Jefferson Portela não é mais secretário da SSP/MA

O delegado da Polícia Civil Jefferson Portela entregou ao governador Flávio Dino (PSB) o seu pedido de exoneração da Secretaria de Segurança Pública do Maranhão. Pré-candidato a deputado federal, Jefferson Portela decidiu apoiar a pré-candidatura do senador Weverton Rocha (PDT) e a sua saída poderia ocorrer antes de 31 de março, conforme antecipado pelo Blog. Por conveniência política e para iniciar atividades de sua pré-campanha em busca de uma vaga na Câmara dos Deputados, nesta eleições, o chefe do Sistema de Segurança Pública decidiu se antecipar sua saída. Portela era considerado um dos nomes da linha de frente da gestão do governador Flávio Dino (PSB). Agora, com sua saída, especula-se que o possível substituto para comandar uma das pastas mais desafiadoras da administração estadual é o coronel da Polícia Militar, Sílvio Leite, atual chefe do Gabinete Militar do Palácio dos Leões. No entanto, segundo informações, há o dilema de um militar no comando da Polícia Civil, o que causaria problemas para o governo. O impasse, entretanto, pode ser contornado por se tratar de uma interinidade. A expectativa é que, no máximo até este sábado (5), Flávio Dino deve fazer o anúncio.
Francisco Nagib divulga nota esclarecendo apoio a Brandão

O atual diretor-geral do Detran e ex-prefeito de Codó, Francisco Nagib, divulgou nota explicando o motivo do seu apoio à pré-candidatura do vice-governador Carlos Brandão ao governo do Maranhão. Em nota, Nagib indicou que está de saída do PDT, partido pelo qual foi eleito prefeito de Codó e chegou ao Detran na gestão do governador Flávio Dino. Na oportunidade, o pré-candidato a deputado estadual diz acreditar que Carlos Brandão será melhor para Codó e um sinal de lealdade ao grupo que o apoiou. Veja a nota na íntegra: “Tomar posição, por vezes difícil, faz parte da vida do político. Desde que ingressei na vida pública, venho buscando fazê-la de acordo com os interesses de minha base política. A minha decisão de seguir a orientação do governador Flávio Dino e apoiar, a partir de agora, a pré-candidatura de Carlos Brandão ao Governo do Maranhão é, em primeiro lugar, o que acredito ser melhor para Codó, e um sinal de lealdade ao grupo que sempre me apoiou. Quando fui prefeito de Codó, recebi inúmeras obras do governador Flávio Dino, transformei a vida de muita gente, e mesmo não sendo mais gestor municipal, Codó segue sendo beneficiada pelo governo e precisa continuar recebendo atenção nas áreas da saúde, educação e geração de emprego e renda. E não apenas Codó, mas todo o estado precisa continuar avançando. É inegável que temos um Maranhão antes e depois da gestão de Flávio Dino. Agradeço ao PDT por garantir a legenda pela qual me tornei prefeito de Codó e, em comum acordo com Flávio Dino, me aceitar como diretor-geral do Detran-MA, ao qual me dedico ao máximo para levar serviços eficientes ao povo maranhense. Sempre honrei a confiança depositada em mim pelo PDT. Em 2020 demonstrei gestos de humildade, desapego e lealdade quando abri mão da minha candidatura à reeleição. Agora, me sinto comprometido a continuar acompanhando o grupo político do governador Flávio Dino e do próximo governador Carlos Brandão, pela minha cidade e pelo Maranhão. Francisco NagibDiretor-geral do Detran-MA e pré-candidato a deputado estadual”.
Francisco Nagib abandona Weverton e apoia Carlos Brandão

