Yglésio crê em acerto com o NOVO nos próximos dias

SÃO LUÍS, 05 de fevereiro de 2024 – O Blog do Linhares teve a oportunidade de discutir a pré-candidatura à prefeitura de São Luís com o deputado estadual Yglésio Moyses. Em meio às negociações com o partido NOVO, o parlamentar demonstrou otimismo, indicando a possibilidade de um acordo nos próximos dias. Segundo Yglésio, as conversas com o NOVO estão avançadas, e a expectativa é de que a decisão final seja tomada em breve. Ele destaca a perspectiva de uma campanha robusta, conduzida por um grupo comprometido com ideias como liberdade econômica, geração de empregos, redução de impostos e melhoria dos serviços públicos. “Vai ser uma campanha belíssima com um grupo de pessoas que acredita na cidade, capitaneada por um presidente jovem, Leonardo Arruda, que demonstra verdadeiro interesse no crescimento do partido. Mais do que o partido crescer, almeja o desenvolvimento das ideias do NOVO.” Na entrevista, o deputado relembrou o desafio enfrentado na eleição passada, quando, filiado ao PROS, teve tempo limitado na televisão. No entanto, ele acredita que a situação é diferente agora, com quatro anos a mais de presença nas redes sociais e uma militância de direita mais engajada. “A direita, muitas vezes, demonstra aversão aos meios tradicionais de comunicação. Acredito que isso não será um problema. Pelo contrário, isso motivará ainda mais nossa militância, nos colocando em uma posição favorável para chegar ao segundo turno.” Questionado sobre a possibilidade de sua postura nas redes sociais, alinhada ao humor, afetar sua credibilidade no futuro, Yglésio argumenta que a abordagem visa aproveitar a comunicação nas redes de forma eficiente. Ele destaca que, ao final de cada mensagem, há uma apresentação séria e coerente de seu trabalho. Mas, assegurou que, durante a campanha, o debate será focado na cidade, sem concessões a adversários por meio de humor ou descontração. Contudo, para divulgar sua candidatura e atrair a atenção do público, ele planeja utilizar com inteligência e eficiência os recursos disponíveis nas redes sociais. O NOVO é considerado uma alternativa para aqueles que buscam romper a polarização entre Braide e Duarte na corrida pela Prefeitura de São Luís, cujo partido se destaca por sua independência de alianças tradicionais. Recentemente, Leonardo Arruda, presidente estadual do NOVO, indicou Diogo Gualhardo Neves como pré-candidato oficial. Entretanto, afirmou que diálogos estavam em andamento com Wellington do Curso, Dr. Yglésio e Simplício Araújo. Caso Yglésio receba sinal positivo do NOVO, ainda deve aguardar análise pelo TSE, sob o risco de infidelidade partidária em imbróglio envolvendo sua saída do PSB. Apesar disso, por unanimidade, o TRE já reconheceu a existência de descriminação e permitiu desfiliação sem perda de mandato. A decisão final do NOVO deve ser tomada após o carnaval.
Novo abre diálogo com lideranças para candidatura em São Luís

SÃO LUÍS, 26 de janeiro de 2024 – O partido Novo, desvinculado das alianças tradicionais no Maranhão, se tornou alvo de atenção para aqueles que buscam romper a polarização Braide vs Duarte na corrida pela Prefeitura de São Luís. De acordo com Diego Emir, o presidente estadual Leonardo Arruda revelou que o pré-candidato oficial é Diogo Gualhardo Neves, mas diálogos estão em curso com os deputados Wellington do Curso e Dr. Yglesio, além do ex-secretário Simplício Araújo. “Se a eleição fosse hoje, nosso candidato seria o professor Gualhardo. Mas estamos em diálogo com diversos nomes, e após o carnaval, tomaremos uma decisão definitiva”, afirmou Arruda. Wellington, livre para filiar-se ao Novo após a incorporação de seu antigo partido, o PSC, pelo Podemos, enfrenta desgaste devido a um processo de cassação relacionado a suposta fraude na cota de gênero. Dr. Yglesio, embora tenha obtido vitória no TRE/MA para sair do PSB, corre o risco de infidelidade partidária caso ingresse no Novo antes da análise pelo TSE. Simplício, ex-presidente do Solidariedade, é visto como uma opção palatável internamente no partido. Entre os filiados do Novo, há defensores para todos os citados, mas a ala histórica e orgânica do partido favorece a permanência de Diogo Gualhardo, autorizado pelo diretório nacional a concorrer ao cargo.
Pré-candidato do NOVO defende privatização da Lagoa da Jansen

