Nikolas Ferreira apresenta notícia-crime contra Juscelino Filho

O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) protocolou nesta terça (11) uma notícia-crime no Supremo Tribunal Federal (STF) contra o ministro das Comunicações, Juscelino Filho. O deputado solicita que seja apurada as denúncias reveladas pelo Estadçao de que o ministro teria empregado o gerente do haras de sua irmã em Vitorino Freire (MA) e seu piloto de avião particular nas contas da Câmara dos Deputados. “Protocolei uma notícia crime no STF para que o Ministro das Comunicações seja investigado pelo crime de peculato, por usar seu assessor, pago com dinheiro público, para trabalhar em fazendas de sua família. Mais um crime na sua lista de escândalos. Que a justiça seja feita”, publicou no Twitter o deputado. No documento, o Nikolas Ferreira pede que os fatos sejam investigados “com a abertura de investigação para eventual responsabilização do ora noticiado Ministro das Comunicações nas esferas cíveis, administrativas e criminal”. Este caso se junta a outros revelados pelo Estado de S. Paulo que indicam desvio de verba pública por Juscelino, hoje comandando o Ministério das Comunicações com orçamento de mais de R$ 3 bilhões. Recentemente, o jornal mostrou que o piloto da aeronave e o gerente do haras de Juscelino são pagos até hoje com verba da Câmara. Eles estão lotados no gabinete do suplente do ministro, mas dão expediente mesmo nas propriedades de Juscelino.
Randolfe denuncia Bolsonaro no STF por prevaricação

O senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), entrou com uma notícia-crime nesta segunda-feira (28) para que o presidente da República seja investigado pelo crime de prevaricação no caso da aquisição da vacina Covaxin. “No dia de hoje protocolei no Supremo Tribunal Federal notícia-crime por conta das graves denúncias envolvendo o presidente da Republica de que não tomou nenhuma providência diante de ter sido notificado da existência de um gigante esquema de corrupção existente no Ministério da Saúde […] a prevaricação é crime exposto no Código Penal, e é por isso que compreendemos a necessidade de Supremo Tribunal Federal e a Procuradoria-Geral da República instaurarem um procedimento de investigação”, afirmou Randolfe. A suspeita levantada pelo parlamentar, através de vídeo divulgado por sua assessoria, é que Jair Bolsonaro tenha deixado de agir ao ter sido informado pelo deputado Luís Miranda e seu irmão Luís Ricardo de que haveria superfaturamento nas tratativas para adquirir 20 milhões de doses da vacina indiana ao custo de 1,6 bilhão de reais.