Pesquisas eleitorais no MA serão divulgadas nesta semana

BRASÍLIA, 09 de março de 2026 – Duas novas pesquisas sobre as intenções de voto no Maranhão serão divulgados nesta semana. O Instituto Paraná Pesquisa e o INOP finalizam a coleta de dados com eleitores do estado, trazendo cenários para o governo e o senado. Os levantamentos ocorrem após um mês de fevereiro sem registros de novos números eleitorais na região. O Instituto Paraná Pesquisa ouviu 1.300 eleitores entre os dias 5 e 8 de março. O levantamento, registrado sob o número MA-00634/2026, tem divulgação prevista para terça(10). Para o governo do estado, a pesquisa testa quatro nomes: Eduardo Braide, Felipe Camarão, Lahesio Bonfim e Orleans Brandão, incluindo simulações de eventual segundo turno. No cenário para o senado, o Paraná Pesquisa apresentou dez nomes aos entrevistados, sem incluir o governador Carlos Brandão e a ex-governadora Roseana Sarney. A lista é composta por André Fufuca, Carlos Brandão, César Pires, Dr. Yglésio, Eliziane Gama, Hilton Gonçalo, Mical Damasceno, Pedro Lucas Fernandes, Roberto Rocha e Weverton.
Pesquisas indicam disputa acirrada entre Braide e Orleans

MARANHÃO, 02 de outubro de 2025 – As mais recentes pesquisas eleitorais divulgadas nesta semana apontam que a corrida pelo Governo do Maranhão permanece indefinida. O prefeito de São Luís, Eduardo Braide (PSD), mantém a liderança, mas sem apresentar crescimento. Ao mesmo tempo, Orleans Brandão (MDB) aparece em trajetória de ascensão, conquistando espaço entre os eleitores. Já o vice-governador Felipe Camarão (PT) registra queda significativa nas intenções de voto. O levantamento da Vox Brasil, divulgado nesta quinta (2), mostra Braide com 31,79%. Em seguida aparece Lahesio Bonfim (Novo), ex-prefeito de São Pedro dos Crentes, com 25,41%. Orleans Brandão soma 19,87% e Felipe Camarão aparece com 6,53%. Outros 2,87% dos entrevistados afirmaram que votariam em branco ou nulo, e 13,53% não souberam ou preferiram não responder. A pesquisa ouviu 978 eleitores em 35 municípios entre 25 e 30 de setembro, com margem de erro de 4,5 pontos percentuais.
Pesquisas erraram de 13 a 23 pontos no 1º turno em 2022

BRASIL, 05 de outubro de 2024 – Às vésperas das eleições municipais, a precisão das pesquisas eleitorais tem sido assunto. O jornalista Guilherme Amado, do portal Metrópoles, veiculou uma série de pesquisas feitas durante a eleição presidencial de 2022, com muitas delas apresentando discrepâncias entre os números divulgados previamente VS os resultados reais das urnas, especialmente no primeiro turno. É notável que diversos institutos de pesquisa registraram diferenças graves nos resultados. No primeiro turno, a distância entre as previsões e os números oficiais variou entre 13 e 23,5 pontos percentuais. Institutos como o Quaest e o MDA chegaram mais perto dos resultados corretos, enquanto o Datafolha e o Atlas/Intel erraram por uma margem muito maior. Na ocasião, Lula venceu Jair Bolsonaro com 37% dos votos contra 33%.
Prazo para registro de pesquisas no 1º turno é encerrado

BRASIL, 1º de outubro de 2024 – Esta segunda (30) foi o último dia para registrar, no Sistema de Registro de Pesquisas Eleitorais (PesqEle), as pesquisas de opinião pública realizadas antes do dia da eleição, para divulgação no dia do pleito, dentro do horário permitido. O primeiro turno das eleições municipais de 2024 ocorrerá no próximo domingo, 6 de outubro. O registro das pesquisas na Justiça Eleitoral começou em 1º de janeiro deste ano.
New York Times: “Ficou claro que Bolsonaro estava certo”

O primeiro turno das eleições brasileiras neste domingo (2) repercutiu internacionalmente. A eleição foi classificada como “duelo de titãs” pelos principais jornais do mundo, em referência à disputa acirrada entre Jair Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O norte-americano The New York Times chegou a apontar que Bolsonaro “estava claramente certo” em desconfiar das pesquisas de intenção de voto. De acordo com o jornal, ainda que tenha ficado em segundo numericamente, foi o candidato à reeleição quem teve a melhor performance nas urnas. “Durante meses, pesquisadores e analistas disseram que o presidente Jair Bolsonaro estava condenado. Ele estava atrás por uma margem ampla e inabalável na disputa presidencial de alto risco do Brasil (…) e as pesquisas sugeriam que poderia até perder no primeiro turno”, diz trecho do veículo. “Os analistas subestimaram a força de candidatos conservadores em todo o país”, aponta outro trecho, tendo em vista o grande número de parlamentares conservadores, da base de Bolsonaro, eleitos para o Congresso. Já em relação a Lula, o veículo disse que ele está tentando realizar um “espantoso renascimento político que há poucos anos parecia impensável”. Da mesma forma os jornais argentinos La Nacion e Clarin apontaram erros significativos nas pesquisas eleitorais. O espanhol El País também afirmou que Bolsonaro contrariou os levantamentos. “Durante meses, Bolsonaro criticou pesquisas que o punham consistentemente 10 a 15 pontos atrás de Lula. Seus fiéis diziam que ele estava sendo subestimado tal como em 2018, e assim o foi. No momento da verdade, seu apoio real foi maior do que o previsto”, afirmou o veículo. O Wall Street Journal, dos Estados Unidos, foi mais contido em sua análise, mas destacou que “Bolsonaro se saiu bem melhor do que o previsto nas principais pesquisas”.
Diferença entre Bolsonaro e Lula cai para menos de cinco pontos