SÃO LUÍS, 09 de agosto de 2023 – O historiador e advogado Diogo Gualhardo Neves defendeu a privatização do Parque da Lagoa da Jansen em artigo publicado no Imirante.com. Em seu artigo, Gualhardo fez um pequeno histórico do parque elencou problemas crônicos do lugar. “Segue o Parque Estadual da Lagoa da Jansen a sorte comum das obras entregues e sem manutenção, que tanto caracterizam a nossa amada, mas menosprezada terra”, disse. DESPERDÍCIO Em entrevista ao Ipolítica, Gualhardo afirmou que o Parque da Lagoa da Jansen é desperdício turístico e econômico. “Temos uma área que fica a poucos quilômetros do Centro Histórico e vizinha da praia. Poderia ser um amplo balneário multiuso que englobasse desde gastronomia, à prática esportiva, visitação e balneário. Toda uma estrutura que iria gerar muitos empregos no seu entorno. Só que não.”, disse. Pré-candidato do NOVO para a Prefeitura de São Luís nas eleições de 2024, Gualhardo afirmou que o descaso com o Parque da Lagoa da Jansen deveria envergonhar a classe política maranhense. “Deixar que um cartão postal com tanto potencial econômico seja transformado em depósito de esgoto é uma situação vexatória que deveria enrubescer de vergonha todos os políticos do estado”, criticou. PRIVATIZAÇÃO Questionado sobre como se daria a privatização do parque, Gualhardo explicou que o modelo poderia ser feito por meio de concessão para exploração econômica mediante a investimentos. “A empresa vencedora do processo iria comprometer-se a assumir, cuidar e melhorar as áreas públicas, tratar da despoluição do espelho d´água e explorar economicamente uma parcela das outras áreas”, disse. Indagado sobre a viabilidade da proposta, Gualhardo explicou a situação do Parque Nacional do Iguaçu. “A concessão custou mais de R$ 300 milhões e foram feitos investimentos de outras centenas de milhões. À primeira vista parece caro, certo? Só que por ano são 2 milhões de visitantes a um custo médio de R$ 50. Anualmente o faturamento supera R$ 100 milhões em um contrato de 30 anos”, disse. Diogo acredita que o potencial turístico de São Luís e uma concessão voltada para despoluição iriam ser grandes atrativos. “Se realmente quisesse resolver o problema, o Governo do Estado daria a concessão a custo zero, exigindo apenas a parâmetros rígidos para a despoluição, balneabilidade, requalificação e manutenção das áreas públicas. Isso iria atrair o interesse e os investimentos inexistentes atualmente”, concluiu.
Novo aciona STF contra concessão de canal de TV aberta do PT

BRASÍLIA, 08 de junho de 2023 – O Partido Novo apresentou uma ação ao Supremo Tribunal Federal (STF) para contestar o pedido do Partido dos Trabalhadores (PT) de obter a concessão de um canal de rádio e TV públicos. O presidente do Novo, Eduardo Ribeiro, afirmou que um partido político com concessão de rádio e TV é algo tão absurdo que nem mesmo as ditaduras que o PT admira chegaram tão longe. Já a legenda argumentou que essa iniciativa faz parte dos esforços do PT para consolidar seu projeto de poder. “”Como justificativa (está) a necessidade de o PT ampliar a prestação de contas à população e potencializar formação e incentivo à participação política da população”, justifica o partido […] Pela inovação do pedido, o PT afirma que não há nada na legislação brasileira que impeça a um partido político de pedir concessão pública de rádio e televisão. A definição da outorga cabe à Presidência da República”, argumentou o partido. O PT, por sua vez, justificou seu pedido com a necessidade de prestar contas à população e promover a participação política, acrescentando que não há impedimento legal para que um partido político possua um canal de televisão. O artigo 221 da Constituição estabelece que as emissoras de rádio e TV devem seguir princípios educativos, artísticos, culturais e informativos, além de promover a cultura nacional e regional.
Novo pede suspensão de portaria de Dino sobre redes sociais

