Moradores protestam na MA-203 devido às obras do Governo

Moradores protestaram na MA-203, nesta quarta (26), devido às mudanças nos locais das paradas de ônibus nos bairros do Araçagy e região. De acordo com as reclamações, as paradas de ônibus foram reduzidas a quatro entre os bairros Araçagy e Olho Dágua, o que tem causado transtornos para as pessoas que tem dificuldades de locomoção. As obras são realizadas através da Agência de Mobilidade Urbana (MOB). De acordo com a MOB, a alteração faz parte da primeira fase das obras de requalificação da MA-203. Após isso, as outras etapas do projeto serão continuadas. “A alteração irá trazer mais comodidade para todos, diminuindo o tempo das viagens, com abrigos seguros e mais agilidade ao trânsito nessa área”, afirma a Agência Estadual de Mobilidade Urbana e Serviços Públicos (MOB). Recentemente, a Agência de Mobilidade Urbana (MOB), responsável pelo projeto mal sucedido, também divulgou que os ônibus do sistema de transporte coletivo que passam pela rodovia irão trafegar, exclusivamente, pelo pavimento rígido, também chamado de “corredor cinza”. Entretanto, mesmo após a determinação da MOB, carros de passeio dividem a pista exclusiva com os ônibus, e alguns ônibus continuam transitando pela pista normal, quando deveriam circular somente pelo tal do “corredor cinza”. Os moradores da região reclamam que os acidentes são quase diários e os engarrafamentos trazem transtornos, tudo por uma promessa de obra que durou cerca de quatro anos de serviços e custou uma soma milionária em um investimento fracassado, o BRT. Agora, ao que tudo indica, o projeto, teve, enfim, uma destinação final. No entanto, traz uma estrutura bem modesta diante do que foi anunciado e “investido”, façanha esta que seria a maior obra estruturante de Flávio Dino (PSB) na Ilha de São Luís em seus sete anos de governo.
Flávio Dino quer tomar ferry boat e entregá-lo a amigos do Governo do Estado

Depois de anunciar a “BOMBA” do esquema montado pelo governo para direcionar a licitação da concessão de 40 (quarenta) anos da travessia dos ferries para uma empresa do Pará, chamada CELT NAVEGAÇAO, que não possui nenhum ferry boat para entregar, a MOB avança em direção a “Confiscar” os 3(três) ferries dos proprietários da Servi-porto para entregá-los a CELT, e esta possa apresentá-los. O esquema da MOB e do governo consiste em se utilizar da Medida Provisória n° 360/2021 que, em menos de 10(dez) dias rapidamente, foi transformada na Lei n°.11.525/2021 num passe de mágica pela Assembleia Legislativa, autorizando o governo a gastar dinheiro publico na suposta “reforma” dos 3(três) ferries da Servi-porto e com isto endividar a empresa e mandar a conta “superfaturada” pela bagatela de quase R$ 15.000.000,00 para os acionistas, tendo como garantia a cobrança imediata do pagamento com a entrega de seus ferries. Uma jogada de gênio. O governo tomando os ferries os entrega para a CELT NAVEGAÇAO e esta ficará na exploração da travessia por 40(quarenta) anos . Quem serão estes beneficiados com tal aposentadoria ? E quem está por traz da CELT? Pois se ele ganhou a licitação teria que apresentar os ferries. Tudo um esquema muito bem preparado. Informantes afirmam que existes por traz do acordo construtores e fornecedores que já trabalham para o governo e que o serviço de “recuperação” dos ferries já está sendo articulado provavelmente para ser feito pela empresa Terramar Construções, que estaria sendo a mentora e articuladora de todo o esquema e que tem “passe libre” na MOB Estão envolvidos neste episódio um empresário do ramo naval, que andou envolvido em problemas lá pras bandas da Usina de Belomonte e um grupo empresarial conhecido dos blogs por escândalos em obras da prefeitura de São Luís. Como favor da MOB, eles já estariam utilizando os ferries de forma irregular (esta história contaremos nas próximas postagens). A pergunta que não quer calar é: Se houve licitação e a CELT NAVEGAÇÃO ganhou, por que o governo aprovou uma Lei em menos de 10 dias para gastar dinheiro em patrimônio privado!!! Com a palavra o Ministério Público… Se esta história se confirmar, como vem acontecendo, será a maior falcatrua pública já realizada no Estado do Maranhão, onde o governo irá tomar uma propriedade privada somente para satisfazer seus interesses políticos! Muita sujeira vem por aí! Aguardem os próximos acontecimentos!!! E o capital é tão pequeno que não consegue comprar nem um barco pequeno, que dirá um ferry novo que custa mais de R$ 25.000.000,00 . Lembrando que a licitação pede cinco ferry boat.
A omissão da MOB no colapso das estradas da Maioba e Ribamar