Dívida bruta brasileira pode chegar a 95% do PIB

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BRASIL, 13 de janeiro de 2026 – Importante indicador da sustentabilidade das contas públicas, a dívida bruta brasileira do país pode atingir 95% do Produto Interno Bruno (PIB) em dez anos, de acordo com relatório divulgado nesta segunda (12), pelo Tesouro Nacional. A projeção se concretizará caso não ocorram mudanças significativas na arrecadação. Essa estimativa se dá em razão da retirada dos precatórios do teto de gastos previsto no arcabouço fiscal. O relatório oficial detalha os impactos da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) dos Precatórios promulgada em setembro de 2025, que excluiu progressivamente as despesas com sentenças judiciais do limite fiscal. A nova regra contou com apoio do governo Lula e prevê uma transição de dez anos para reinclusão gradual dos gastos à meta de resultado primário. Mesmo que o governo adote novas medidas para reforçar o caixa e atinja as metas fiscais estabelecidas, a dívida seguirá em trajetória ascendente. O relatório estima que o índice chegue a 89% do PIB em 2032 e recue pouco nos anos seguintes, atingindo 88% do PIB em 2035. As projeções mostram dois cenários. O primeiro considera apenas a legislação em vigor até o fim de novembro. O segundo inclui medidas aprovadas posteriormente, como o corte linear de benefícios tributários e um reforço fiscal ainda dependente de ações futuras. A dívida bruta engloba União, Estados, municípios e estatais não financeiras, exceto Petrobras. Segundo o Tesouro, o índice fechou em 79,3% do PIB em 2025.

Quatro menores PIBs per capita do país ficam no Maranhão

Maranhão renda

MARANHÃO, 22 de dezembro de 2025 – Quatro dos cinco municípios com o menor Produto Interno Bruto (PIB) per capita do Brasil estão localizados no estado do Maranhão, conforme dados do IBGE divulgados nesta sexta (19). Os valores referem-se ao ano de 2023 e mostram Nina Rodrigues (R$ 7.701,32), Matões do Norte (R$ 7.722,89), Cajapió (R$ 8.079,74) e São João Batista (R$ 8.246,12) entre as piores posições nacionais. Apenas Manari, em Pernambuco, tem índice inferior, de R$ 7.201,70. A média nacional do PIB per capita ficou em R$ 53,9 mil por habitante, valor mais de seis vezes superior ao registrado pelos municípios do Maranhão no ranking. Segundo o instituto, essas localidades estão geralmente em regiões com baixa diversificação econômica e forte dependência de repasses governamentais.

PIB do Maranhão cresce 3,2% e já é o segundo do Nordeste

Maranhão PIB

MARANHÃO, 09 de dezembro de 2025 – A evolução e o crescimento do Maranhão nas áreas da economia e gestão no governo de Carlos Brandão foram destacados pelo secretário de Estado de Planejamento e Orçamento, Vinícius Ferro, em entrevista ao quadro Bastidores, do Bom Dia Mirante desta segunda (8). “Estamos avançando cada vez mais, fortalecendo a gestão pública, otimizando nossos recursos e buscando parcerias”, afirmou. O significativo crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) estadual, acima da média nacional, foi um dos pontos observados pelo secretário. “O PIB do Maranhão cresceu 3,2%. O do Brasil cresceu 2,9%. É o segundo estado do Nordeste, perdendo só para a Bahia. Isso demonstra que o Estado está forte”, detalhou. Vinícius Ferro também ressaltou os números positivos alcançados nas áreas da exportação e da geração de emprego, com o Maranhão batendo recorde todos os meses no número de carteiras assinadas, de acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).

Crescimento do PIB põe Maranhão entre os 10 do país

Maranhão PIB

MARANHÃO, 21 de novembro de 2025 – A economia do Maranhão registrou o sétimo maior crescimento econômico acumulado do Brasil entre 2010 e 2023, com alta de 34,3% no PIB. O estado alcançou a segunda posição no Nordeste, atrás apenas do Piauí, segundo dados do Imesc com base no IBGE. Em 2023, o valor corrente do PIB estadual foi de R$ 149,2 bilhões, com um crescimento real de 3,6% que superou as médias nacional e nordestina. Esse crescimento econômico foi impulsionado principalmente pelo setor de serviços, que responde por mais de 70% da economia. Além disso, o setor industrial teve alta de 4,2%, com destaque para o segmento de eletricidade e gás, que expandiu 21,9% em 2023.

Crescimento do PIB maranhense supera média do país

PIB Maranhão

MARANHÃO, 14 de novembro de 2025 – O Maranhão registrou avanço de 3,6% no PIB em 2023, segundo o IBGE, que divulgou os dados nesta sexta (14). O índice superou a média nacional de 3,2%, resultado obtido após levantamento em todo o país que avaliou o comportamento dos setores produtivos nos estados. Além disso, o instituto apontou que Acre, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Tocantins e Rio de Janeiro tiveram as maiores altas no ano. Já Rio Grande do Sul, Rondônia, Pará e São Paulo apresentaram as menores variações, todas inferiores a 1,5%, conforme apuração oficial. O IBGE informou que a agropecuária exerceu influência decisiva nos desempenhos de Acre, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e Tocantins. Esses estados obtiveram aumentos impulsionados principalmente pelo cultivo de soja, que teve peso relevante nas economias regionais analisadas. Por outro lado, a alta de 5,7% no Rio de Janeiro ocorreu devido ao avanço da indústria extrativa. O setor registrou crescimento com destaque para as atividades ligadas à exploração de petróleo e gás, segundo dados consolidados pelo instituto. Além disso, 13 estados ficaram abaixo da média nacional de 3,2%. O Rio Grande do Sul, com 1,3%, registrou impacto negativo da indústria de transformação, especialmente na produção de derivados de petróleo e na fabricação de máquinas e equipamentos. Em Rondônia, que também cresceu 1,3%, a seca na região Norte reduziu a geração de energia elétrica. Dessa forma, houve queda nas atividades de eletricidade, gás, água, esgoto, gestão de resíduos e descontaminação, conforme explicou a gerente de Contas Regionais do IBGE, Alessandra Poça.