O diretor do Departamento Estadual de Trânsito, Francisco Nagib (PDT), deixou o projeto eleitoral do presidente estadual do seu partido, senador Weverton Rocha, para apoiar a pré-candidatura de Carlos Brandão (PSDB). O anúncio do apoio ao vice-governador, nome escolhido por Flávio Dino (PSB) para a disputa pela sua sucessão em 2022, foi realizado através de uma postagem nas redes sociais do deputado Federal, Marcio Jerry, onde aparecem de mãos dadas fazendo público o apoio a pré-candidatura de Brandão ao cargo de governador do Maranhão. Inclusive, Nagib alegou que vai procurar outro caminho com orientação do deputado licenciado e presidente do PCdoB no Maranhão, Márcio Jerry. “Procurarei orientação do nosso deputado de Codó, Márcio Jerry. Procurarei o melhor caminho, melhor partido para contribuir para que o Maranhão continue caminhando no destino certo que é o governo Flávio Dino, as políticas públicas do governo Flávio Dino, que irá dar continuidade com o nosso futuro, próximo governador Carlos Brandão”, declarou. Nagib ocupa atualmente a direção do DETRAN por indicação do PDT, pasta comandada no Maranhão pelo partido de Weverton Rocha.
Márcio Honaiser pede exoneração da Sedes e retorna a ALEMA

O deputado estadual Márcio Honaiser, titular da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (Sedes), protocolou nesta quinta (27) seu pedido de exoneração do cargo de secretário. Com o ato, ele retorna para Assembleia Legislativa, assim que o recesso acabar, para acompanhar o ano legislativo. “Fechamos este ciclo a frente da Sedes com o sentimento de gratidão a todos que estiveram ao nosso lado nesta caminhada. O trabalho em prol da população maranhense continua agora na Assembleia Legislativa”, disse Márcio Honaiser. Desde 2019, quando assumiu a pasta, Márcio Honaiser participou de ações como entregas de Restaurantes Populares, Vale Gás para 120 Mil famílias, implementação do Banco de Alimentos, Tarifa Social de Energia Elétrica, novas modalidades no Programa Mais Renda como Costuraria e Confeitaria e Auxílio Cuidar para crianças e adolescentes, entre outras. De acordo com o então ex-secretário, essas ações visam a melhoria na qualidade de vida da população em situação de vulnerabilidade social, principalmente durante o período de pandemia. “Nossa satisfação é ver que uma família consegue fazer uma alimentação saudável diariamente, graças a implantação de um restaurante popular. Que uma família consegue ter acesso as políticas públicas através do Cras e do Creas de sua cidade. Que um pai ou uma mãe de família consegue ter um equipamento profissional para tirar o sustento da sua família. São pequenas ações que fazem a diferença na vida dessas pessoas”, afirmou Márcio Honaiser. Segundo informações, o pedido de exoneração é resultante de uma determinação do pré-candidato ao governo do Maranhão, senador Weverton Rocha, que decidiu pedir a todos do PDT para que deixem os cargos no governo Flávio Dino. Outro que também deve deixar a gestão socialista é o ex-prefeito de Codó e atual diretor-geral do Departamento Estadual de Trânsito do Maranhão (Detran-MA), Francisco Nagib.
Weverton Rocha confirma que está com o novo coronavírus

O senador Weverton Rocha (PDT) anunciou, por meio de suas redes sociais, que testou positivo para Covid-19. O pedetista disse ainda que após fazer teste de rotina, acabou confirmando seu contágio. Pelas redes, o parlamentar afirmou que após exame de teste que faz a cada 10 dias e o que realizou nesta quarta (10) confirmou que ele está com o novo coronavírus. O pedetista estava visitando comunidades que foram atingidas pela enchente na cidade de Imperatriz. De acordo com o senador, a agenda foi suspensa e retornou para Brasília para ficar em isolamento. Weverton Rocha confirmou que tomou duas doses do imunizante contra o novo coronavírus e que está, se sente bem e sem sintomas. “Fiz hoje exame de rotina para Covid-19, que repito a cada 10 dias. Para minha surpresa, deu positivo. Estava em Imperatriz, onde visitei famílias atingidas por enchente, sempre de máscara. De imediato, suspendi agenda e voltei a Brasília para ficar em isolamento. Tomei as duas doses da vacina. Estou sem sintomas e me sentindo bem. Qualquer notícia nova vou avisando por aqui.“
O que é a federação de partidos de esquerda e como Lula pode se beneficiar dela

