União facilita acesso de pessoas com deficiência a políticas públicas

O Cadastro Nacional de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Cadastro-Inclusão) vai unificar a oferta de serviços públicos para pessoas com deficiência, facilitando o acesso desses cidadãos aos serviços do Governo. O lançamento da primeira etapa da nova ferramenta integra uma série de novas ações para as pessoas assim caracterizadas. “Para cada política a que uma pessoa quisesse ter acesso, ela deveria realizar uma avaliação diferente e deslocar-se diversas vezes para apresentar a condição de deficiência. O Cadastro-Inclusão será uma base única de dados, que vai eliminar tais dificuldades”, divulgou Bolsonaro em seu canal no Telegram. A iniciativa é fruto de parceria entre o Ministério da Economia (ME), o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH) e o Instituto Nacional de Seguro Social (INSS). A estimativa é de que os dados dos cerca de 17,3 milhões de pessoas com deficiência no país possam compor a plataforma e facilitar o acesso a mais de 30 políticas públicas. O serviço está disponível pelo aplicativo Meu INSS, por meio do login na conta gov.br, que disponibilizará para a população um certificado como forma de comprovação da condição de deficiência em um documento oficial, chancelado pelo Estado.
Mais de 100 mil postos de trabalho já foram criados no Brasil

Segundo dados divulgados pelo Ministério da Economia nesta quarta-feira (26), a quantidade de trabalhadores contratados com carteira assinada em abril deste ano foi superior ao de demitidos. Os dados integram parte de levantamentos mensais do Novo Caged, isto é, Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, contabilizando que foram 1.381.767 contratações e 1.260.832 demissões no mercado formal de trabalho, ocasionando a criação de 120.935 empregos. O estoque de empregos formais no Brasil, ou seja, a quantidade total de vínculos empregatícios regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho (C.L.T.), alcançou 40.320.857. De janeiro a abril, houve 6.406.478 admissões e 5.448.589 desligamentos, o que resultou um saldo de 957.889 postos de trabalho. O setor de serviços foi o destaque, que criou 57.610 empregos, tendo contratado, ao longo de abril, 614.873 pessoas, e 557.263 foram despedidas.