Presidente da UJS no Maranhão acusado de cometer abuso sexual

O presidente da União da Juventude Socialista (UJS) no Maranhão está sendo acusado de tentativa de estupro. A denúncia afirma que o estudante Eduardo Correa promoveu agressões seguidas por uma tentativa de estupro no dia 14 de agosto às 4:30h. A denúncia foi seguida por uma série de acusações que vão desde furto de patrimônio público a montagem de sites falsos que espalham fake news. A ACUSAÇÃO Tanto Eduardo quanto a vítima trabalham na Secretaria Extraordinária da Juventude do Estado do Maranhão. No dia 14 de agosto de 2021, estavam em uma confraternização com outros colegas de trabalho. Em determinado momento, Luiz Eduardo pediu a vítima para ficar em sua casa até as 04h, alegando que viajaria para o interior do Estado. Enquanto dormia, ela sentiu Luiz Eduardo passar o pênis em suas nádegas. A vítima acordou chorando e saiu de casa, comunicando o ocorrido a sua companheira. Eduardo Correa, além de ser presidente da UJS (juventude partidária do PCdoB), também é funcionário do governo Flávio Dino. Ele trabalha na Secretaria de Estado dos Direitos Humanos e Participação Popular (SEDIHPOP). O governo não se manifestou em relação às acusações contra Eduardo até agora. Apesar da gravidade das acusações, Eduardo Correa está sendo protegido por uma operação que pretende abafar o escândalo e desmerecer as acusadoras. Após a denúncia ganhar as redes sociais, Eduardo Correa foi alvo de uma série de outras acusações. Entre elas, aparece o fato de que é acusado de agressão e outros casos de cunho sexual. Ativista digital, o jovem ainda é acusado de criar anônimos para propagar fake news, além de responder por furto de patrimônio da UFMA na Polícia Federal. O caso, que não é o primeiro envolvendo membros da juventude esquerdista UJS, surpreendeu parte da desinformada militância progressista jovem de São Luís. Apesar da surpresa de alguns, outros trataram a situação como algo corriqueiro na história da juventude conhecida por situações que vão desde escândalos de corrupção, abuso sexual, propagação de discurso de ódio e violência física. Na Universidade Federal do Maranhão a facção é conhecida pela violência de suas ações. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por UJS MARANHÃO (de ) (@ujsmaranhao) DISCURSO PARA INOCENTE O tipo de discurso empregado por grupos de extrema esquerda como a UJS infelizmente ainda encontra abrigo entre muitos jovens. Principalmente entre universitários. Como ex-membro da UJS nos anos 2000 (20 anos atrás) afirmo que não foram poucas as vezes em que presenciei casos de preconceito e abusos quando em particular. Aliás, essa é uma marca do movimento: a discrepância entre o que se diz em público e o que se faz no privado. O desrespeito por mulheres na UJS é algo corriqueiro entre seus líderes. Não raro, as novas militantes são tratadas como brinquedos sexuais que merecem provar o valor para que ascendam na hierarquia. O emprego da violência enquanto arma política também é corriqueiro. Nos anos 2000 a pancadaria entre grupos estudantis de esquerda (PT, PSTU, PSOL e PCO) era normal nas universidades federais do país. Toda eleição de DCE em que essas forças esquerdistas disputavam terminava em algum tipo de violência. Infelizmente a versão de si mesmos supera o que são de verdade. E acabam se tornando a opção política de jovens que, poucos na os depois, descobrem o que realmente acontece. Daí o número elevado de ex-membros.
Rubens Jr é exonerado um mês após reunião para espionar prefeitos

Rubens Pereira Júnior (PCdoB) foi exonerado do cargo de secretário de Estado de Articulação Política (SECAP). O afastamento de Rubens acontece um mês após a divulgação de vídeo em que o comunista aparece solicitando a funcionários da Secap que espionassem prefeitos do interior do Maranhão. Interlocutores do PCdoB reclamaram da atuação de Rubens na secretaria. Segundo eles, a atuação do comunista na secretaria era “vexatória”. “Nunca participou de uma reunião decisiva. Ele nunca foi secretário de fato”, disse uma fonte do PCdoB. Além disso, a fonte consultada também afirmou que a atuação de Rubens Jr na secretaria era completamente independente. “Tudo aquilo saiu única e exclusivamente da cabeça dele”, disse. As declarações, de certa forma, eximem a cúpula do governo de responsabilidade em relação à desastrosa reunião protagonizada por Rubens Jr em que o secretário solicitou aos funcionários que espionassem prefeitos.
Flávio Dino desidrata PCdoB que deve voltar a ser nanico no Maranhão