Além da aliança com o ex-governador Geraldo Alckmin (sem partido), o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aposta numa federação de partidos de esquerda para ampliar a construção de sua candidatura ao Palácio do Planalto em 2022. Além do PT, a aliança pode contar com a adesão do PSB, PCdoB, Psol e PV. A possibilidade de criação de federações partidárias foi aprovada pelo Congresso Nacional durante a reforma eleitoral deste ano. A nova lei permite que dois ou mais partidos se unam, funcionando como se fossem uma única legenda por uma legislatura. Diferentemente das coligações, os partidos federados precisam permanecer unidos de forma estável durante pelo menos os quatro anos do mandato legislativo e seguir as mesmas regras do funcionamento parlamentar e partidário. Além disso, a federação ocorre de forma nacional, estadual e municipal. De acordo com a presidente nacional do PT, deputada Gleisi Hoffmann (PR), as discussões para formar a federação partidária de esquerda já foram abertas, mas uma definição só deve ocorrer em março de 2022. “A federação é um desafio pra nós, porque é um instituto novo. Nós estamos agora estudando melhor como se faz na prática a composição”, afirma. Integrantes do PT passaram a defender a federação como forma de eleger uma grande bancada de esquerda para o Congresso Nacional. A expectativa do grupo é eleger ao menos 100 deputados e pelo menos 30 senadores. “A projeção que a gente faz apenas do PT já ampliaria a nossa bancada. Com a federação, há o potencial de ampliar mais a bancada deste campo [a esquerda]”, afirma a presidente do PT. Na avaliação dos petistas, a federação, além de palanques e de tempo de propaganda no rádio e na TV, também pode garantir a Lula uma viabilidade política maior com o Congresso em caso de vitória nas urnas. De acordo com aliados de Lula, as projeções e negociações estão sendo feitas com base nas pesquisas eleitorais. No último levantamento Datafolha, de dezembro, o petista apareceu na liderança da corrida eleitoral com 48% das intenções de voto, seguido pelo presidente Jair Bolsonaro (PL), que somou 22%. PSB é o partido com maior impasse sobre a federação com o PT Apesar da ofensiva do PT, a construção de candidaturas aos governos estaduais já impõe resistências dentro de alguns partidos de esquerda para a formação de uma federação partidária da esquerda. No Espírito Santo, por exemplo, o governador Renato Casagrande (PSB) pretende disputar a reeleição. Ele já sinalizou que entende que não seria beneficiado pelo apoio do PT no estado. Além disso, o senador Fabiano Contarato se filiou recentemente ao partido de Lula e não descarta entrar na disputa contra Casagrande. Além disso, o imbróglio sobre a candidatura ao governo de São Paulo segue sendo outro empecilho entre o PT e o PSB. Enquanto o partido de Lula resiste em abrir mão da candidatura de Fernando Haddad ao Palácio dos Bandeirantes, o PSB quer lançar Márcio França. “Nós seguiremos insistindo que o PT se concentre na eleição presidencial e não queira disputar com o PSB os governos estaduais. Se essa postura for mantida pelo PT, a federação não existirá”, afirma o presidente do PSB, Carlos Siqueira. Além do Espírito Santo e de São Paulo, o PSB quer que o PT abra mão de candidaturas próprias aos governos do Rio de Janeiro, Pernambuco e Rio Grande do Sul. Enquanto tenta dissuadir os impasses com o PSB, o PT já pavimentou a federação com outras siglas. No PV, por exemplo, o apoio ao ex-presidente petista foi aprovado pela maioria dos diretórios estaduais. “Quem fez gestos de ampliação do leque de forças foi a pré-candidatura de Lula. A chapa Lula-Alckmin representa a frente democrática que irá vencer o autoritarismo, tirando Jair Bolsonaro da Presidência da República”, afirmou o presidente nacional do PV, José Luiz Penna. No Psol, houve deliberação para conversas sobre união com PCdoB e Rede. Outras propostas de federação, incluindo PT, PCdoB e Rede, ainda estão sendo analisadas pelas instâncias nacionais da legenda. Mas a possível entrada do ex-tucano Geraldo Alckmin na chapa de Lula, como candidato a vice, é um entrave para o Psol se aliar com o PT. Integrantes do partido inclusive já cogitam lançar candidatura própria à Presidência – o que até então estava descartado para apoiar Lula. Federação de esquerda preocupa bancada do PDT As negociações para a federação entre o PT e outros partidos de esquerda acenderam um alerta na bancada de deputados do PDT, que tem Ciro Gomes como pré-candidato à Presidência. Com o fim das coligações proporcionais, parlamentares pedetistas acreditam que terão dificuldades para renovar seus mandatos diante da união dos demais partidos de esquerda. Estagnado nas pesquisas eleitorais, Ciro Gomes vem sendo pressionado por alguns diretórios estaduais do PDT para que abra mão de sua candidatura ao Palácio do Planalto. Com isso, o partido poderia discutir sua entrada na federação com os demais partidos de esquerda. A cúpula da legenda, no entanto, é favorável à manutenção do nome do pedetista. “Não [há chance de desistir], a minha candidatura não me pertence. Eu antes queria muito ser presidente do Brasil, mas vendo que o nosso país está passando, eu agora preciso salvar o Brasil. Preciso juntar todo mundo que tenha boa vontade para salvar esse país desse desastre que está aí”, disse Ciro Gomes recentemente durante evento em Ribeirão Preto, no interior de São Paulo. A expectativa da bancada, no entanto, é de que Ciro Gomes leve sua pré-candidatura até o final do primeiro trimestre, mas que assuma o compromisso de abrir mão do pleito caso não cresça nas pesquisas eleitorais. As federações partidárias devem obter registro de estatuto até seis meses antes das eleições, mesmo prazo definido em lei para que qualquer legenda esteja registrada e apta a lançar candidatos. Apesar da pressão, Ciro Gomes afirma que a federação não seria boa para o PDT. “Para nós uma federação é ruim, porque queremos afirmar princípios, ideias, projetos (…). Federação é um ajuntamento de quem só pensa em eleger-se”, diz o pedetista.
Ex-secretário Canindé Barros morre em São Luís

