PDT fala em ampliar direitos trabalhistas se Ciro for eleito

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Em vídeo divulgado nas redes sociais, o presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, afirmou que se o ex-governador e ex-ministro Ciro Gomes se tornar o presidente da República em 2022, a legislação trabalhista no Brasil sofrerá alterações. Lupi não detalhou como essa ação poderia ser realizada, mas ressaltou que o modelo original da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) sancionada em 1943 por Getúlio Vargas seria o espelho para uma eventual gestão do Brasil. “Nós somos esse partido que começa com Getúlio em 1930 a opção pelos trabalhadores, os pobres, os fracos e oprimidos. Assim continuamos até hoje, lutando para que a classe trabalhadora, que é a maioria da população, tenha os seus direitos reconhecidos, tenha uma remuneração digna e tenha principalmente o direito a trabalhar, que é o que dá dignidade e autoestima”, declarou. Lupi também criticou o atual governo do Brasil e ponderou que a gestão de Bolsonaro tenta aprovar no Congresso propostas que seriam uma espécie de “minirreforma trabalhista”. “Hoje, nesse desgoverno que está aí, com esse profeta da ignorância, vemos a cada dia a destruição dos direitos dos trabalhadores. […] Mas nós vamos nos preparar para voltar ao poder e com Ciro presidente nós vamos voltar com todos os direitos trabalhistas”, completou.

Haddad assume possível aliança do PT e PDT no Maranhão

Fernando Haddad

O ex-candidato a presidente pelo PT em 2018, Fernando Haddad, declarou que existe de fato uma conversa no partido sobre a possibilidade de aliança com PDT no Maranhão. O pré-candidato pedetista ao Governo do Estado é o senador Weverton Rocha. O PT também tem pré-candidato, o secretário de Estado da Educação Felipe Camarão. Haddad falou sobre a parceria do PT e PDT em outros estados. Segundo ele, no Maranhão as negociações com o PDT estão acontecendo. Ele afirmou ser possível uma possível composição do senador Weverton (PDT) no setor progressista para suceder Flávio Dino (PSB). Além da candidatura de Camarão, a aliança PT/PDT pode enfrentar outro obstáculo no Maranhão. O problema é que no ano que vem Ciro Gomes deve concorrer à presidência.

Ciro Gomes interrompe pré-candidatura à Presidência

Ciro Gomes

Ciro Gomes anunciou em suas redes sociais que sua candidatura à presidência do país, em 2022, está suspensa. O cearense tomou essa decisão após o seu partido, o PDT, ter apoiado a PEC dos Precatórios, que foi aprovada na Câmara dos Deputados. “Há momentos em que a vida nos traz surpresas fortemente negativas e nos coloca graves desafios. É o que sinto, neste momento, ao deparar-me com a decisão de parte substantiva da bancada do PDT de apoiar a famigerada PEC dos Precatórios”, disse Ciro gomes. Durante a votação da PEC, 24 deputados do PDT participaram, 15 votaram a favor e 6 contra. Ciro Gomes disse ainda que a bancada do partido dele deve reavaliar sua posição. A PEC deve passar pelo segundo turno de votação na câmara. E depois de aprovada também do senado, o instrumento vai possibilitar a realização do auxílio Brasil de $400, programa que substitui o Bolsa Família.

Deputado estadual Rafael Leitoa é expulso de grupo do PDT

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O deputado estadual Rafael Leitoa foi expulso do grupo de Whatsapp dos membros do Diretório do PDT no Maranhão. Líder do governo Flávio Dino na Assembleia Legislativa, o deputado pode ser a primeira vítima da disputa entre o senador Weverton Rocha, mandatário da legenda no estado, e do vice-governador Carlos Brandão pelo governo em 2022. Leitoa filiou-se ao partido quando tinha 16 anos de idade. A expulsão do grupo surpreendeu o parlamentar que pretende recorrer ao presidente nacional Carlos Lupi.  “Ele tem que saber o que está acontecendo. Sou expulso de grupos de WhatsApp do diretório municipal do PDT. Poderiam logo tentar fazer um processo legal e correto como partido democrático que é”, afirmou Rafael Leitoa ao jornal O Imparcial. Ação pode agilizar saída do deputado estadual do partido e embarque definitivo no grupo do vice-governador Carlos Brandão.

Secretário Jefferson Portela está prestes a se filiar ao PDT

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Titular da Secretaria de Segurança Pública do Estado do Maranhão, Jefferson Portela, está prestes a efetivar filiação ao PDT. De saída do PCdoB com finalidade de disputar às eleições de 2022 para deputado federal, Jefferson Portela deve ter bastante atenção onde pisa já que sua migração seria uma forma do grupo do parlamentar Weverton Rocha neutralizar um forte nome da base do governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), e do concorrente do senador pedetista na pré-candidatura ao governo do Estado, vice-governador Carlos Brandão (PSDB). Além do mais, pessoas próximas ao secretário observam que ele não terá apoio esperado e necessário de integrantes do PDT, que terão outras preferências.

Edivaldo Holanda Jr anuncia saída do PDT e debilita Weverton

EDIVALDO E WEVERTON

Por meio de publicação nas redes sociais, Edivaldo Holanda Júnior, ex-prefeito da cidade de São Luís, anunciou sua saída do partido PDT na manhã desta sexta-feira (7). “Agradeço o carinho e apoio que recebi no PDT durante os cinco anos de convivência muito respeitosa. Sigo novos rumos a partir de agora, mas ressalto que permanecem a admiração e amizade. O meu muito obrigado ao presidente estadual, @wevertonsenador com quem me reuni ontem; ao presidente municipal, vereador @raimundopenha, e aos demais membros da direção no estado e capital. De maneira muito especial, agradeço a aguerrida militância pedetista pela caminhada até aqui, lutando sempre em defesa do melhor para a nossa querida São Luís. Um grande abraço a todos”, publicou. A saída de Holandinha do Partido Democrático Trabalhista (PDT) prejudica a consolidação da base de Weverton Rocha na capital maranhense em sua intenção de ser candidato ao governo do Maranhão em 2022.

PSB declara apoio ao PDT para Governo do Maranhão

PSB e PDT

Luciano Leitoa, presidente do PSB no Maranhão, anunciou que o senador Weverton Rocha (PDT) tem apoio do partido PSB para o Governo do Estado em 2022 com o objetivo de manter o projeto implantado desde 2014 no Estado. Logo, os socialistas se juntam ao bloco trabalhista que contam com presença dos partidos Cidadania, DEM e Republicanos. O PSL também deve ingressar na coligação, mas aguarda transição do deputado Pedro Lucas Fernandes que deve comandar o partido.

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