Tudo indica que o PCdoB deve retornar ao ligar de partido nanico na política maranhense. Após a filiação de Flávio Dino no PSB, uma série de “comunistas” também estão deixando a legenda e buscando filiação no novo partido do governador. Depois de o governador Flávio Dino filiar-se ao PSB, um desembarque em massa de auxiliares dele também ocorrerá no partido. Amanhã (8) devem se filiar ao partido os secretários Rogério Cafeteira (Esporte), Catulé Jr. (Turismo) e Marcos Pacheco (Políticas Públicas) e a presidente do Procon-MA, Karen Barros. Na semana passada o deputado estadual Duarte Jr também filiou-se ao partido. O secretário de Articulação Política, Rubens Jr, confidenciou ao jornalista John Cutrim que pode trocar o PCdoB pelo PSB. Dada a velocidade das saídas, é provável que até o fim do ano apenas o secretário Márcio Jerry continue na sigla, que irá retornar ao lugar que sempre ocupou na política local: o de partido pequeno.
Partido Novo se une a PT e PSOL por impeachment de Bolsonaro

O Partido Novo embarcou definitivamente no bloco esquerdista que faz oposição ao presidente Jair Bolsonaro e decidiu apoiar formalmente o impeachment. Como justificativa, o partido afirma que Bolsonaro é culpado pelo avanço da pandemia da Covid-19. “Na avaliação do Novo, alguns dos crimes cometidos são omissões e péssimas ações na gestão da pandemia, descaso com a aquisição das vacinas e possível prevaricação em denúncia de esquema de corrupção na compra do imunizante Covaxin”, diz nota divulgada pelo partido. Segundo o presidente do partido, Eduardo Ribeiro, as recentes suspeitas com relação à compra de vacinas pesaram na decisão. “Não bastasse o descaso com a compra das vacinas, surge então a suspeita de um grande esquema de corrupção, o que é completamente inaceitável”, diz Ribeiro.
Nem o PCdoB escapou de ser traído por Flávio Dino

Em 2006 o então ex-juiz Flávio Dino foi eleito sem praticamente fazer campanha com a ajuda do governador José Reinaldo Tavares e do candidato Jackson Lago. Pouco tempo depois o mesmo Flávio Dino foi alçado apoiado para as eleições em São Luís por Jackson Lago. Em 2010 Flávio Dino iniciou uma jornada de traições que teve como primeira vítima o ex-governador Jackson Lago e, 11 anos depois, alcança seu ápice com a traição ao próprio partido, o PCdoB. A LISTA Zé Reinaldo, responsável pelo nascimento político de Flávio Dino, foi defenestrado do grupo do comunista e abandonado por anos. Ao longo dos últimos anos Dino se colocou em lados opostos ao do mentor. Principalmente nas eleições da capital, São Luís. O auge aconteceu nas eleições de 2018, quando Zé Reinaldo foi implodido politicamente sem que Flávio Dino levantasse uma palha para ajudá-lo. Jackson Lago, talvez a figura mais emblemática da esquerda maranhense, foi sabotado por Flávio Dino nas eleições de 2010. O comunista espalhava o boato de que Jackson era inelegível e aleijou sua candidatura. A intenção de Flávio Dino era destruir a imagem de Jackson e assumir o seu lugar como principal opositor ao grupo Sarney. Plano que foi bem-sucedido. Até hoje a família de Lago culpa Flávio pelo ocorrido. Em 2008 Flávio Dino teve o segundo impulso na carreira política. Ao ver que seu candidato, Clodomir Paz, não iria decolar, o prefeito Tadeu Palácio apostou todas as fichas no novato Flávio Dino. Tadeu apoiou Flávio contra a vontade do governador Jackson Lago e contra a vontade do PDT. Flávio perdeu a eleição e em 2012, quando Tadeu pediu ao comunista que o apoiasse, Dino recusou o apoio que fatalmente resultaria na eleição de Tadeu elegeu Edivaldo Holanda Jr. Antes de filiar-se ao PCdoB, Flávio Dino foi membro do PT. Eram constantes os elogios ao partido e a figura do ex-presidente Lula. Contudo, nas eleiçoes de 2014 Flávio Dino posou com Aécio Neves em convenção do PSDB e manifestou apoio ao tucano que enfrentava Dilma. Após ser eleito no 1º turno, Dino “mudou a chave” e traiu o PSDB ao embarcar, sem nenhum pudor, na campanha de Dilma. Recentemente o senador Weverton Rocha, responsável por toda a articulação que fez o PDT embarcar no projeto de Flávo Dino e sacramentar sua primeira eleição em 2014, também foi traído. Weverton manifestou o desejo de ser candidato ao governo em 2022. Após analisar o cenário, o senador decidiu adiar os planos e indicar o vice na chapa de Brandão. Como o tucano deve assumir o governo no ano que vem, irá disputar a reeleição. Isso abriria caminho para Rocha disputar a eleição em 2026. Flávio Dino recusou a proposta e trata Weverton como adversário desde então. Luciano Leitoa, ex-mandatário do PSB no estado, foi por toda a trajetória de Flávio Dino um de seus principais apoiadores no sul do Maranhão. Nesta semana Leitoa teve o partido assalto por Flávio Dino que articulou sua filiação e a deposição de Leitoa do cargo. ATÉ O PCdoB Após ser eleito no PCdoB, ser alçado ao cargo de maior liderança do partido no país e contar com toda a estrutura partidária para si por décadas, Flávio Dino deixou o PCdoB. Em suas entrevistas na nova legenda o governador evita citar o PCdoB. A saída, para manter a tradição, também abriga uma traição. Flávio Dino havia combinado de esperar a votação no plenário da Câmara dos Deputados um projeto do Senado, de autoria de Renan Calheiros (MDB-AL), que permite a dois ou mais partidos se reunirem em uma federação para que ela atue como se fosse uma única sigla nas eleições. Nanico, o PCdoB corre o risco de acabar se não atingir uma votação mínima nas eleições gerais de 2022 (que é de 2% do eleitorado). Caso isso aconteça e o PCdoB não atinja essa votação, perderá recursos públicos, tempo de TV e estrutura na Câmara. Ao invés de ajudar o partido, Flávio Dino apenas abandonou a legenda e mudou-se para outra que pode ser mais útil. Nos grupos do partido o governador já é tratado como aquilo que é: um político traidor. E assim vai sendo forjada uma carreira política baseada no uso das pessoas e instituições e no descarte dessas mesmas pessoas e instituições quando elas perdem utilidade para o projeto pessoal de governador.
Deputados do PCdoB atuaram para facilitar importação da Covaxin