Canindé Barros, o mais longevo secretário municipal de Trânsito e Transporte de São Luís, morreu neste domingo (26). Engenheiro civil por formação, Canindé foi uma espécie de eminência parda no setor nos últimos 30 anos. Ele enfrentava sérios problemas de saúde nas últimas semanas e faleceu no hospital São Domingos. Aos 70 anos, Canindé foi efetivado como secretário pela primeira vez em 2002, pelo ex-prefeito Tadeu Palácio. Até 2020 Canindé teve participação direta em todas as gestões. Ele ocupou o cargo de secretário na gestão do ex-prefeito João Castelo e do ex-prefeito Edivaldo Holanda Jr. Polêmico, Canindé foi responsável pela consolidação dos terminais da integração e pela unificação do sistema de transporte na capital. O ex-secretário também tinha sua influência no setor questionado e foi apontado, por diversas vezes, como obstáculo para a modernização dos modais de transporte. Canindé era um dos convocados para investigar a CPI dos Transportes na Câmara de São Luís, que pretende examinar a licitação do sistema na gestão de Edivaldo Holanda Jr. Por motivos de saúde, Canindé não chegou a ser ouvido.
Rede Sustentabilidade anuncia apoio ao senador Weverton

Nesta quinta-feira (23), o partido Rede Sustentabilidade declarou apoio ao projeto de pré-candidatra do PDT ao Governo do Estado, encabeçado pelo senador Weverton Rocha. Por meio de nota, a Executiva Estadual da Rede Sustentabilidade declarou que “[…] Weverton Rocha consegue reunir as credenciais necessárias para levar adiante projetos exitosos que já estão em andamento e avançar naquilo que é necessário para trazer mais desenvolvimento econômico e justiça social para os maranhenses, com uma visão alinhada aos preceitos ideológicos defendidos pela Rede Sustentabilidade. Estamos prontos para contribuir com o projeto ‘Maranhão Mais Feliz’, que temos certeza será vitorioso”. Acompanhado de membros do partido e do pré-candidato a deputado federal Jeisael Marx, o parlamentar se manifestou. “Temos identidade na visão do mundo que queremos e no desejo de trazer desenvolvimento com justiça social para o Maranhão. E será um prazer lutarmos juntos para construir essa realidade.” afirmou Weverton.