Levantamento recente do instituto Paraná Pesquisas, o presidente Jair Bolsonaro (PL) e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparecem com uma diferença de menos de cinco pontos percentuais, mostrando queda na vantagem do petista. Segundo a pesquisa divulgada nesta quarta (24 de agosto), Lula detém 41,7% das intenções de voto contra 37% de Bolsonaro. No começo de agosto, Lula tinha 41,1% das intenções, e Bolsonaro, 35,6%. Em abril, Lula tinha 40,0% e Bolsonaro 32,7% para Bolsonaro. Ciro Gomes (PDT) permanece solidificado na terceira posição, com 7,3% dos votos. Simone Tebet (MDB) aparece com 2,7% da preferência. Os demais presidenciáveis não alcançaram 1% das intenções de voto. Os votos brancos e nulos totalizam 6%. Os referidos números são da pesquisa estimulada, na qual são apresentados nomes dos presidenciáveis aos entrevistados. Já na pesquisa espontânea, a qual o eleitor precisa responder “de cabeça”, Lula aparece com 30% das intenções de voto, e Bolsonaro com 26,5%. O instituto ouviu 2.020 pessoas, de 162 municípios brasileiros, entre os dias 19 e 23 de agosto de 2022. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos.
Brandão lidera pesquisas mesmo comandando governo caótico

O governador Carlos Brandão passa pelo pior início de governo eu se tem noticia no Maranhão nas últimas décadas. Crise nos transportes, caos na segurança pública, escândalos de corrupção e alvoroço político. Apesar disso, algumas pesquisas registram certa liderança folgada do sucessor de Flávio Dino na disputa pelo Palácio dos leões, casos do levantamento Econométrica/O Imparcial, divulgada nesta segunda (25 de julho), que mostra a liderança folgada de Brandão (PSB). Segundo o levantamento, Brandão tem com 34,8%, contra 23,6% de Weverton e 20,5 de Lahesio Bonfim. Edivaldo Holanda Júnior (PSD), tem 7,6%; Enilton Rodrigues (PSOL), 1%; Simplício Araújo (SD), 0,5%; e Hertz Dias (PSTU), 0,1%. “Branco ou nulo” somaram 4,6%, e “Não sabem/não responderam”, 7,4%. Os números contrastam com a realidade. Logo que assumiu o governo após a saída de Flávio Dino para disputar o governo, Brandão teve que ausentar-se do governo por semanas. Sem vice e com as negativas do presidente da Assembleia em assumir o cargo (se assim o fizesse teria que desistir da reeleição para deputado), o governo foi assumido por Paulo Velten, presidente do Tribunal de Justiça. Uma onda de violência tomou conta do estado no início da gestão. Uma onda de assaltos em ônibus resultou em óbitos. Na semana passada, a prisão do empreiteiro Eduardo DP abalou ainda mais o governo. E, para completar, neste fim de semana um ferryboat voltou a apresentar problemas. Apesar de tudo isso, os institutos apontam uma tendência de crescimento de Brandão. Inabilidade dos adversários ou vontade popular? Na pesquisa foram ouvidos 1.535 eleitores, em 57 cidades do Maranhão, entre os dias 19 e 22 de julho. O nível de confiança do levantamento é de 95% e o registro da Justiça Eleitoral foi feito sob o número MA-08398/2022.
Lula derrete em pesquisa e cai cerca de 25% em poucas semanas

Entre 16 e 18 de janeiro o Poder Data realizou uma pesquisa que apontava o ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva com 54% das intenções de voto. Em seguida aparecia o presidente Jair Bolsonaro com 32%. Nesta quarta (2) o instituto divulgou nova pesquisa em que mostra o ex-presidente com 40%. A queda de 14% indica um derretimento geral de 25% nas intenções de voto. Enquanto o petista vê sua intenção de voto despencar, Bolsonaro segue estável com 32%. A pesquisa que mostra Lula com 54% pode ser acessa AQUI. E a mais recente em que o petista tem 40% está AQUI. As três pesquisas realizadas refletem uma queda acentuada de Lula e podem identificar que o fim da pandemia pode beneficiar Bolsonaro. Além disso, a queda pode justificar a tese que alguns analistas defendem tempos atrás. Segundo ela, assim que o eleitor for instado a comparar os dois, a tendência é que a disputa seja mais acirrada do que a diferença alcançada por Lula. A queda real da diferença (22 para 8) representa um tombo de 63%. As declarações recentes de censura das redes sociais e apoio a regimes totalitários também podem ter tido efeito negativo na avaliação da candidatura de Lula. O resultado obtido pelo PoderData também está sendo verificado em outros institutos e corrobora a tese. Há semanas petistas e entusiastas da candidatura do petista começam a mostrar preocupação com os resultados.