A Medida Provisória que permitiu a importação da vacina indiana CovaXin teve a participação de dois deputados do PCdoB, partido de oposição a Jair Bolsonaro. A compra dos medicamentos tem sido tratada na CPI da Covid-19 como o primeiro escândalo de corrupção do governo federal após dois anos e meio de gestão. A oposição tenta emplacar a tese de que a MP 1.026 foi plantada pelo Governo Federal para facilitar uma futura compra da vacina indiana pelo governo. O problema é que dezenas de parlamentares da oposição apresentaram emendas que muito mais amistosas para a entrada de imunizantes estrangeiros no Brasil. Entre eles, dois membros do PCdoB> O deputado comunista Orlando Silva e da deputada Perpétua Almeida, ambos do PCdoB, apresentaram emenda ao texto da Medida Provisória que facilitava a importação da CovaXin. A emenda dos deputados afirmava que a aprovação pela agência de saúde da Índia iria dispensar a análise do medicamento pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a ANVISA. Escandalizados hoje com a suposta “pressão” do presidente Jair Bolsonaro pela compra da vacina, os parlamentares apresentaram meses atrás uma proposta que iria abrir as portas do Brasil para o imunizante. Abaixo uma das emendas.
Dino deixa PCdoB com inviabilidade das Federações Partidárias

O governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), já pensa em deixar o Partido Comunista do Brasil caso as Federações Partidárias não sejam aprovadas. “A minha posição permanente a mesma: defesa da aprovação da Federação na Câmara. Aí PCdoB e PSB podem eventualmente fazer uma Federação […] Qualquer movimentação está dependendo da minha posição principal: a defesa da federação, tese que defendo desde 2007”, afirmou o comunista. Esse mecanismo autoriza que partidos atingidos pela cláusula de desempenho formem federações com outras siglas para atuarem de forma conjunta no Congresso.
PCdoB irá a falência nas eleições de 2022

Diante das dificuldades para manter atividades parlamentares e atingir desempenho eleitoral necessário, o PCdoB debate seu futuro e busca maneiras de se esquivar da cláusula de desempenho. O Partido Comunista do Brasil visa garantir sua atuação no Congresso sem perder a autonomia e, para isso, está empenhado em integrar uma federação de legendas de esquerda na Câmara e para as próximas eleições. Caso essa articulação não tenha êxito, o PCdoB seria obrigado a já pensa em união com o PSB, mas ainda não há uma posição sobre a situação, que será discutida em breve. A federação de partidos iria funcionar tanto na atividade eleitoral quanto na parlamentar. Conforme esse mecanismo, legendas que não atingirem a cláusula de barreira, isto é, o mecanismo eleitoral que barra o funcionamento parlamentar à sigla que não alcançar determinado percentual de votos, poderão constituir federações com uma única identidade política e se uniriam para atuar como uma coligação mais estável sem abrir mão de sua autonomia, o que lhes garante funcionamento parlamentar. A outra possibilidade é a fusão com o PSB, mas há resistência dentro do PCdoB em abrir mão do nome do partido e o PSB nunca admitiu oficialmente a fusão ou incorporação. Na fusão, as duas siglas se juntam para constituir um novo estatuto. Na incorporação, um dos partidos determina se acata trechos do programa da legenda incorporada. O PSB também não admite uma possível alteração no nome. Com o objetivo de ser mais aceitávei à população brasileira e tentando reunir todos contra o presidente da República, Jair Bolsonaro, o PCdoB, tem tentado se afastar do termo “comunismo” e atrair forças do centro político. “A discussão sobre uma mudança de nome já se colocou em vários momento não só no Brasil. Se tem um grande exemplo, é o PCI, Partido Comunista da Itália, que mudou de nome há 20 anos. O próprio PCB virou PPS, e hoje é Cidadania […] independentemente do nome A, B, C ou D, o destino partidário não só do PCdoB está em debate”, afirmou Flávio Dino (PCdoB), governador do Maranhão. Atualmente, o PSB possui uma bancada maior que o PCdoB, pois conta com 30 deputados e uma senadora. Já o Partido Comunista do Brasil tem 7 deputados federais e nenhum senador.