acumulado alta de 10,8 pontos percentuais em relação a dezembro de 2022, quando a dívida correspondia a 71,7% do PIB, ao fim da gestão de Jair Bolsonaro. Assim, o Brasil voltaria a registrar nível semelhante ao de abril de 2021, quando o indicador alcançou 82,6%, conforme dados do Banco Central. DÍVIDA SE APROXIMA DO RECORDE DA PANDEMIA Em setembro, o Banco Central informou que a dívida bruta do setor público consolidado somava 78,1% do PIB, o equivalente a R$ 9,75 trilhões. Esse total abrange compromissos da União, Estados, Distrito Federal, municípios e estatais, sem duplicidades. No entanto, segundo o método do Fundo Monetário Internacional (FMI), que inclui títulos públicos em posse do Banco Central, o índice sobe para 90,5%. O FMI recomendou, em 2023, que o Brasil adote essa metodologia, o que elevaria a projeção para cerca de 95% do PIB até 2026. Dessa forma, o país se aproximaria da média da Zona do Euro, superando diversas economias latino-americanas e emergentes, embora ainda abaixo das nações desenvolvidas.
Maranhão lidera crescimento do PIB no Nordeste em 2025

MARANHÃO, 18 de outubro de 2025 – O Maranhão deve liderar o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) no Nordeste em 2025, com expansão estimada em 3,5%. O dado foi divulgado na Resenha Regional de Assessoramento Econômico do Banco do Brasil, atualizada em 10 de outubro. O estudo aponta que o estado superará a média de crescimento da região, projetada em 1,8%, e a nacional, de 2,2%, resultado atribuído a políticas estaduais voltadas ao fortalecimento econômico. Além disso, o relatório mensal do Banco do Brasil reúne análises e projeções econômicas de todos os estados brasileiros. O levantamento inclui previsões do PIB, desempenho industrial e projeções regionais, servindo como base para decisões econômicas e compreensão do panorama nacional. O levantamento indica o Maranhão na liderança do Nordeste, seguido por Paraíba e Bahia, ambas com crescimento de 2,7%, e Piauí, com 2,4%. Os demais estados da região apresentam índices abaixo de 2%. Segundo Dionatan Carvalho, presidente do Instituto Maranhense de Estudos Socioeconômicos e Cartográficos (Imesc), os dados do segundo trimestre confirmam um ritmo de expansão acima das médias regional e nacional. De acordo com Carvalho, o avanço econômico resulta em geração de emprego e renda, fortalecendo o ambiente de negócios e melhorando as condições de vida da população.
PIB brasileiro atinge maior nível histórico no 2º trimestre

BRASIL, 02 de setembro de 2025 – A economia brasileira registrou um Produto Interno Bruto (PIB) de R$ 3,2 trilhões no segundo trimestre de 2025, alcançando seu maior patamar desde o início da série histórica em 1996. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou os dados nesta terça (2), mostrando um crescimento de 0,4% em relação aos três meses anteriores. Na comparação com igual período de 2024, a alta foi de 2,2%. Além disso, o resultado positivo representa a 16ª alta consecutiva do indicador, um movimento de expansão que começou no terceiro trimestre de 2021. O setor de serviços, com avanço de 0,6%, e a indústria, que cresceu 0,5%, lideraram o desempenho positivo da produção. Por outro lado, a agropecuária recuou 0,1%. Pelo lado da demanda, o consumo das famílias subiu 0,5%, atingindo nível recorde e compensando a queda de 0,6% nos gastos do governo. Os investimentos, no entanto, recuaram 2,2% no período. No acumulado do primeiro semestre, a economia brasileira cresceu 2,5%. Em quatro trimestres, a expansão chega a 3,2%. Apesar do recorde, o ritmo de crescimento desacelerou em relação ao primeiro trimestre de 2025, quando o PIB avançou 1,3%. Essa desaceleração era esperada pelos especialistas, devido aos efeitos da política monetária restritiva do Banco Central, com juros básicos em alta.
Subsídios federais consomem R$ 678 bilhões em 2024

BRASIL, 20 de agosto de 2025 – O governo federal aplicou R$ 678 bilhões em subsídios durante o ano de 2024, valor que representa 5,78% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional. Os dados do Ministério do Planejamento e Orçamento (MPO) mostram uma redução em relação ao ano anterior, quando o valor correspondia a 6,1% do PIB. A maior parte desses recursos (83,1%) foi direcionada a subsídios tributários, enquanto 9,6% foram para financeiros e 7,3% para creditícios. Entre os principais beneficiários dos subsídios tributários estão o Simples Nacional, com 17,4% do total, e o apoio à agricultura e agroindústria, com 11,4%. Além disso, benefícios vinculados à não tributação de rendimentos de pessoas físicas somaram 14,2% do montante.
Maranhão é o 4º estado que mais cresce no PIB nacional

MARANHÃO, 10 de julho de 2025 – O Maranhão alcançou a quarta colocação entre os estados brasileiros com maior crescimento médio anual do Produto Interno Bruto (PIB), de acordo com dados do Centro de Liderança Pública (CLP). O levantamento, divulgado com base na média móvel de quatro períodos, mostra que o estado teve uma variação de 3,15% ao ano. O desempenho maranhense no ranking é superado apenas por Roraima, com crescimento de 4,11%, Tocantins, com 3,93%, e Mato Grosso, com 3,31%. O índice considera dados oficiais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e da consultoria Tendências, que acompanham a evolução do PIB real dos estados. Além da variação do PIB, o Maranhão também figura em quarto lugar no pilar “Potencial de Mercado”, outro critério avaliado pelo CLP. O indicador reflete as condições econômicas e demográficas que favorecem o ambiente de negócios no estado.
Países do BRICS dominam 30% do PIB e 20% do comércio global

MUNDO, 30 de maio de 2025 – O BRICS reúne as maiores economias emergentes do mundo: Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul. Em 2024, se associaram ao grupo o Egito, Emirados Árabes Unidos, Arábia Saudita, Etiópia e Irã. Neste ano, houve a adesão da Indonésia. Há ainda os países parceiros, como Belarus, Bolívia, Cuba, Cazaquistão, Malásia, Tailândia, Uganda, Uzbequistão e Nigéria. Ao contrário da União Europeia e do Mercosul, o BRICS não é um bloco comercial. Ele surgiu como uma aliança voltada para o desenvolvimento econômico e a cooperação política entre os países do chamado sul global. Juntos, esses países representam cerca de 40% da população do planeta, mais de 29% da economia mundial e de 20% de todo o comércio do globo, com destaque para combustíveis, minérios e grãos. O bloco atua em diversas áreas: política e segurança, economia e finanças, além de promover o intercâmbio cultural entre as nações. Os acordos firmados pelos chefes de estado são submetidos aos parlamentos de cada país. O senador Humberto Costa (PT-PE) avalia que o próximo encontro vai facilitar o trabalho de definição de quais são as políticas prioritárias para cada um dos países membros. “Essa integração entre os parlamentares desses países favorece esse processo de entendimento geral.” BancoEm resposta às dificuldades de acesso a recursos do Banco Mundial e do Fundo Monetário Internacional, o BRICS criou em 2014 o Novo Banco de Desenvolvimento (NDB) com um capital inicial de US$ 50 bilhões para o financiamento de projetos sustentáveis e de infraestrutura nos países membros e nas nações em desenvolvimento. O NDB, com sede em Xangai, já liberou recursos para financiar 31 iniciativas no Brasil, como usinas solares e eólicas. O Rio Grande do Sul conseguiu uma linha de quase R$ 6 bilhões para a reconstrução do estado após as enchentes no ano passado.