A bancada do Partido Novo apresentou um Projeto de Decreto Legislativo (PDL) na Câmara dos Deputados pedindo a suspensão da portaria do ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino (PSB), com medidas que devem ser adotadas pelas plataformas de redes sociais e autoridades contra a disseminação de conteúdo que possa incentivar agressões. De acordo com o partido, a portaria vai além das competências do Poder Executivo, passando “por cima do Legislativo e do Judiciário, regulamentando sobre a moderação de conteúdo nas redes sociais e atribuindo a si mesmo a tarefa de determinar a derrubada de conteúdos”. “O governo não pode se utilizar de episódios tristíssimos de violência nas escolas para instituir na canetada uma portaria com poderes fora de sua competência, que fere ao mesmo tempo direitos dos cidadãos e das plataformas de redes sociais”, disse Adriana Ventura, deputada federal e líder do NOVO na Câmara. Os parlamentares do Novo reforçam que as ações do Governo Lula representam uma usurpação de competência de Poderes e utilizam “conceitos extremamente vagos” para determinar quais tipos de conteúdos devem ser removidos. “O Executivo afronta o equilíbrio dos Poderes, concentrando em si poderes inimagináveis, porque apenas a ele caberia dizer o que é verdade, o que as plataformas devem manter publicado ou não, que procedimento será usado caso elas ‘violem’ a portaria (procedimento que nem está previsto na portaria), quais sanções serão aplicadas (que também não estão previstas na portaria)”, diz o Projeto de Decreto Legislativo apresentado pelo Novo. A legenda também destaca a ausência de competência e previsão legal do Executivo para realizar o procedimento administrativo ou punir às redes sociais, e muito menos para realizar uma possível quebra de sigilo de dados. “(…) a Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) não tem competência legal para obter esses dados. Como dito anteriormente, a Portaria inova completamente na ordem jurídica e não possui qualquer embasamento legal”, diz a ação da legenda.
Zema desiste de almoçar com Lula para inaugurar biblioteca

Apesar de participar de reunião com Lula (PT) na manhã desta sexta (27 de janeiro), o governador de Minas Gerais Romeu Zema (NOVO) desistiu de participar do almoço entre o presidente e demais governadores de estado e do Distrito Federal, nesta sexta (27 de janeiro). Zema foi um dos primeiros a deixar o Palácio do Planalto após reunião entre presidente e governadores no Palácio do Planalto. Ele saiu do local sem falar com a imprensa para cumprir uma agenda em Belo Horizonte. A justificativa dada pela assessoria do governador foi que ele iria participar da reinauguração da Biblioteca Pública Estadual de Minas Gerais, localizada no Circuito Praça da Liberdade. Embora o evento não constasse na agenda oficial de Zema até às 13h30, mais cedo o governo já havia enviado release falando da presença do governador na solenidade. Dias atrás Zema afirmou, em entrevista à rádio “Gaúcha”, que a gestão de Lula teria feito “vista grossa” no dia 8 de janeiro para permitir a invasão e depredação de prédios públicos na capital federal para depois posar de vítima. A fala gerou forte reação de ministros do governo e parlamentares da base aliada do petista.
Conheça os 11 pré-candidatos à Presidência

O 1º turno das próximas eleições presidenciais será em 2 de outubro de 2022. Até a última sexta (25), o Poder360 contabilizou 11 pré-candidatos para a disputa presidencial. A última pré-candidatura apresentada à Presidência da República foi a da socióloga Vera Lúcia Pereira Da Silva Salgado. O PSTU (Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado) oficializou no penúltimo sábado (19) o seu nome ao Planalto. Além do PSTU, o PDT, o PSDB, o Novo, o MDB e o Unidade Popular também oficializaram as suas pré-candidaturas. Faltam, agora, o PL, o PT, o União Brasil e o Podemos lançarem os nomes que disputarão oficialmente a corrida eleitoral.
Partido Novo se une a PT e PSOL por impeachment de Bolsonaro

O Partido Novo embarcou definitivamente no bloco esquerdista que faz oposição ao presidente Jair Bolsonaro e decidiu apoiar formalmente o impeachment. Como justificativa, o partido afirma que Bolsonaro é culpado pelo avanço da pandemia da Covid-19. “Na avaliação do Novo, alguns dos crimes cometidos são omissões e péssimas ações na gestão da pandemia, descaso com a aquisição das vacinas e possível prevaricação em denúncia de esquema de corrupção na compra do imunizante Covaxin”, diz nota divulgada pelo partido. Segundo o presidente do partido, Eduardo Ribeiro, as recentes suspeitas com relação à compra de vacinas pesaram na decisão. “Não bastasse o descaso com a compra das vacinas, surge então a suspeita de um grande esquema de corrupção, o que é completamente inaceitável”, diz Ribeiro.