Tesouro Nacional prevê dívida em 82,5% do PIB até 2026

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BRASÍLIA, 10 de novembro de 2025 – A dívida pública brasileira deve atingir 82,5% do Produto Interno Bruto (PIB) até o fim de 2026, segundo o Tesouro Nacional. A projeção, divulgada na 7ª Edição do Relatório de Riscos Fiscais da União, reflete o avanço contínuo do endividamento iniciado no governo de Lula. O índice se aproxima do recorde de 87,7% do PIB registrado em outubro de 2020, no auge da pandemia de covid-19. O relatório aponta que, caso a estimativa se confirme, o país terá acumulado alta de 10,8 pontos percentuais em relação a dezembro de 2022, quando a dívida correspondia a 71,7% do PIB, ao fim da gestão de Jair Bolsonaro. Assim, o Brasil voltaria a registrar nível semelhante ao de abril de 2021, quando o indicador alcançou 82,6%, conforme dados do Banco Central. DÍVIDA SE APROXIMA DO RECORDE DA PANDEMIA Em setembro, o Banco Central informou que a dívida bruta do setor público consolidado somava 78,1% do PIB, o equivalente a R$ 9,75 trilhões. Esse total abrange compromissos da União, Estados, Distrito Federal, municípios e estatais, sem duplicidades. No entanto, segundo o método do Fundo Monetário Internacional (FMI), que inclui títulos públicos em posse do Banco Central, o índice sobe para 90,5%. O FMI recomendou, em 2023, que o Brasil adote essa metodologia, o que elevaria a projeção para cerca de 95% do PIB até 2026. Dessa forma, o país se aproximaria da média da Zona do Euro, superando diversas economias latino-americanas e emergentes, embora ainda abaixo das nações desenvolvidas.

Maranhão lidera crescimento do PIB no Nordeste em 2025

Maranhão Estudo

MARANHÃO, 18 de outubro de 2025 – O Maranhão deve liderar o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) no Nordeste em 2025, com expansão estimada em 3,5%. O dado foi divulgado na Resenha Regional de Assessoramento Econômico do Banco do Brasil, atualizada em 10 de outubro. O estudo aponta que o estado superará a média de crescimento da região, projetada em 1,8%, e a nacional, de 2,2%, resultado atribuído a políticas estaduais voltadas ao fortalecimento econômico. Além disso, o relatório mensal do Banco do Brasil reúne análises e projeções econômicas de todos os estados brasileiros. O levantamento inclui previsões do PIB, desempenho industrial e projeções regionais, servindo como base para decisões econômicas e compreensão do panorama nacional. O levantamento indica o Maranhão na liderança do Nordeste, seguido por Paraíba e Bahia, ambas com crescimento de 2,7%, e Piauí, com 2,4%. Os demais estados da região apresentam índices abaixo de 2%. Segundo Dionatan Carvalho, presidente do Instituto Maranhense de Estudos Socioeconômicos e Cartográficos (Imesc), os dados do segundo trimestre confirmam um ritmo de expansão acima das médias regional e nacional. De acordo com Carvalho, o avanço econômico resulta em geração de emprego e renda, fortalecendo o ambiente de negócios e melhorando as condições de vida da população.

PIB brasileiro atinge maior nível histórico no 2º trimestre

PIB Brasil

BRASIL, 02 de setembro de 2025 – A economia brasileira registrou um Produto Interno Bruto (PIB) de R$ 3,2 trilhões no segundo trimestre de 2025, alcançando seu maior patamar desde o início da série histórica em 1996. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou os dados nesta terça (2), mostrando um crescimento de 0,4% em relação aos três meses anteriores. Na comparação com igual período de 2024, a alta foi de 2,2%. Além disso, o resultado positivo representa a 16ª alta consecutiva do indicador, um movimento de expansão que começou no terceiro trimestre de 2021. O setor de serviços, com avanço de 0,6%, e a indústria, que cresceu 0,5%, lideraram o desempenho positivo da produção. Por outro lado, a agropecuária recuou 0,1%. Pelo lado da demanda, o consumo das famílias subiu 0,5%, atingindo nível recorde e compensando a queda de 0,6% nos gastos do governo. Os investimentos, no entanto, recuaram 2,2% no período. No acumulado do primeiro semestre, a economia brasileira cresceu 2,5%. Em quatro trimestres, a expansão chega a 3,2%. Apesar do recorde, o ritmo de crescimento desacelerou em relação ao primeiro trimestre de 2025, quando o PIB avançou 1,3%. Essa desaceleração era esperada pelos especialistas, devido aos efeitos da política monetária restritiva do Banco Central, com juros básicos em alta.

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